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Totti diz que preferia ter 'se suicidado a ter deixado a Roma' e 'corneta' atual diretoria do ex-clube

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Zagueiro do Barcelona é flagrado pela torcida chorando no carro após cometer pênalti decisivo (0:12)

Lenglet cometeu pênalti que gerou empate do Cádiz no último domingo (0:12)

Maior ídolo da história da Roma, o ex-atacante Francesco Totti até hoje não aceitou o fato de ter deixado o clube italiano. Em entrevista ao ex-companheiro de seleção Christian Vieri na Bobo TV, Il Capitano deu fortes declarações e revelou que preferia ter "se suicidado a ir embora" da equipe da capital.

Após se aposentar dos gramados na temporada 2016-17, Totti recebeu convite para fazer parte da diretoria do clube italiano, o único em que atuou ao longo de toda a carreira. Dois anos depois, porém, com a chegada dos novos donos norte-americanos à Roma, ele precisou deixar o cargo, o que doeu bastante.

"Eu me imaginei na Roma para sempre. Então eles me colocaram entre a pedra e a espada, me forçando a tomar uma decisão que eu nunca teria tomado. Poderia ter dado coisas boas ao clube, agora sofro por fora", começou por dizer.

Em relação à atual diretoria do clube romanista, Totti também não deixou as críticas de lado. Na sua visão, num clube onde a maioria dos integrantes da sua diretoria é estrangeiro, incluindo o técnico, que é o português Paulo Fonseca, falta alguém que realmente conheça da Roma e de suas tradições.

"Nunca me envolvi nas decisões, agora o clube ainda está nas mãos de estrangeiros, o treinador e o diretor esportivo são estrangeiros ... Seria útil ter no clube alguém que soubesse tudo sobre a Roma. Isso é o que está faltando agora", prosseguiu.

"Eu poderia ter feito melhor do que outros líderes, mas fui o último dos moicanos", concluiu.

Totti começou na Roma em 1989, no Sub-14, e só deixou o clube como jogador profissional quase 30 anos depois. Ao todo, foram 786 jogos pelo clube e 307 gols marcados.