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Milan acumula estratosférico prejuízo de R$ 2,645 bilhões e completa sete anos de agonia financeira

A crise do Milan não acaba. E ela vai muito além das quatro linhas. Enquanto vem fazendo campanhas discretas no Campeonato Italiano e está distante da Champions League, o clube vê sua situação financeira se complicar temporada após temporada.

De acordo com o site Gazzetta dello Sport, os rossoneri chegam ao seu sétimo ano seguido apresentando um balanço significativamente negativo. Nas contas da temporada 2018-19, fechadas em 30 de junho, o resultado foi de - 146 milhões de euros (R$ 674,1 milhões na cotação atual).

Anteriormente, nos valores apresentados pela publicação, o Milan tinha tido déficits de 15 milhões de euros (R$ 69,26 milhões) em 2013, cerca de 90 milhões em 2014 (R$ 415,56 milhões), 89 milhões (R$ 410,94 milhões) em 2015 e 74,8 milhões (R$ 345,37 milhões) em 2016. A partir de então, o balanço passou a seguir não mais o ano do calendário e sim a temporada.

Depois de ser vendido por Silvio Berlusconi a Yonghong Li, o clube teve um déficit de cerca de 32 milhões de euros (R$ 147,75 milhões) no primeiro semestre de 2017. Na primeira campanha completa, o valor foi de 126 milhões (R$ 581,78 milhões).

Ou seja, em sete anos e meio, o clube viu seus balanços totalizarem um valor negativo de 572,8 milhões de euros (R$ 2,645 bilhões).

Em campo, desde o terceiro lugar em 2012-13, o time nunca mais conseguiu ficar entre os quatro primeiros colocados no Campeonato Italiano.