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Ex-presidente do Barcelona diz que Messi não está acima do clube, fala em 'bombas diárias' e admite: 'Estou preocupado'

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Sandro Rosell foi presidente do Barça de 2010 a 2014


Apesar de a sua saída do Barcelona já estar próxima de completar um ano, Lionel Messi segue rendendo assunto no clube catalão. Desta vez, quem falou do astro foi o ex-presidente do Barça Sandro Rosell, que exerceu o cargo de 2010 a 2014.

Durante uma entrevista ao programa Matí, da Catalunya Ràdio, de Barcelona, Rosell falou sobre o momento do Barça, que tenta se recuperar de uma grave crise financeira, que inclusive culminou com a saída de Messi para o Paris Saint-Germain, e teceu elogios ao ex-camisa 10 do time. Porém, disse que, assim como o atual presidente, Joan Laporta, não sabe se teria renovado o seu contrato e justificou.

"Não quero falar sobre o Barça ou avaliar o desempenho de outras pessoas, o Barça sempre será feliz. Messi foi o melhor da história, mas o Barça está acima de Messi. Não sei se o teria mantido, ser presidente do Barça é muito difícil, no Barça todos os dias há uma bomba, muitas decisões difíceis precisam ser tomadas", começou por dizer Rosell.

O ex-mandatário também revelou que mantém uma relação estreita com Laporta, e admitiu que, sim, está 'preocupado' com a atual situação do Barcelona, mas que acredita que o clube vai superá-la.

"Claro que estou preocupado com a situação do Barça, mas será resolvida”, disse.

"Como sou gestor, acho que o clube deve ser gerido como uma empresa, cada um tem o seu estilo. Laporta e eu temos uma relação muito especial, que ninguém entende, exceto nós. Jamais falarei a favor ou contra ele. Nos encontramos antes das eleições e comemos juntos e lhe desejei boa sorte, disse que achava que ia ganhar e ele ganhou, mas já não nos falamos há muito tempo", finalizou.

Rosell foi preso em maio de 2017 e solto dois anos depois, acusado de lavagem de dinheiro, em investigação iniciada em 2015. No Brasil, o dirigente foi diretor da Nike e negociou o contrato da empresa com a seleção brasileira. Chegou à presidência do Barcelona em 2010 e renunciou quatro anos depois.