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Presidente da FPF descarta 'tapetão' e confirma Paulista de 2021 colado à reta final do Brasileirão

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Em participação especial no programa "Mesa Redonda", da TV Gazeta, na noite de domingo (12), o presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF),Reinaldo Carneiro Bastos, falou sobre o retorno do Campeonato Paulista, marcado para o dia 22 de julho, descartando qualquer possibilidade de ‘tapetão’ em relação ao rebaixamento.

“Nenhuma possibilidade. Independente do clube que será rebaixado, o regulamento será cumprindo, não há nenhuma hipótese dos estatutos deixarem de ser respeitados. O campeonato parou para todos, as regras são para todos. Os clubes de São Paulo sabem o que aconteceu e quais são as regras para a volta”, afirmou o dirigente.

Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista de Futebol, revelou que o Campeonato Paulista de 2021 vai começar no dia 28 de fevereiro, uma semana após o término do Campeonato Brasileiro de 2020.

O torneio nacional também foi afetado pelo novo coronavírus e teve seu início postergado em quase quatro meses. Está previsto para iniciar em 9 de agosto e ser concluído em 21 de fevereiro de 2021.

“Ele termina e começa o Campeonato Paulista em 28 de fevereiro, nos mesmos moldes de 2020”, revelou.

Por fim, o presidente da Federação Paulista falou sobre os impactos econômicos que a entidade está sofrendo durante a pandemia e sobre a falta de receitas por conta da ausência de público nos jogos restantes do Paulistão.

“Nós vamos ter todas as rodadas do Campeonato Paulista sem público. É um impacto em torno de 35% sobre o faturamento da Federação. Estamos tomando providências. Há 60 dias diminuímos a carga horária de todos em 25%, cortamos 50% do nossos prestadores de serviços e fizemos ajustes de 30% a 50% de desconto", disse.

"Todos os gestores estão trabalhando para apresentar semana que vem um número maior de cortes para que a Federação possa continuar fazendo o que tem que fazer: investir nas competições. A gente precisa ter capacidade financeira para fazer campeonatos. Nós vamos agir, não vão ser atitudes agradáveis e simpáticas, mas vamos tomar providências para adequar as receitas”, concluiu.