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City quer trocar ingresso físico por reconhecimento facial, mas leva bronca: 'Vigilância em massa'

O Manchester City tem planos de implementar o reconhecimento facial como substituto dos ingressos de papel como instrumento de permissão de entrada em seu estádio.

Mas a entidades de defesa dos direitos civis Liberty afirmou ao jornal The Guardian, de Londres, que tal medida é "perturbadora", uma verdadeira de "vigilância em massa".

“Essa é uma medida perturbadora por parte do Manchester City, sujeitando torcedores a uma análise invasiva, como se fosse uma impressão digital, apenas para que ele possa assistir a um jogo num sábado", disse Hanna Couchman, porta-voz da entidade.

Segundo ela, esse movimento colocaria na mão do Manchester City dados muito sensíveis sobre perfis do comportamento, que poderiam ser divulgados e usados, interferindo na maneira como as pessoas vivem suas vidas cotidianas.

A empresa criadora do mecanismo, a Blink, de Texas, nos Estados Unidos, defende a qualidades dos seus produtos, como agilizar as filas. Segundo a companhia, as pessoas podem ser reconhecidas andando a uma velocidade normal. o que agilizaria o processo.

A o time por trás do produto da Blink estava trabalhando com autoridades governamentais dos EUA para ter tecnologia semelhante no Oriente Médio, para fins de espionagem.

A FSA, uma espécie de sindicato dos torcedores, afirma que monitoraria de perto a coleta de dados e seu uso.

Mas, segundo uma fonte do Guardian no Manchester City, qualquer conversa no sentido da implementação do mecanismo é prematura.