Antes da Copa do Mundo 2018, poucos apostavam no sucesso da Suécia. No entanto, o time foi surpreendendo e disputa neste sábado as quartas de final contra a Inglaterra, às 11h (de Brasília), em Samara.
O fato da equipe ter avançado mais do que o previsto no Mundial da Rússia ainda criou algumas situações curiosas. Na última sexta-feira, por exemplo, o zagueiro e capitão Andreas Granqvist, perdeu o nascimento de seu filho, já que sua mulher, Mika, entrou em trabalho de parto na Suécia sem a presença do marido por perto.
O atleta recebeu fotos do bebê pelo celular e em seguida postou nas redes sociais com a hashtag #worldcupbaby.
"Estou tentando aproveitar. Tento estar presente ao máximo, mas dessa vez não deu. O timing do bebê não foi tão bom", brincou o zagueirão de 33 anos, em coletiva na última sexta-feira.
"Não dormi muito bem na noite passada, mas fico feliz que tudo tenha se resolvido. Minha esposa foi maravilhosa. Tudo deu certo", celebrou.
A decisão de Granqvist de permanecer com o elenco na Rússia contrasta com a que alguns outros atletas tiveram durante a Copa. O meio-campista Fabian Delph, da Inglaterra, por exemplo, perdeu o jogo de oitavas de final contra a Colômbia pois voltou ao Reino Unido para acompanhar o nascimento de seu 3º filho. Agora, ele está de volta ao Mundial.
Passado o estressa, o capitão sueco agora pode voltar a focar em sua missão: tentar conduzir o país escandinavo à sua primeira semifinal de Copa desde 1994, nos Estados Unidos.
A Suécia só chegou à final uma vez: em 1958, quando foi derrotada pelo Brasil de Pelé.
