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Base do Paraguai que quase eliminou campeã Espanha há 10 anos segue na ativa em times nacionais

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Cesc Fábregas confessou, há alguns dias, que o jogo mais difícil na conquista da Copa do Mundo de 2010 foi diante do Paraguai. Os espanhóis venceram por 1 a 0 com gol da David Villa aos 38 minutos do segundo tempo, mas o time sul-americano desperdiçou um pênalti quando jogo estava empatado sem gols.

Dez anos depois, a base daquela seleção segue na ativa, vestindo a camisa dos principais times paraguaios.

São dois jogadores no Olímpia, dois no Cerro Porteño e outros dois no Libertad, enquanto Guarani e Nacional contam com um atleta cada que estiveram na África do Sul, sede do Mundial.

Paulo da Silva é o mais velho dessa lista, com 40 anos. O zagueiro é jogador do Libertad, mesma equipe do centroavante Óscar Cardozo, homem responsável por desperdiçar o pênalti em 2010 e hoje com 36 anos.

O parceiro de ataque de Cardozo era Nelson Valdez, atualmente com 36 anos e no Cerro Porteño, mesmo clube do volante Cáceres, que tem 35 anos e vestiu a camisa do Flamengo recentemente.

No Olímpia está Roque Santa Cruz, um dos maiores ídolos do futebol paraguaio, hoje com 38 anos, e o zagueiro Alcaraz, 37 anos.

Com passagem pelo Grêmio, Riveros também está nos 37 e é jogador do Nacional, enquanto Edgar Benítez, 32 anos, é o mais novo da lista, sendo atleta do Guarani.

Dirigido por Tata Martino, que depois passou por Barcelona e seleção argentina, o Paraguai foi primeiro colocado do grupo F, que contava com Itália, Eslováquia e Nova Zelândia, passando pelo Japão nos pênaltis nas oitavas de final e parando diante dos espanhóis nas quartas.