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Vice do Flamengo detona postura do Atlético-MG após cantos homofóbicos no Mineirão: 'Seria mais decente se tivessem esclarecido'

Rodrigo Dunshee não economizou críticas ao clube mineiro nas redes sociais


As polêmicas do duelo entre Atlético-MG e Flamengo, na última quarta-feira (22), pela partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil, seguem rendendo. Dos dois lados, com até provocação

Na última sexta-feira (24), o site ge publicou que o Atlético-MG quer que o STJD puna Gabigol por conta da declaração do atleta ao fim da partida. Na ocasião, o camisa 9 do Flamengo disse a seguinte frase.

"A gente queria vencer, fizemos um bom jogo, tomamos 2 gols, mas a gente pressionou bem, fizemos o gol e agora temos no fim de semana e depois vamos pra Conmebol Libertadores. Quando eles forem lá (no Maracanã), vão conhecer o que é pressão e o que é inferno", disse Gabigol, à TV Globo.

Nas redes sociais, o vice-presidente geral e jurídico do Flamengo, Rodrigo Dunshee, não economizou nas críticas ao Atlético-MG. E atacou a diretoria do clube mineiro dizendo que entrará com um processo após episódios acontecidos no estádio.

"Seria mais decente que tivessem esclarecido os cantos homofóbicos, o tratamento agressivo a nossa torcida, a conduta reprovável da PM de BH. Mas tudo bem. Farão isso no processo que finalizamos hoje", disse Dunshee.

O jogo chegou a ser paralisado pelo árbitro Luiz Flavio de Oliveira por conta dos cantos homofóbicos por parte da torcida do Galo. Hulk, inclusive, foi até próximo dos torcedores e pediu para que parassem. Na súmula, o árbitro ignorou o fato.