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Palmeiras: Balanço de 2018 mostra menos dependência da Crefisa e aumento nos gastos com futebol

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Arnaldo elogia primeiro jogo do Palmeiras e diz que equipe 'sobrou' nas duas partidas depois da parada (3:31)

Equipe venceu seus dois jogos pelo placar de 4 a 0 com boas atuações (3:31)

O Palmeiras divulgou no último domingo seu balanço financeiro completo da temporada 2018.

Já era sabido que o time teve, no ano passado, o maior faturamento de sua história: R$ 688,572 milhões, em contas aprovadas pelo COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) e pelo CD (Conselho Deliberativo) da equipe.

Os números detalhados, porém, dão a real dimensão do poderio financeiro dos alviverdes (veja nas tabelas abaixo).

O patrocínio da Crefisa, por exemplo, apesar de ser o maior do país, tem cada vez menos peso no orçamento total dos palestrinos.

Em 2017, os R$ 130,327 milhões pagos pela operadora de crédito corresponderam a 26% do total das receitas palmeirenses. Já em 2018, foram R$ 95,123 milhões vindos da empresa de Leila Pereira, o que representou apenas 14,6% do orçamento geral do Verdão.

Vale lembrar que no bolo de dinheiro de patrocínio, também entrava até o ano passado o montante pago pela fornecedora Adidas. No entanto, o grosso da grana neste quesito vinha mesmo da Crefisa.

O custo do departamento de futebol, por sua vez, disparou.

Em relação a 2017, quando o gasto com salários, direitos de imagem e contratações foi de R$ 247,1 milhões, em 2018 esse montante subiu para R$ 335,2 milhões.

No fim das contas, a equipe do Palestra Itália ainda fechou o ano no azul: além de ter conquistado o Campeonato Brasileiro, encerrou 2018 com lucro de R$ 30,7 milhões.

Ademais, o patrimônio líquido acumulado foi de R$ 59,6 milhões.