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Nacional, do Uruguai, intima Palmeiras por pagamento de Matías Viña e pode levar caso à Fifa

O Nacional, do Uruguai, vai intimar o Palmeiras pelo não pagamento de uma parte da quantia acordada na venda de Matías Viña. As informações são do jornal uruguaio Ovación Digital.

O clube uruguaio pretende enviar os documentos ao corpo diretivo do futebol mundial exigindo a quitação do valor, pendente desde o mês de março, e concederá aos Verdão um prazo de 10 dias.

Caso o Alviverde não pague, o Nacional levará a questão para a Fifa, de acordo com o diário.

O periódico ainda informa que o Palmeiras pediu mais tempo para completar o pagamento e tentou ampliar o número de parcelas, alegando problemas financeiros por conta da pandemia do coronavírus.

Porém, José Decurnex, presidente do time uruguaio, afirmou que o prazo firmando inicialmente tem que ser respeitado.

Viña foi contratado pelo Palmeiras no começo deste ano por 3,5 milhões de euros (R$ 16,5 milhões na época), que foram divididos em três parcelas.

Com contrato até o final de 2024, o lateral fez seis jogos na atual temporada.

OUTRO LADO

Segundo apurou a ESPN, em 26 de março, o Palmeiras fez um acordo com o nacional para dividir a parcela de 1,5 milhão de euros que venceria naquele mês.

No acordo, as partes concordaram com o Verdão quitar 1 milhão de euros naquele dia, e mais 500 mil euros em abril.

O Alviverde pagou o 1 milhão de euros e, em abril, solicitou ao time uruguaio a renegociação do valor restante, pedindo para o montante ser pago no segundo semestre, devido à queda de receitas por causa da pandemia de coronavírus. Ainda assim, demonstrou a todo momento intenção de pagar.

De acordo com apuração, as diretorias se relacionam bem e estão conversando e buscando um modelo pagar os 500 mil euros restantes.

Vale lembrar que o próprio Palmeiras já recebeu pedidos semelhantes em situações nas quais é credor.

O Dínamo de Kiev, da Ucrânia, por exemplo, pediu renegociação do montante ainda a ser pago pelo volante Tchê Tchê, por exemplo, também por causa da crise da Covid-19.