<
>

Pensou no Flamengo? Técnico do Boca detona 5 substituições que 'beneficia poderosos': 'mais recursos pra mudar o jogo'

A decisão da Fifa, de passar a permitir temporariamente cinco substituições, em vez das três da regra atual, desagradou ao técnico do Boca Juniors.

Em entrevista ao Olé, Miguel Angél Russo disse acreditar que a medida desvirtuará o jogo, à medida que favorece as equipes com mais poderio econômico.

"Não falo do Boca, mas das equipes menore", declarou ele, que se surpeendeu com a declaração da Conmebol, de que a entidade mundial não a cosnultou antes de determinar a nova diretriz.

"Na Colômbia, por exemplo, apenas 16 jogadores aparecem listados na súmula", exemplificou Russo.

Além da questão mais abrangente, Russo critica a medida por acreditar que ela poderá ser usada para "cera" durante os jogos.

"Uma equipe poderá fazer cinco substituições nos últimos dez minutos", exemplificou.

Indagado se isso beneficiaria os clubes brasileiros, mais ricos, nas competições continentais, ele assentiu.

O caráter protetivo da medida, que tende a poupar os jogadotres de esforço físico maior diante de um calendário mais apertado nos próximos meses, também não colou para o técnico.

"Isso de preservar os atletas é questão para os clubes e os treinadores. É a primeira coisa em que pensamos" afirmou.