<
>

Caique Oliveira, da FURIA, comenta investimentos da ESL no RENNSPORT e diferenças com outros simuladores

O jogador representará o Brasil neste fim de semana, nos dias 3 e 4 de junho, no Major do jogo


Levando as cores verde e amarelo a Munique para representar o Brasil, Caique Oliveira será o atleta da FURIA que disputará o primeiro Major de RENNSPORTS (ou R1). O novo simulador de corridas chega ao mercado para rivalizar com grandes títulos, como Gran Turismo, e o Pantera conversou com a ESPN Esports Brasil para contar sobre a aproximação com o título, diferenças e os investimentos feitos pela desenvolvedora e a ESL - organizadora do Major.

Chegando ao mercado de simuladores para ser “mais do que um jogo de corrida”, de acordo com o slogan, o RENNSPORT ainda encontra-se em beta fechado e está disponível apenas para algumas pessoas selecionadas. Ao comentar sobre a oportunidade de testar o jogo em primeira mão - e já ter suas primeiras experiências competitivas -, o piloto da FURIA conta como entrou no mundo do R1.

“Tudo aconteceu muito rápido. Sobre essa questão do jogo, foi um convite que a FURIA fez principalmente pro nosso piloto Jeff Giassi e foi pra montar um elenco brasileiro, com os melhores pilotos da atualidade [...] Montando esse elenco, tivemos esse suporte da ESL junto da desenvolvedora e eles liberam essas betas para os pilotos que fazem parte do competitivo”, revela.

Aliado à oportunidade de ser um dos primeiros a correr dentro das pistas do novo jogo de simulação, Caique também revela que esta é uma forma dos jogadores que estão dando esses primeiros passos de preparar o jogo para o lançamento ao público geral.

“Além de treinar, a gente também dá muito feedback de melhoria, faz muitos testes e coisas pra ajudar no desenvolvimento do jogo [...] pra quando ele sair pro público ser algo, mesmo em uma beta, muito interessante e uma experiência nova de simulação”, conta.

O que existe de diferente nesse jogo?

Apesar de ainda não estar liberado para o público geral, o RENNSPORT já começa a mostrar um futuro promissor em questão de investimento, com a ESL - uma das maiores organizadoras de campeonatos para o Counter-Strike, por exemplo - estando por trás de seu primeiro Major, o ESL R1 Spring Major.

O Pantera observa o que acha sobre o investimento feito pelo jogo no cenário competitivo: “O que eu vejo do R1 é a proposta, principalmente a longo prazo, de estabelecer um circuito e um formato de campeonatos - um suporte aos esports, que até o momento não temos. Isso principalmente com o envolvimento da ESL, já tivemos o evento de inauguração no IEM Katowice, que fomos lá e foi o início do campeonato em LAN pra ter um gostinho do futuro”.

Em termos de investimento e visão para o futuro do jogo, Caique observa que o cenário está se desenhando para tomar o formato de algo parecido com o que acontece com o Counter-Strike atualmente, que com o sistema de circuito aberto permite a realização de diversos campeonatos ao longo do ano.

“Tendo essa proposta do Major, tendo a temporada 1 e 2, além de eu sentir que eles são muito abertos a conteúdos. Não é só GT, vai ter Fórmula, protótipo, maneiras das pessoas que não estão no cenário competitivo terem um ranque pra competir por vagas de campeonatos. Vejo que a proposta é ser mais ou menos o que é um Counter-Strike, de ter um circuito aberto de campeonatos premier, Majors, realmente ter premiações grandes e contar histórias do simulador”

O Major de R1 acontece neste fim de semana, com os 25 melhores pilotos do mundo todo disputando o primeiro título de um campeonato deste porte em Munique. Começando a partir das 7h (de Brasília), Caique também revelou que a data do beta para o público será divulgada ao longo do evento.