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Toti deixa diretoria da Vorax após polêmica sobre 'benefícios' da ditadura

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Marina Leite fala sobre a participação da Vorax em VALORANT. (1:35)

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A Vorax, após reunião extraordinária do seu corpo diretivo nesta quarta-feira (31), afastou o então diretor Aristóteles de Zevedo, conhecido como Toti, de suas funções dentro da organização. A decisão da Vorax foi motivada pela manifestação de Toti em suas redes sociais a favor da ditatura militar que comandou o Brasil por 25 anos.

Toti respondeu a um twitter na qual Marina Leite, CEO da Vorax deixava claro que este período do Brasil deveria ser “lembrado, estudado, conhecido e repudiado”. O ex-diretor postou que “analisava os benefícios do Exército tomar o poder novamente no Brasil”.

Momentos mais tarde, Aristóteles voltou a se manifestar, desta vez pedindo desculpas e dizendo que houve má interpretação de suas palavras após conversar com Marina.

Já o anúncio do afastamento, feito após a reunião, a Vorax afirmou que as opiniões de Toti “não refletem o posicionamento da organização” e que a Vorax com uma “equipe diversa e que acredita nos valores de inclusão, representatividade e democracia”.