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Pato revela 'segredo' de Ancelotti que falta a outros técnicos e que faz Benzema e Vini Jr. correrem muito no Real: 'Não tem vaidade'

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Liverpool e Real Madrid protagonizam final mais repetida da história da Champions; relembre outros duelos (0:56)

Equipes se encontram pela terceira vez na decisão do torneio, e se isolam entre os confrontos (0:56)

Ex-atacante do Milan relembrou como atual treinador do Real Madrid fazia para conquistar seus jogadores


O técnico Carlo Ancelotti está perto de entrar para a história no próximo sábado (28) na final da Champions League contra o Liverpool. Três vezes campeão do torneio, o comandante pode ultrapassar o lendário Bob Paisley e o francês Zinedine Zidane e se tornar o treinador com mais títulos na história da competição. Os outros títulos foram em 2003 e 2007 com o Milan e em 2014 com o Real.

Para conquistar o torneio mais uma vez, o treinador do Real Madrid conta com um elenco fiel ao seu lado. Em entrevista ao ESPN.com.br, Alexandre Pato, ex-comandado de Don Carlo no Milan, contou como o italiano consegue ‘conquistar’ seus jogadores.

“Se você olhar outro dia, o Marcelo e o Kroos conversando com o Ancelotti sobre quem entraria no jogo. Ele dá essa liberdade e é um treinador que taticamente é muito bom, mas se pensar internamente como líder e grupo é 100%! É muito respeitado, sabe fazer grupo, não tem vaidade. É trabalhador, mas ao mesmo tempo dá liberdade para o jogador colocar na mesa o que pensa”, disse.

“Muitos treinadores não te dão essa liberdade. Onde ele vai, é campeão. A gente sabe. Mas dentro de campo os jogadores muito para ele. Óbvio que o Benzema é um grande jogador, mas se você ver o que o ele corre, o que Vini corre, o que o pessoal do Real Madrid corre é tão bacana. Você olha depois os vídeos dos meninos comemorando o título, você vê ele abraçando e brincando com todo mundo. Essa relação que ele tem com os jogadores é muito importante mesmo”, completou.

Pato ainda comentou da relação que tinha com o treinador italiano nos tempos de Milan, agradecendo toda a ajuda que o comandante deu a ele e até mesmo sobre seu filho.

Ancelotti para mim vai sempre estar no meu coração. Ele foi ao Canadá me olhar, quis que fosse ao Milan. Me ajudou muito, me apresentou a família dele e colocou o apelido do cachorro dele de Pato (risos). Tenho um carinho por ele. Fico muito feliz porque o auxiliar dele é o filho e o conheci pequeninho”, relembrou.