<
>

Raridade: foguetório em hotel de rival na Libertadores acaba em prisão; veja onde

play
Para Felipão, Palmeiras tem que 'tirar lição' de eliminação e se inspirar em 'copeiros' Grêmio e Boca (1:57)

Dos quatro semifinalistas da Libertadores, três podem ser os mesmos da última temporada (1:57)

A vida do River Plate no Paraguai não está fácil. Um dia depois de Nicolás De la Cruz ter sido procurado pela polícia por conta de uma confusão em uma final contra o São Paulo, em 2016, torcedores do Cerro Porteño resolveram atrapalhar o sono dos jogadores da equipe argentina.

Nos arredores do hotel em que o River está hospedado para se concentrar para o confronto contra o Cerro pelas quartas de final da Copa Libertadores, vários torcedores do time paraguaio soltaram bombas e fogos de artifício durante a madrugada.

O tumulto começou às 2 horas da manhã no horário local, quando os torcedores desceram de seus carros e descarregaram a primeira leva de rojões. Vinte minutos depois, já com a polícia patrulhando o local por conta da primeira parte, os paraguaios voltaram ao hotel para continuar com o barulho.

Os torcedores também roubaram carros durante a ação. Ao contrário do que ocorre na maioria dos casos de torcedores que atrapalham o sono de rivais com fogos de artifício, no entanto, a polícia paraguaia prendeu 11 infratores. Os paraguaios haviam gasto 9 milhões de guaranis (R$ 17,1 mil) em fogos e rojões.

Cerro Porteño e River Plate se enfrentam nesta quinta-feira, e os argentinos podem até mesmo perder por um gol de diferença, já que venceram a primeira partida por 2 a 0. Quem se classificar enfrenta o Boca Juniors nas semifinais da Copa Libertadores.