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Shakhtar Donetsk nunca revelou um jogador brasileiro, mas lucrou R$ 763 milhões com só 7 deles

O Shakhtar Donetsk sabe negociar brasileiros como poucos.

O clube ucraniano, apesar de nunca ter revelado um atleta tupiniquim, tem enorme prática em comprar barato no mercado verde e amarelo e vender seus jogadores por valores absurdos para grandes equipes da Europa (ou asiáticos endinheirados) por quantias absurdas.

O último caso é o do volante Fred, contratado por 15 milhões de euros (R$ 66 milhões, na cotação atual) do Internacional, em 2013, e negociado com o Manchester United por 60 milhões de euros (R$ 264 milhões) - ou seja, quatro vezes mais. O martelo foi oficialmente batido nesta terça-feira.

Antes disso, porém, houve os casos dos atacantes Alex Teixeira e Luiz Adriano, dos meias Willian, Elano e Douglas Costa e do volante Fernandinho, todos comprados a preço "de banana" no Brasil e negociados depois por uma "fábula".

Confira na tabela:

No total, só esses sete brasileiros geraram um lucro de 173,5 milhões de euros (R$ 763 milhões) ao Shakhtar.

A melhor negociação depois da de Fred foi a de Alex Teixeira, que rendeu superávit de 44 milhões de euros (R$ 193,5 milhões, na cotação atual).

Já a venda que menos rendeu lucro foi a de Elano: "só" 4,4 milhões de euros (R$ 19,35 milhões), ou 10% de Alex Teixeira.

Atualmente, o Shakhtar possui sete brasileiros em seu plantel: os laterais Ismaily e Dodô, o meia Alan Patrick e os atacantes Taison, Dentinho, Bernard e Wellington Nem.

Além deles há o meia Marlos, que é naturalizado ucraniano.