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Coutinho é o homem que 'define o Liverpool' sob o comando de americanos, analisa jornal; veja o motivo

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Brasil faz 3 a 0 na Coreia do Sul com gols de Paquetá, Coutinho e Danilo (0:53)

A equipe de Tite não correu riscos e construiu a vitória com tranquilidade, dando uma resposta em meio aos maus resultados e atuações (0:53)

Por muito tempo, a Fenway Sport Group, que controla o Liverpool, teve um tipo de administração e visão de mercado no clube. Essa visão era baseada no Oakland Athletics, na MLB. Contratações de jogadores jovens, baratos e com muito potencial. Muitos erros foram a tônica disso, mas um nome deu certo: Philippe Coutinho.

O jornal Liverpool Echo dissecou essa visão.

Quando o jogador chegou ao clube em janeiro de 2013, por 8 milhões de libras (R$ 24,4 milhões na época). Um mês após a sua chegada, já havia marcado um gol. O brasileiro foi essencial na campnha do vice-campeonato da Premier League de 2013/14 e se tornou peça-chave após a saída de Luis Suárez, as lesões de Daniel Sturridge e a aposentadoria de Steven Gerrard.

O jogador virou uma das grandes estrelas da seleção brasileira também, junto com Neymar.

Várias propostas foram rejeitadas, inclusive de 72 (R$ 321 milhões na época), 90 (R$ 402 milhões) e 118 milhões de libras (R$ 527 milhões).

Coutinho pediu para deixar o clube em 2017/18. A proposta do Barcelona foi de astronômicos 142 milhões de libras (R$ 622 milhões), valor incrível quandoi comparado ao preço de compra do brasileiro pelo Liverpool.

A FSG mudou sua forma de agir nos últimos anos, principalmente após contratações mais caras e de renome como Alisson, por 65 milhões de libras (R$ 278 milhões), e Van Dijk, por 75 milhões de libras (R$ 331 milhões).

Mas no estilo que o grupo pregava anteriormente, ninguém simbolizou mais o sucesso do que Philippe Coutinho.