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Do 'mundo árabe' a encostados: croatas estão em baixa dois anos após vice da Copa do Mundo

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Rômulo exalta Modric em campanha da Croácia na Copa do Mundo: 'Talento que faz coletivo ser alçado ao ápice' (1:35)

Comentarista elogia jogo do meia croata e importância do prêmio de melhor jogador da competição (1:35)

A Croácia foi a grande surpresa da última Copa do Mundo, disputada na Rússia, em 2018. A equipe não figurava entre as favoritas, derrotou grandes seleções (como Inglaterra e Argentina) e chegou a decisão, perdendo para a França.

Dois anos depois, contudo, os jogadores que fizeram parte daquele time não estão em um grande momento.

Grandes estrelas daquela equipe, Luka Modric e Ivan Rakitic alternam jogos entre os titulares e o banco de reservas de Real Madrid e Barcelona, respectivamente. Modric, inclusive, foi eleito melhor do mundo ao final daquele ano. A transferência de ambos (o futebol italiano sempre aparece entre os favoritos) já é discutida há algum tempo.

Outra grande estrela era Mario Mandzukic, na época atacante da Juventus e com passagens por clubes como Bayern de Munique e Atlético de Madrid. O jogador perdeu espaço nessa temporada com o técnico Maurizio Sarri e acabou transferido para o Al Duhail, do Catar.

Pilares da defesa croata naquele Mundial, o goleiro Subasic tem apenas um jogo nessa temporada com a camisa do Monaco, enquanto Vrsaljko tem sete partidas pelo Atlético de Madrid. Pior ainda é o lateral-esquerdo Strinic, que está sem clube após deixar o Milan ao final da última temporada.

Por fim, Lovren e Perisic não estão bem quistos em seus clubes. O zagueiro é a quarta opção no Liverpool, que já cogita sua saída, enquanto Perisic não fazia mais parte dos planos da Inter de Milão e acabou emprestado ao Bayern de Munique.