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De Messi a Agüero, o amor à camisa de ídolos argentinos

Alguns dos grandes craques do futebol argentino atual têm uma semelhança: o amor à camisa a um clube específico de seu país. Algo demonstrado com declarações públicas.

O caso mais recente deu-se com Walter Kannemann, que expressou seu carinho pelo San Lorenzo em entrevista à rádio San Lorenzo de América.

"San Lorenzo tem uma grande parte do meu coração. Vivi 15 anos aí dentro e sempre vou sentir algo especial pelo clube. Adoraria (voltar) e não gostaria de retornar em más condições", declarou o zagueiro do Grêmio.

Com isso, o ESPN.com.br listou outros exemplos parecidos. Veja abaixo:

Lionel Messi: "Estou cada vez mais certo de que, na Europa, o Barcelona será meu único clube. Eu sempre disse que gostaria de jogar no futebol argentino um dia, não sei se acontecerá, mas tenho isso em mente. Seria no Newell's, só lá. Gostaria de fazê-lo por ao menos seis meses, mas nunca se sabe o que acontecerá", disse em entrevista à emissora El Trece em maio de 2018.

Carlos Tevez: "Eu quero me aposentar no Boca, não vou colocar condições para jogar aqui. Meu contrato se arruma em cinco minutos, meu desejo é me aposentar jogando e no Boca", afirmou em entrevista à Fox Sports da Argentina em dezembro de 2019. "Na Argentina só jogo no Boca".

Sergio Agüero: “Tenho contrato com o clube, com o City. Tento focar no que resta desses dois anos e, obviamente, verei depois o que fazer. Mas, sem dúvidas, El Rojo (Independiente) é minha prioridade”, declarou o atacante no meio de 2019.

Ángel di María: "Desde que fui embora do (Rosario) Central, não me ligaram nunca. Tampouco tive uma relação dentro do clube, porque os dirigentes vão mudando, e é difícil. Muitos amigos me dizem de voltar, sim. E eu tenho em minha cabeça, isso de voltar e terminar no Central. Não sei se é terminar. Quero voltar para seguir jogando e ganhando coisas. Não dizer, volto um ano e me aposento. Quero voltar para desfrutar do futebol argentino e jogar no meu clube", afirmou o meia do Paris Saint-Germain em entrevista ao jornal Olé em junho de 2018.

Marcos Rojo: "Não importa quanto tempo passou, ou quanto durará este regresso, mas hoje posso dizer que volto para casa! À minha, que é também a de muitos, essa onde te ensinam que o amor pelas cores e o “sentido de pertencimento” são valores que os anos não podem apagar", escreveu o zagueiro/lateral em sua conta no Instagram no fim de janeiro de 2020, após ter sido emprestado pelo Manchester United ao Estudiantes, clube de seu coração e ao qual já homenageou com tatuagem.