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Visitante indigesto no século, Corinthians pode ter volta de joia de R$ 160 milhões contra o Coritiba

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'Podemos ganhar de qualquer um', 'é só correr' e Fagner exaltando Luan; os bastidores do vestiário do Corinthians após empate contra o Grêmio (2:07)

Com dois jogadores a menos, Timão segurou o 0 a 0 contra o tricolor gaúcho (2:07)

Há quatro jogos sem vencer e tendo somado um dos seis pontos disputados dentro de casa nas últimas duas rodadas, o Corinthians voltou a se aproximar da perigosa zona de rebaixamento. Nesta quarta-feira (25), a equipe visita o Coritiba, no Estádio Couto Pereira, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Mesmo no Paraná, os confrontos recentes do Timão contra o Coxa colocam a equipe paulista como um visitante indigesto. Considerando apenas partidas neste século que tiveram os paranaenses como mandantes, foram 12 encontros, com só duas vitorias do time do Alto da Glória (2003 e 2011).

Destas partidas, todas em jogos do Campeonato Brasileiro, o Corinthians deixou o gramado do Couto Pereira com o triunfo em cinco oportunidades, além de mais cinco empates. A igualdade, inclusive, é um resultado que vem acontecendo com enorme frequência nos últimos anos: dois 0 a 0 (2014 e 2017) e dois 1 a 1 (2016 e 2016).

Precisando da vitória, o Corinthians deverá contar com o retorno de mais uma opção ofensiva. Recuperado de uma lesão na coxa, Gabriel Pereira deve ser relacionado por Vagner Mancini para a partida no Paraná. Fora desde agosto, o meia-atacante passou por um processo de evolução física no clube, e voltou às atividades com bola.

Apontado como uma das principais joias das categorias de base do clube, o jogador tem multa rescisória estimada em 25 milhões de euros (cerca de R$ 160 milhões), e contrato no clube até 2022. A tendência, no entanto, é que o jovem de 19 anos seja opção para o banco de reservas na partida desta quarta-feira.

A tendência é de que o Corinthians vá a campo com Cássio; Fagner, Bruno Mendéz, Gil e Fábio Santos; Gabriel, Xavier, Cazares, Luan e Jonathan Cafú (Léo Natel); Jô (Matheus Davó).