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Cartola da CBF promete fair play financeiro no Brasil ainda em 2020: 'O que aconteceu com o City vai acontecer aqui'

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Gian Oddi explica fair play financeiro e diz quem seria mais afetado se ele existisse no Brasil (1:32)

Comentarista analisou caso do City (1:32)

O secretário-geral da CBF, Walter Feldman, prometeu mudanças bruscas e um modelo de fair play financeiro inspirado no europeu. O anúncio aconteceu nesta terça-feira, em Brasília.

“O fair-play financeiro será lançado este ano, para que haja responsabilidade na contratação de jogadores, pagamento na hora, tudo aquilo que a gente espera de uma ação administrativa competente, organizada, transparente e ética, para que possamos, permanentemente, prestar contas do nosso trabalho e dos nossos resultados”, comentou.

Feldman citou o Manchester City e a punição sofrida na última sexta-feira, em que ficará de fora das próximas duas Champions League.

“O que aconteceu com o Manchester City agora vai acontecer no futebol brasileiro, ou seja, quem não seguir rigidamente as normas de compromissos, seja de gestões, compromissos administrativos, seja de responsabilidade com seus torcedores e com a sociedade brasileira em geral, ficará fora do futebol, não terá mais licença para continuar funcionando”.

O modelo seguirá padrões europeus, mas adaptado ao futebol brasileiro.

"É um mecanismo que exige profissionalização gradativa chegando à máxima na estrutura de funcionamento no futebol, e aqueles que não seguirem rigidamente essas normas serão punidos. Primeira fase de maneira educativa, orientadora, mas depois com punições, chegando até a perder pontos", disse.

Além disso, haverá um congresso técnico com representantes dos clubes na próxima semana, explicando esse novo modelo de fair play financeiro.