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INTZ usou período antes das finais da Pro League de Free Fire para "arrumar erros", diz Lucas7

Equipe de Free Fire da INTZ na segunda temporada da Pro League do jogo. Reprodução

Já classificada para a fase final da segunda temporada da Pro League de Free Fire por ter terminado a edição anterior no ‘Top3’, a INTZ aproveitou que não precisou disputar a primeira fase da competição para arrumar “todos os nossos erros cometidos na última etapa, para que nessa a gente leve o título”. Foi o que revelou Lucas7 em entrevista ao ESPN Esports Brasil.

Segundo o jogador, desde quando o time recebeu a proposta para defender o clube Intrépido em janeiro deste ano, “nada mudou, apenas nos fez jogar mais ainda colocando mais intensidade nos treinos”.

Para compensar a falta de jogos oficiais e não ficar atrás de outros times que vão lutar pelo título da Pro League, Lucas7 afirmou que a INTZ começou “a participar de campeonatos amadores feitos pelos próprios jogadores e até mesmo valendo muito dinheiro, sempre procurando melhorar nosso estilo de jogo”.

Sobre as expectativas da equipe para as finais da segunda temporada, o Intrépido apontou que esta edição do campeonato “está bem mais difícil que a última que jogamos”. Ainda de acordo com o jogador, “quase todas as participantes são muito fortes. Então, não acho que tem apenas uma favorita ou que dê trabalho, mas sim várias equipes”.

O integrante da INTZ, Lucas7, acredita que Free Fire conquistou essa legião de fãs “por ser um jogo não só de habilidade, mas sim de sorte também”. Característica esta que, na visão do Intrépido, torna o Battle Royale mobile “mais emocionante”.

Lucas7 disse categoricamente que “Free Fire anda mudando a vida de muitos e mostra que é um jogo totalmente competitivo”. Sobre o preconceito que a modalidade recebe, o Intrépido joga panos quentes dizendo que a modalidade é algo “novo no século”, mas “que tem tamanho até mesmo para passar ao vivo nas emissoras”.

Quanto Free Fire ser considerada por muitos como uma modalidade onde a sorte fala mais alto que a habilidade, o Intrépido respondeu que é “um pouco de tudo”. Para Lucas7, o jogador “não precisa ter só habilidade com os dedos, como também tem que contar com a sorte. Tem momentos em que a safe ‘trolla’ bastante e acaba não fechando onde estudamos que iria fechar”.

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FINAIS DA SEGUNDA TEMPORADA

A segunda temporada da Pro League de Free Fire chega ao fim neste sábado (20), com 12 das melhores equipes do Brasil em São Paulo duelando entre si para ver quem ficará com a maior fatia dos R$ 35 mil em prêmios.

Campeã da última edição, a Red Canids entra na competição diretamente na fase final junto com INTZ e Vivo Keyd. Já Brabox Team, Ice Death, LENDÁRIOS, LOS GRANDES, LOUD, NEW X, RyZe United, STARS e Warriors LINE foram as melhores equipes da fase de pontos da segunda temporada.