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Vôlei: Thaisa confessa pensar em Tóquio-2020 após ter pedido afastamento da seleção brasileira

Divulgação/FIB

Há quatro meses, Thaisa afirmou que precisava descansar o corpo e a mente e que, em prol de uma longevidade nas quadras, estava se despedindo da seleção brasileira de vôlei. Mas a menos de um ano dos Jogos Olímpicos de Tóquio, a central bicampeã olímpica pode repensar a sua decisão.

“Se disser que não penso, estaria mentindo. Penso sim. Mas acredito que o caminho até lá é focar no clube, treinar muito, fazer uma excelente temporada, me cuidar ao máximo... Aí sim, dá para merecer estar de volta e poderei pensar em um retorno. Mas, até lá, tem um longo caminho pela frente”, afirmou Thaisa, que jogará essa temporada pelo Itambé/Minas.

Assistir aos retornos das amigas Fabiana e Sheilla à seleção brasileira também vem motivando Thaisa. “Sinto saudades delas demais, de treinar juntas, de jogar conversa fora. Me faz lembrar de todos os 11 anos, só de seleção, que jogamos juntas”.

Apesar de admitir a possibilidade de voltar a defender o Brasil, Thaisa afirma que o técnico José Roberto Guimarães tem boas jogadoras na posição. “Ele tem várias e ótimas centrais esse ano. Graças a Deus! Daí para melhor”.

A temporada no Itambé/Minas começou em julho, quando foram iniciadas as primeiras atividades físicas. Na última temporada da Superliga, Thaisa ultrapassou a marca dos 1.000 bloqueios e foi a segunda melhor central da competição atuando pelo Hinode Barueri (SP).

“Estou super ansiosa para estrear. Já estou há meses sem jogar e agora começou a dar saudades. Ainda tem um tempinho para treinar e começar para valer os campeonatos por aqui”, disse