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De Guardiola a estrelas: qual é o tamanho do alívio do City com decisão sobre a Champions?

A anulação da punição que bania o Manchester City das próximas duas edições da Champions League traz um alívio enorme para o clube. Muito maior do que a permissão para disputar o torneio em si e do dinheiro que isso possibilita.

Afinal, a presenção na competição é um trunfo para ajudar a manter grandes nomes dentro do Manchester City. No começo de maio, por exemplo, Kevin de Bruyne até chegou a cogitar uma saída, caso a equipe ficasse de fora da Champions por duas temporadas.

Além disso, Pep Guardiola, que irá para seu quinto ano no time inglês em 2020-21, algo que jamais alcançou em outro clube, só tem vínculo até o meio do ano que vem. Ou seja, ele poderia sair depois de metade da punição.

Por falar em contratos que acabam dentro do período em que o City ficaria banido da Champions, esses são os casos de Sergio Agüero e Fernandinho, que possuem um vínculo só até 30 de junho de 2021.

Outro ponto a se destacar é que a impossibilidade de jogar o torneio europeu representaria uma desvantagem para o City nas próximas janelas de transferência em possíveis contratações de grandes nomes do futebol mundial.

Agora, com a decisão da Corte Arbitral do Esporte nesta segunda-feira, o City já está garantido na próxima edição da Champions - inclusive, o vice-campeonato inglês foi confirmado no sábado, com a goleada sobre o Brighton.

A equipe de Pep Guardiola ainda está nas oitavas de final da atual disputa do torneio, tendo vencido o jogo de ida contra o Real Madrid por 2 a 1, fora de casa. O confronto de volta será em 7 de agosto, e o classificado irá pegar Juventus ou Lyon nas quartas.