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Experiência, dinheiro e impacto: ranking de estádios tem Tottenham no topo e só um brasileiro; veja lista

Inaugurado há pouco mais de um ano, o estádio do Tottenham, em Londres, é o líder em um ranking que considera experiência, receitas e impacto, parte do estudo da consultoria britânica Brand Finance, divulgado nesta quarta-feira (29).

A metodologia leva em conta a atmosfera proporcionada pelo estádio, avaliando se a experiência transcende o que está acontecendo em campo, o potencial financeiro como gerador de boas receitas (não só em dias de jogos) e o impacto (o "12º jogador").

Cada um desses itens recebeu uma pontuação, de zero até cem. Para o estudo chegar na nota final, há um cálculo que não é tão simples. Mas, de uma forma geral, é possível notar que os estádios com maior resultado financeiro tiveram colocação melhor.

Por exemplo, o estádio do Tottenham recebeu uma pontuação final de 90, sendo que ele recebeu 88 pontos pela experiência, 90 pontos pelas receitas e 74 pontos pelo impacto (veja o ranking abaixo).

Ao avaliar a temporada atual, há alguns números que ajudam a entender o contexto, como o aproveitamento em casa. O Tottenham conquistou 66,7% dos pontos. Já a média de público foi de 59.384 torcedores por partida.

Dos estádios listados no top 10, apenas três aparecem com maior pontuação no item impacto. Todos ficam na Espanha. São os campos de Real Madrid, Barcelona e Atlético de Madrid.

O estudo contemplou 60 estádios e há apenas um brasileiro: o Maracanã. O palco de duas finais de Copa do Mundo, de Olimpíada, de Mundial de Clubes e Copa Libertadores, entre tantas outras taças, casa que acaba de completar 70 anos, está na 34ª posição.

Recebeu 53 pontos por experiência, 59 por receitas e 56 por impacto, com nota final de 57 pontos.

Está à frente dos estádios Azteca (igualmente palco de inúmeras decisões), Velodrome, La Bombonera e Olímpico de Roma, mas atrás de campos sem tanto glamour na história do futebol, como Pizjuán (do Sevilla), Villamarín (Betis) e Aviva (Dublin).