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Messi deseja comprar 35% das ações de clube e atuar como sócio e jogador antes de se aposentar, diz jornalista; veja o time escolhido

Craque do Paris Saint-Germain deverá seguir sua carreira na MLS a partir de junho de 2023, quando se encerra o vínculo com o clube atual


Há menos de um ano no Paris Saint-Germain, Lionel Messi poderá ter um novo destino no futuro próximo. De acordo com informações do repórter Alex Candal, da DirecTV, da Argentina, o craque estaria disposto a ir à MLS a partir de junho de 2023, data na qual se encerra o vínculo com os franceses.

O clube escolhido seria o Inter Miami, de David Beckham e também do bilionário norte-americano Jorge Mas. Além de atuar pela equipe, Messi ainda faria um aporte financeiro para adquirir 35% das ações da instituição. Ainda de acordo com o repórter, a ideia do argentino é se aposentar após o período na MLS.

A publicação vai além e informa ainda que um possível contrato entre as partes está redigido e pronto para que Messi assine. Em seguida, aconteceria o anúncio oficial da bombástica contratação por parte dos norte-americanos. De qualquer forma, o craque ainda tem mais um ano de acordo com o PSG.

Contratado com status de ‘maior nome da história’ do clube francês, Messi não tem tido facilidade no Parque dos Príncipes. Sob o comando de Maurício Pochettino, os craques do PSG parecem não ter ‘dado liga’ e pouco encantaram a torcida.

A grande decepção ficou por conta da eliminação para o Real Madrid, ainda nas oitavas de final da Uefa Champions League.

Messi, assim como Neymar e outras estrelas, foram vaiados após a conquista da Ligue 1, uma vez que a torcida ainda não havia superado a queda na competição continental, grande objetivo do PSG e sonho de Nasser Al-Khelaifi, responsável por dirigir o clube francês.

Uma possível ida de Messi à MLS é especulada há anos. Desde os tempos de Barcelona, uma ida do craque aos Estados Unidos como sinal claro de aposentadoria era indicado. Hoje, aos 34 anos, o argentino tem como último ‘grande desafio’ a Copa do Mundo do Qatar, no final do ano, título ainda inédito em sua vasta galeria de troféus.