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Fim de carreira? Quase metade dos técnicos semifinalistas das últimas 3 Copas está sem clube

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Chegar em uma final de Copa do Mundo é algo histórico, que fica marcado para sempre. Para alguns países, a semifinal também é um grande feito, e muitos jogadores se aproveitam das campanhas em Mundiais para subir na carreira, muitos com transferências milionárias.

Entre os técnicos, porém, a realidade é um pouco diferente. Poucos ganham espaço em grandes clubes. A maioria segue no mercado de seleções ou, em casos de técnicos com idade mais avançada, prefere se aposentar.

Se contarmos os semifinalistas das três últimas Copas, cinco técnicos estão sem clube: Bert Van Marwijk (Holanda 2010), Vicente Del Bosque (Espanha 2010), Luiz Felipe Scolari (Brasil 2014), Louis Van Gaal (Holanda 2014) e Alejandro Sabella (Argentina 2014).

Enquanto Del Bosque e Van Gaal já declararam aposentadoria, Sabella, vice-campeão mundial com os argentinos, não trabalha desde 2014, tendo convivido com um câncer e problemas cardíacos.

Felipão, que depois do terceiro lugar na mesma Copa treinou Grêmio, Guangzhou Evergrande e Palmeiras, recusou propostas sul-americanas e estaria em negociações com o futebol asiático. Já o holandês Van Marwijk passou pelo Hamburgo e seleções de Arábia Saudita, Austrália e Emirados Árabes, esse último trabalho que se encerrou em 2019.

Os que seguem na ativa não ganharam espaços em grandes clubes e estão nas respectivas seleções nacionais: Joachim Low (Alemanha), Oscar Tabarez (Uruguai), Didier Deschamps (França), Roberto Martínez (Bélgica), Gareth Southgate (Inglaterra) e Zlatko Dalic (Croácia).