Um domingo especial para Megan Rapinoe. A atleta de 34 anos anotou um gol no triunfo por 2 a 0 sobre a Holanda na final da Copa do Mundo feminina, alcançou a artilharia e foi eleita a melhor jogadora do torneio.
Após a partida, a meio-campista dos Estados Unidos disse o que torna o grupo de jogadoras tão singular.
“Somos loucas, isso que nos torna especial. Não existe ‘desistir’ dentro de nós”, comentou a atleta mais velha a marcar um gol em final de mundial feminino.
“Não sei se consigo descrever. É inacreditável. Só de saber que tantas pessoas no nosso grupo trabalharam tanto. Obviamente, as jogadoras, temos todos familiares e amigos aqui. É surreal. Não sei como me sentir agora. É ridículo”, brincou Rapinoe.
Bola de Ouro e Chuteira de Ouro, Rapinoe também ganhou notoriedade durante o torneio por suas declarações fortes contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Homossexual assumida, a atleta afirmou no último sábado que poucos membros do grupo aceitariam visitar a Casa Branca, ritual comum para os campeões no país.
“Eu não iria, Ali Krieger não iria e suspeito que não muitas, se é que alguma das outras jogadoras iria”, disse.
