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São Paulo: Dívida de mais de RS 400 milhões faz Leco viver seu pior momento político

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O presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, está enfraquecido politicamente dentro do clube, de acordo com informação do jornalista da ESPN, Jorge Nicola, em seu blog no portal Yahoo!.

Mandatário do Tricolor desde outubro de 2015, Leco tem como principal motivo para seu enfraquecimento a crise financeira que assola o time do Morumbi. Com dívidas de R$ 400 milhões e podendo chegar a R$ 500 milhões até o fim deste ano, além de R$ 77 milhões de prejuízo nos primeiros oito meses de 2019, o presidente está sendo muito criticado internamente, juntamente com Elias Albarello, diretor financeiro do clube.

Na última segunda-feira, em reunião do Conselho Deliberativo, Leco foi derrotado com a rejeição do contrato com a Feng, empresa que iria cuidar do programa de sócio-torcedor do São Paulo. A recusa se deu, principalmente, pelas cláusulas de rescisão no valor de R$ 1,5 milhão e do repasse de 15% do lucro bruto.

Ainda de acordo com Nicola, até mesmo possíveis candidatos à presidência pela situação estão tentanto se distanciar de Leco para não correrem o risco de ficarem ligados à imagem dele e se prejudicarem nas eleições.

Por fim, o acordo realizado por Leco com o ex-meia Ricardinho para pagar dívida de R$ 30 milhões em 36 parcelas, iniciando em março de 2020, também irritou os conselheiros. Isto porque apenas as 10 primeiras parcelas serão pagas na atual gestão, com as outras 26 ficando para o sucessor.