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Dybala vive inferno astral na Juventus: COVID-19, erro fatal, 'lei de Murphy' e até infecção urinária

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O meia-atacante Paulo Dybala foi decisivo na conquista do Campeonato Italiano em 2019/20 pela Juventus, sendo apontado como grande destaque do torneio. No entanto, sua temporada 2020/21 começou de forma totalmente adversa.

Nesta terça-feira, o jornal Gazzetta dello Sport destacou o inferno astral que está sendo vivido pelo argentino desde o início da pandemia do coronavírus, em uma sucessão de infortúnios que parece inacreditável.

Tudo começou quando Dybala foi um dos primeiros grandes nomes do esporte mundial a testar positivo para a COVID-19, no final de março.

No entanto, ao contrário de outros esportistas, que ficaram assintomáticos e rapidamente se livraram da doença, o atleta da Juve ficou abalado pela ação do vírus, e chegou a testar positivo incríveis quatro vezes ao realizar os testes.

Depois, ele até conseguiu se recuperar e fazer uma reta final digna na Serie A. Mas a maré de azar estava lançada...

Nas últimas semanas, Dybala vem sofrendo uma infecção urinária, que claramente afetou seu desempenho. Até agora, o jogador de 26 anos registra apenas seis jogos na temporada, com só um gol marcado e 0 assistência - desempenho muito abaixo do normal.

Para piorar, durante esse período, o argentino foi vendo o espanhol Álvaro Morata brilhar ao lado de Cristiano Ronaldo no ataque da Juventus, o que colocou sua condição de titular em risco.

Até por isso, o meia-atacante recusou a última convocação da seleção argentina, aproveitando a pausa da Data Fifa para tratar de vez a infecção urinária com antibióticos e estar 100% no retorno das ligas europeias.

O problema é que a última impressão que Dybala deixou em campo foi muito ruim...

No último final de semana, o argentino errou feio ao dar um lateral de bobeira para a Lazio nos acréscimos, quando a "Velha Senhora" ganhava por 1 a 0. Na sequência do lance, Caicedo marcou e decretou o empate por 1 a 1, que fez os bianconeri desperdiçarem pontos que já pareciam ganhos.

"É como dia a famosa 'Lei de Murphy': se alguma coisa vai dar errado, ela dará errado", lembrou a Gazzetta.

"Agora, Paulo precisa voltar a ser o camisa 10 do toque mágico, o jogador que encanta, entretém e se diverte em campo. A Juventus precisa dele para lutar pelo Scudetto, o que fica cada vez mais óbvio com o início 'lento' de Italiano da equipe comparado com as temporadas passadas", observou o diário.