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Renato volta a ironizar Jesus a jornal português: 'Só ouvi falar dele quando chegou no Brasil'

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Renato Gaúcho diz que atitude de Jorge Jesus com Everton Cebolinha 'não existe': 'Tentou fazer a cabeça para o jogador não entrar em campo' (3:43)

Negociado com o Benfica, atleta brasileiro recebeu ligação do treinador português antes do Gre-Nal (3:43)

Renato Gaúcho voltou a falar sobre Jorge Jesus e voltou a ironizá-lo, apesar de ter destacado seu mérito no Flamengo, em entrevista ao jornal português A Bola. Ao ser questionado qual o legado que o atual técnico do Benfica deixou no Brasil, ele respondeu:

“O Flamengo montou uma seleção, contratou sete ou oito jogadores com nível de seleção, tem melhor plantel (no Brasil) disparado, ganhou o Campeonato Brasileiro e a Copa Libertadores. Dois anos antes, ganhamos a Libertadores sem gastar muito. Nunca tinha ouvido falar dele, com todo respeito, nada tem a ver com a idade. Só ouvi falar dele quando chegou ao Brasil. Trabalhou num clube que montou uma seleção e ganhou, mérito dele”, declarou o comandante do Grêmio.

Renato ainda respondeu sobre a ligação de Jorge Jesus a Everton antes do jogo contra o Internacional, antes da decisão do segundo turno do Campeonato Gaúcho. O assunto já havia rendido uma crítica dele ao português publicamente.

"Em momento algum disse que Jesus pediu ao Everton para ele não jogar. Disse que faltou ética porque ligou para o meu jogador na véspera de uma decisão, contra o nosso maior rival. Não é a mesma coisa. Não sou contra ligar a jogadores, já o fiz no passado, poderei fazê-lo novamente. Mas não na véspera de uma decisão. Ninguém sabe o que passei, convencendo-o a jogar. A cabeça de um jogador transforma-se quando alguém liga, principalmente se for uma transferência para a Europa. Jesus ligou na hora errada”, disse ao veículo português.

"Se tivesse ligado na quinta-feira (dia após o jogo), não haveria problema, não iria desconcentrar o jogador. Acho correto ligar a um jogador para perceber se ele está a fim de jogar por um clube ou se está a fim de trabalhar com um treinador. O momento foi inoportuno. Seria o mesmo que eu ligar para um jogador de Jesus na véspera da decisão com o Porto. Ele não iria gostar. No mais, não tem problema.”