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Comitê de Gestão de Peres diz que deixou R$ 10 milhões na conta do Santos

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O Comitê de Gestão escolhido pelo presidente afastado José Carlos Peres diz que deixou R$ 10 milhões reservados nas contas do Santos.

Peres e os demais membros do CG foram afastados durante o processo de impeachment em vigor no Conselho Deliberativo: Anilton Perão, Bruno Carbone, Estevam Juhas, Fábio Gaia, Matheus Rodrigues, Paulo Schiff e Pedro Dória.

Vale lembrar que o Peixe precisa pagar salários na CLT mais reembolso de 45% do mês de abril, o primeiro da paralisação no futebol brasileiro, no 5º dia útil de outubro.

O total é de cerca de R$ 12 milhões, mais que o disponível no caixa. E alguns direitos de imagens estão atrasados.

"O Comitê de Gestão do Santos Futebol Clube, legalmente eleito e aprovado pelo egrégio Conselho Deliberativo, esclarece que antes do afastamento provisório do então presidente do Comitê de Gestão, José Carlos Peres, decidido em reunião virtual do Conselho Deliberativo, que aprovou o parecer da Comissão de Inquérito e Sindicância, foi deixada a quantia de R$ 7 milhões em caixa, destinados para folha de pagamento e o reembolso da redução salarial dos atletas em meio à quarentena", diz uma nota enviada por membros do CG.

"Esses recursos foram provenientes da venda de jogadores (Everson e Eduardo Sasha) e receitas diversas, mais R$ 3 milhões provisionados do contrato da Turner. Um total de R$ 10 milhões. Esperamos que esses recursos tenham o emprego conforme planejado (folha + reembolso)", acrescenta.

Orlando Rollo, vice-presidente afastado da função desde 2018, assumiu o comando interino do Santos na última terça-feira.