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Premier League também começa a agir para reduzir salários de jogadores em meio a pandemia

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A conta é simples e as implicações eram esperadas: menos jogos acontecendo, menos dinheiro para os clubes. Enquanto muitos deles anunciam a sensível medida de manter normalmente o pagamento para funcionários que recebem só nos dias de jogos, as principais divisões já começam a estudar, e até a colocar em prática, a redução nos salários dos jogadores.

De acordo com a apuração da ESPN UK, o tema será abordado na próxima videoconferência entre executivos da Premier League e os 20 clubes, que será realizada em 3 de abril. Apesar das maiores equipes da Inglaterra terem condições de permanecer sem as receitas vindas dos jogos, somente os gigantes conseguiriam se manter caso a pausa do futebol no país se estenda por muito tempo.

A medida teria de ser aprovada pela Associação de Jogadores Profissionais, mas de acordo com a ESPN UK, uma possível rejeição por parte dos jogadores causaria uma impressão muito negativa considerando as dificuldades financeiras que a pandemia causa para todo o país.

Na segunda divisão inglesa, as medidas já parecem caminhar. De acordo com a publicação The Athletic, os jogadores do Leeds United, líder da segunda divisão, se mostram receptivos a ideia de impor um limite aos salários do elenco. Seriam 6 mil libras por semana para cada um, que equivale a metade da média salarial de um jogador da Championship.

O Birmingham City, que também disputa a segunda divisão inglesa, teria solicitado aos jogadores que ganham mais do que 6 mil libras por semana para aceitarem uma redução de 50% do salário pelos próximos quatro meses. Os atletas receberiam o dinheiro de volta por partes assim que os jogos voltassem a acontecer.