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Dybala reclama do trato de Sampaoli na Copa do Mundo : 'É raro que um técnico não cumprimente um jogador'

Dybala jogou apenas alguns minutos contra a Croácia, na Copa de 2018, na Rússia. Depois, desapareceu. Sua relação com Jorge Sampaoli, técnico da Argentina, era nula. E, nesse caso, o termo não está sendo usado como metáfora. Foi o que ele disse a um programa de TV na Argentina, segundo o portal argentino de esporte Invictus.

O jogador da Juventus relatou que conversou com o técnico apenas antes da competição, em Turim, quando ele lhe comunicou que ele iria ao Mundial, como fez pessoalmente com todos os atletas. Depois, durante a competição, técnico e jogador jamais se falaram. Dybala afirma que o chefe nem lhe dava buenos dias pela manhã.

“Dividimos muito tempo, nos encontramos muitas vezes e é estranho que um técnico não cumprimente um jogador, ou que lhe pergunte como está ou como se sente. Isso nunca tinha me acontecido", afirmou.

“Eu não quis me aproximar, porque depois as coisas começaram a dar errado. A situação era complicada para ele. Pensei que poderia ter sido algo que fiz, ou a declaraçã que dei antes da Copa. Mas, como eu estava ali, imaginei que as coisas tinham mudado. Mas não", disse Dybala, em referência a ele ter dito que era difícil jogar com Messi.

Dybala nunca anotou um gol sob comando de Smapoli na seleção. Já com Scaloni, embora também tenha sido reserva, o argentino fez gol e concedeu uma assistência durante a Copa América.