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Jogadora da seleção dos EUA diz que não vai para a 'p... da Casa Branca' e Trump rebate nas redes sociais

A polêmica envolvendo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a capitã da seleção norte-americana, Megan Rapinoe, ganhou novos capítulos em meio à disputa da Copa do Mundo.

Depois de protestar durante a execução do hino nacional em partida do Mundial, Rapinoe afirmou que não iria à Casa Branca em caso de título, e duvidou até mesmo que o convite seria feito por parte do presidente.

“Eu não vou para a p... da Casa Branca”, disse Rapinoe em vídeo que foi divulgado nas redes sociais da revista Eight by Eight.

“Não, eu não vou para a Casa Branca. Nós não vamos ser convidadas. Eu duvido”, completou.

Nesta quarta-feira, Donald Trump usou sua conta no Twitter para rebater as declarações da jogadora e já combater às atletas independente do resultado em campo, enquanto fazia propaganda de seu governo e críticas à outros alvos.

“A jogadora Megan Rapinoe acabou de afirmar que ela ‘não vai para a p... da Casa Branca se vencer’. Além da NBA, que agora se recusa a chamar proprietários de proprietários, ligas e times amam vir à Casa Branca”, afirmou.

“Sou um grande fã da seleção americana, e do futebol feminino, mas Megan (sic) deveria vencer antes de falar! Termine o trabalho!”, continuou.

“Não convidamos Megan ou o time ainda, mas eu agora estou convidando o time, ganhe ou perca. Megan nunca deveria desrespeitar nosso país, a Casa Branca, ou nossa bandeira, especialmente depois de tanto ter sido feito por ela e pelo time. Sinta orgulho da bandeira que veste”, completou.

Rapinoe, que marcou dois gols nas oitavas de final contra a Espanha, já havia afirmado que não aceitaria um convite em caso de título.

“Eu não vou fingir, confraternizar com o presidente, que é claramente contra tantas coisas que eu apoio e muitas coisas que eu realmente sou. Não tenho interesse em estender nossa plataforma para ele”, afirmou a jogadora em entrevista à Sports Illustrated no mês passado.