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River perde do Boca na Bombonera, mas avança à sua terceira final de Libertadores nos últimos cinco anos

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River sofre derrota para Boca, mas se classifica à segunda final consecutiva da Libertadores (0:49)

O gol da partida foi marcado por Hurtado, em jogo disputado na Bombonera (0:49)

O River Plate é o primeiro finalista da Copa Libertadores em 2019.

Nesta terça-feira, jogando em La Bombonera, a equipe do técnico Marcelo Gallardo foi derrotada pelo placar de 1 a 0 para o Boca Juniors, mas graças à vantagem de dois gols construída no jogo de ida no Monumental de Núñez conseguiu se garantir em mais uma final de Libertadores. A terceira da equipe nas últimas cinco temporadas.

Ficha técnica

Boca Juniors 1 x 0 River Plate

Gols: Hurtado (Boca Juniors)

BOCA JUNIORS: Andrada, Buffarini, López, Izquierdoz, Mas; Salvio, Marcone, Almendra (Zárate), Mac Allister; Tévez, Abila (Hurtado). Técnico: Gustavo Alfaro

RIVER PLATE: Armani; Montiel, Martínez Quarta, Pinola, Casco (Paulo Díaz); Pérez, Fernández, Palacios, De La Cruz; Borré (Pratto), Suárez. Técnico: Marcelo Gallardo

Estatísticas

7 finais de Libertadores para o River Plate em sua história.

3 finais de Libertadores para o técnico Marcelo Gallardo.

O River vai para sua final nas últimas 5 Libertadores.

14. Era o número de jogos que o River Plate não sabia o que era derrota em Libertadores. A equipe perdeu sua invencibilidade nessa edição.

Primeira vez que o River Plate irá disputar uma final de Libertadores consecutiva na sua história. A última equipe a conseguir isso foi o São Paulo (2005 e 2006).

Marcelo Gallardo enfrentou o Boca Juniors em 5 fases eliminatórias. Avançou em todas.


CHUVA DE PAPEL

Marcada para começar às 21h30, a partida atrasou por causa da chuva de papéis que a torcida do Baoca Juniors usou na entrada da equipe em campo. Funcionários do estádio usaram ventiladores para tirar os papéis e, 15 minutos depois, o jogo começou.


NÃO VALEU!

Aos 21 minutos, bola parada para o Boca Juniors. Na sobra após a disputa na área, Savio completou para as redes, mas o árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio anulou marcando toque de mão do zagueiro Mas.


MUITA DISPUTA E POUCA BOLA

Como todo jogo decisivo, a partida na primeira etapa foi marcada pelo nervosismo das duas partes. O Boca jogando em casa apostava na intensidade, mas não conseguia criar oportunidades e seus melhores lances vieram em jogadas de bola parada. O River tentava em jogadas trabalhadas, mas chegava nas imediações da área e não conseguia concluí-las.

O River demorou 19 minutos para conseguir sua primeira finalização. Mais tempo do que em qualquer outra partida dessa Libertadores.

A melhor jogada aconteceu em um escanteio onde Enzo Pérez tentou cortar a jogada e quase fez contra. Armani espalmou para escanteio. Na jogada seguinte, um lance trabalhado que levou perigo. Buffarini cruzou para Salvio que cabeceou por cima.


CRUZAMENTOS PERIGOSOS

O Boca continuava sem criar chances claras e incomodava o seu rival na pressão. As bolas cruzadas na área incomodavam a defesa dos Millonarios. Ábila logo no primeiro lance da primeira etapa e Mac Allister aos 10 minutos em sobra na área levaram perigo.

E em um deles o gol saiu. Aos 34 minutos Mac Allister levantou na área, Lisandro López cabeceou na direção da área. Zárate se enrolu com a bola, mas ela sobrou para Hurtado empurrar para as redes.

O Boca até ensaiou uma pressão final em busca do gol que levaria a disputa para os pênaltis, mas não foi o suficiente. Boca Juniors eliminado e River Plate na final.


A GRANDE FINAL

  • Sábado, 23/11, River Plate x Flamengo ou Grêmio em Santiago, no Chile