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Com mais de 40 testemunhas, investigação do caso Daniel é retomada

A partir desta segunda-feira, a Justiça retoma a investigação sobre a morte do jogador Daniel, assassinado em outubro de 2018 em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba.

Ao todo, mais de 40 pessoas devem ser ouvidas. Nos próximos quatro dias, as testemunhas de defesa terão a oportunidade de prestar depoimento. Posteriormente, será a vez de Edison Brittes (assassino confesso do jogador), Cristiana Rodrigues Brittes (esposa de Edison), Allana Emilly Brittes, (filha do casal), além de Eduardo Henrique Ribeiro da Silva, Ygor King, David Willian Vollero Silva e Evellyn Brisola Perusso, todos réus no caso.

Depois de todos os depoimentos, a Justiça deve analisar as alegações de acusação e defesa para, posteriormente, definir se os acusados vão a Júri Popular.

O crime

Daniel Corrêa, de 24 anos, foi encontrado morto no dia 27 de outubro de 2018 em um matagal de São José dos Pinhais, no Paraná, com o pescoço cortado e o pênis decepado. O crime ocorreu depois da festa de aniversário de Allana Brittes, na noite anterior.

Dias depois do ocorrido, Edison Brittes se apresentou à polícia e assumiu a autoria do crime, afirmando que flagrou Daniel tentando estuprar sua esposa, versão já descartada pelo delegado responsável pelo caso, Amadeu Trevisan.