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Perícia comprova que médico de Maradona falsificou assinatura do craque para ter acesso ao prontuário

A perícia caligráfica determinada pela Justiça argentina comprovou que o médico de Diego Maradona, Leopoldo Luque, falsificou a assinatura que permitia o acesso ao prontuário do craque, morto no dia 25 de novembro por conta de uma parada cardiorrespiratória.

Em matéria divulgada primeiramente pelo jornal argentino Olé, a Justiça conseguiu provar que era esperado: o médico copiou a firma de Maradona.

Durante o caso, alguns indícios apontavam que o profissional tentava forjar a rubrica do craque. Uma folha com a assinatura feita por Maradona foi encontrada. Ao retor do papel, diversos rascunhos com objetivo de imitar a grafia estavam presentes.

Essa era a forma que Luque treinava para tentar fazer uma assinatura parecida com a de Maradona.

Na Argentina, qualquer pessoa que tenha acesso ao prontuário médico sem autorização passa a responder na Justiça por crime.

Morte de Maradona

O craque não resistiu a uma parada cardiorrespiratória sofrida na casa da filha dele, no bairro Vila Nova, zona metropolitana de Buenos Aires, no dia 25 de novembro. Várias ambulâncias foram ao local para tentar reanimá-lo, mas não foi possível.

Ele foi internado no começo do mês de novembro após passar mal durante um jogo do Gimnasia. Na chegada ao hospital, Diego precisou passar por uma cirurgia de emergência para aliviar uma pressão intracraniana e permaneceu lá até receber alta em 11 de novembro.

O ex-jogador deixa órfãos oito filhos, além de um país inteiro e uma legião de fãs espalhados por todo o planeta, apaixonados pelo gênio controverso de um dos esportistas mais talentosos e autodestrutivos a competir em alto nível na História.

Dalma, 33, e Giannina, 31, são frutos de seu casamento com Claudia Villafañe, com quem ele viveu uma relação intermitente entre 1989 e 2003.

Na Itália, vivem Diego Júnior, 34, filho de Cristina Sinagra, concebido na época em que ele jogou pelo Napoli, e Jana Maradona, 24, de Valeria Sabalain.