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Mano diz por que Abel é mais 'embasado e construído' do que Jesus e cita 'perigo' com excesso de estrangeiros no Brasil

Mano Menezes explicou como viu a chegada dos técnicos estrangeiros e escolheu Abel Ferreira como seu preferido de todos que chegaram ao país nos últimos anos


O Internacional venceu o Flamengo por 3 a 1, no último sábado (11), e entrou no G4 do Brasileirão. Muito do sucesso da equipe passa pelo trabalho de Mano Menezes, convidado do SportsCenter desta segunda-feira (13).

O comandante do time gaúcho foi questionado sobre diversos assuntos. Inclusive sobre a entrada de técnicos estrangeiros no futebol brasileiro. Sincero, Mano admitiu que não é contra a essa chegada, mas admitiu um perigo: o 'execesso pelo excesso', que, segundo ele, não é nada positivo.

"Pelo menos demos uma equilibradinha no G4. Eu não costumo dividir as pessoas por nacionalidade. Nascem bons em todos os lugares. Foi bom ao Brasil a chegada de estrangeiros, faz a gente se preparar melhor. É bom. O excesso pelo excesso, a contratação pela nacionalidade em detrimento de outro não é positivo. Positivo é trazer bons jogadores, trazer bons treinadores porque vai fazer bem para todo mundo", disse Mano.

Questionado sobre os estrangeiros que já trabalharam no Brasil, o atual treinador do Inter destacou dois: Abel Ferreira, atual técnico do Palmeiras, e Jorge Jesus, que comandou o Flamengo entre 2019 e 2020. Mano apontou diferenças, não ficou em cima do muro e elegeu seu preferido.

"Muitos que vieram são bons e estão fazendo trabalhos extraordinários. Um de forma muito rápida, que foi o Jorge Jesus. Outro de maneira muito consistente, como o Abel Ferreira do Palmeiras, o qual eu tenho preferência. Sempre acreditei em uma coisa mais embasada, construída. E isso envolve o clube, contratações. É mais duradoura (a sequência do Abel). É possível ver as duas situações bem claras", concluiu.