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Corinthians, Palmeiras, São Paulo e até estrangeiros se desafiam e elegem ídolos; veja os escolhidos

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Os clubes brasileiros criaram um novo passatempo nesta segunda-feira. Sem jogos por conta da pandemia de coronavírus, as equipes interagiram pelo Twitter e criaram uma corrente cujo objetivo era citar quatro ídolos. Quase todos, incluindo estrangeiros, entraram na brincadeira.

Dos chamados 12 grandes do país, o único que não tinha respondido até a publicação da reportagem era o Flamengo. O Fluminense aceitou o desafio, mas, em vez de listar quatro jogadores, passou para a torcida elencar ídolos nos comentários.

Dentro da relação, algumas ausências. O Botafogo, por exemplo, não incluiu o atacante Túlio, destaque do título brasileiro de 1995, enquanto o Corinthians deixou Ronaldo Fenômeno fora para valorizar o xará Ronaldo Giovanelli, goleiro entre 1988 e 1998.

O Cruzeiro respondeu três vezes a lista, mas nenhuma delas com Alex, grande craque da conquista do Campeonato Brasileiro de 2003, ou Tostão, ídolo histórico dos anos 60 e 70. O Santos, por sua vez, preferiu valorizar o volante Renato, hoje diretor do clube, do que citar Robinho e Neymar. Já o Vasco "esqueceu" de Edmundo e Romário, ídolos que recentemente processaram o clube por atrasos salariais.

Outra lista que chama atenção é a do São Paulo, não tanto pela ausência, mas principalmente pela presença de Telê Santana, único técnico citado entre os grandes clubes - o Grêmio colocou Renato Gaúcho, mas ele também foi jogador da equipe nos anos 80. Enquanto isso, o Palmeiras "burlou" a regra e citou seis, todos aqueles com busto no clube.

É claro que as ausências citadas acima é, entre outros motivos, sinal da falta de espaço. Em todas as postagens, os perfis oficiais no Twitter brincaram sobre citar apenas quatro entre milhares de jogadores de sucesso.

A brincadeira começou no Brasil e chegou até equipes de países vizinhos. O Estudiantes, da Argentina, elencou quatro ídolos da sua história, assim como o Peñarol, do Uruguai. Boca Juniors e River Plate foram marcados, mas não responderam. Na Europa, o único a interagir foi o Napoli.

Veja as principais listas dos clubes:

Athletico-PR - Caju, Sicupira, Nilson Borges e Alex Mineiro
Atlético-MG - Reinaldo, Ronaldinho, Dadá e Éder Aleixo
Avaí - Adolfinho, Veneza, Marquinhos e Saul Oliveira
Botafogo - Garrincha, Nilton Santos, Jefferson e Loco Abreu
Ceará - Gildo, Dimas Filgueiras, Mota e Sérgio Mota
Corinthians - Sócrates, Rivelino, Ronaldo (goleiro) e Marcelinho Carioca
Cruzeiro - Dida, Ronaldo, Nininho e Maicon
Fortaleza - Salvino, Rinaldo, Marcelo Boeck e Clodoaldo
Grêmio - Hugo de León, Adilson Batista, Geromel e Renato Gaúcho
Guarani - Careca, Neto, Amoroso e Fumagalli
Internacional - D'Alessandro, Fernandão, Falcão e Figueroa
Náutico - Bita, Jorge Mendonça, Baiano e Kuki
Palmeiras - Junqueira, Waldemar Fiúme, Oberdan Cattani, Ademir da Guia, Dudu (volante) e Marcos
Paysandu - Robgol, Vandick, Sandro e Quarentina
Portuguesa - Ivair, Dener, Enéas e Djalma Santos
Santa Cruz - Givanildo, Ramon, Tiago Cardoso e Grafite
Santos - Pelé, Pepe, Giovanni e Renato
São Paulo - Leônidas, Telê Santana, Raí e Rogério Ceni
Sport - Leonardo, Durval, Magrão e Ademir de Menezes
Vasco - Mazaropi, Mauro Galvão, Danilo Alvim e Felipe