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Tévez se reinventa e ajuda Boca Juniors a ser quase imbatível em 2020

O Internacional começa, nesta quarta-feira (25), sua jornada no mata-mata da Conmebol Libertadores recebendo o Boca Juniors no Beira-Rio. Além do fato de decidir o confronto em casa e contar com a tradição no torneio, um fator em especial faz com que o time xeneize seja o favorito no confronto.

Campeão da última edição da Superliga Argentina e líder invicto do seu grupo na Libertadores, o Boca viu, em 2020, um dos grandes ídolos da sua história ‘renascer’ e se tornar a principal esperança técnica do técnico Miguel Ángel Russo: Carlos Tévez.

Ao longo do ano, Tévez esteve presente em 15 partidas pela equipe, com 12 vitórias, dois empates e somente uma derrota, justamente em sua última partida, contra o Talleres. O camisa 10 marcou dez gols e foi peça-chave na conquista do título nacional.

Aos 36 anos, Carlitos viu sua carreira renascer do Boca depois de períodos turbulentos sob o comando do ex-companheiro Schelotto e de Gustavo Alfaro, chegando, inclusive, a cogitar sua aposentadoria.

Mas, segundo o diário argentino Olé, a chegada de Riquelme à diretoria e de Russo ao banco de reservas conseguiram mudar a cabeça do craque.

Enquanto o ex-meio-campista o convenceu que ele deveria tentar encerrar sua carreira em alta no clube xeneize, o treinador o colocou na faixa de campo em que ele se sente mais confortável, tendo liberdade para criar e chegar na área.

O grande desafio de Tévez, no momento, é a tentativa da reconquista da América com o título que a equipe não conquista desde 2007 e viu seu maior rival tê-la em mãos em duas oportunidades no mesmo período.

Para isso, precisa eliminar o Internacional, que, desde a saída de Coudet, acumula três derrotas e uma eliminação na Copa do Brasil para o América-MG. A bola rola a partir de 21h30.