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Presidente do Santos analisa negócios com o Flamengo em 2019

Presidente do Santos analisa negociações com o Flamengo (Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

Adversários deste sábado, no Maracanã, Flamengo e Santos foram protagonistas de várias negociações por reforços ao longo dessa temporada. O Peixe contratou Jean Lucas, Uribe e Pará. O Rubro-Negro levou Bruno Henrique.

Contestado por parte da torcida e imprensa, o presidente santista, José Carlos Peres, analisou as tratativas a pedido da Gazeta Esportiva. E fez um balanço positivo.

Bruno Henrique

“Vendemos o Bruno Henrique, jogador próximo aos 30 anos (tem 28) e que desejava fazer sua independência no Flamengo. E o fez com salários bem maior em relação ao recebido no Santos”.

O Flamengo acertou com o atacante por R$ 24 milhões, em três parcelas. Duas já foram quitadas.

Jean Lucas

“No empréstimo do Jean Lucas, fizemos o possível para atender o Sampaoli. Opção de compra era de 8 milhões de euros (R$ 36,5 mi). O negócio foi bom, veio de graça, mas o desfecho foi horrível pela decepção em não poder contar com o jogador até o fim do contrato, embora soubéssemos dos riscos”.

Jean Lucas veio ao Santos por empréstimo até dezembro. O Flamengo o vendeu ao Lyon por R$ 34,7 milhões em junho.

Uribe

“Fomos cobrados até na imprensa pela contratação de um centroavante. Uribe foi exigência da comissão técnica e nós atendemos. Fizemos o possível para viabilizar essa contratação”.

O Flamengo abateu quase R$ 5 milhões da compra de Bruno Henrique ao liberar o centroavante em definitivo para o Peixe. O contrato vai até junho de 2022.

Pará

“Pará foi um pedido do Sampaoli. E veio apenas pelo pagamento do salário. Flamengo não recebeu nada pela cessão”.

O lateral-direito veio de graça, até dezembro de 2020, como “sombra” para o capitão Victor Ferraz.

Outras negociações

Além do quarteto, o Flamengo contratou Gabigol por empréstimo após o fim do contrato entre Peixe e a Internazionale. O Alvinegro tentou, sem sucesso, trazer Rodinei e Ronaldo (hoje no Bahia). Antes, buscou Rodrigo Caio, quando o zagueiro ainda estava no São Paulo, e sondou Willian Arão, em 2018.