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São Paulo não vai pedir anulação de jogo contra o Ceará após explicação da CBF

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Renata Ruel detona 'erro infantil' da arbitragem em Ceará x São Paulo: 'Não pode acontecer!' (2:14)

O lance inicialmente foi anulado pela arbitragem de campo, que marcou impedimento, mas depois validado pelo VAR. Wagner do Nascimento Magalhães permitiu o recomeço da partida, mas, após o Ceará sair jogando, paralisou o jogo para nova revisão e anulou. (2:14)

O São Paulo não vai pedir a anulação do jogo contra o Ceará, pelo Campeonato Brasileiro, por um possível erro de direito do árbitro Wagner do Nascimento Magalhães. A informação foi dada inicialmente no “Blog do PVC” e confirmada por Jorge Nicola, dos canais ESPN. Posteriormente, o departamento jurídico do São Paulo também confirmou a decisão à reportagem do ESPN.com.br.

Depois da partida na quarta-feira, Raí, diretor de futebol tricolor, deixou aberta a possibilidade de o clube tentar a anulação, mas o São Paulo entende que, após o posicionamento inicial da CBF, não deve levar adiante um questionamento nas instâncias jurídicas.

“Acho que no jogo de hoje a única certeza é que tem um erro absurdo, de direito. Vamos buscar todos os questionamentos, gravações e o VAR. Temos que saber por que anulou, validou, voltou atrás. E por que autorizou, um erro de direito que tira a credibilidade da arbitragem mais uma vez”, disse Raí, depois da partida no Castelão.

O lance que gerou toda polêmica foi um gol anulado de Pablo. Dentro de campo, a arbitragem viu um impedimento que não havia do atacante. Acontece que a irregularidade acontece no início da jogada, não naquela que foi primeiramente revisada pelo VAR.

O problema é que Wagner Magalhães acabou autorizando o reinício da partida, antes de ser rapidamente avisado que a outra jogada ainda era revisada. O gol acabou anulado.

A CBF, através da Comissão Nacional de Arbitragem, se manifestou sobre a jogada e explicou que “uma comunicação paralela” entre o juiz e o quarto árbitro atrapalhou a comunicação com o VAR, o que fez com que Magalhães autorizasse o reinício.

“Diante do ocorrido, a Comissão Nacional de Arbitragem facultou aos clubes envolvidos na partida a possibilidade de comparecerem à sede da Confederação Brasileira de Futebol para os esclarecimentos que se façam necessários”, encerrou a nota.