Em maio desse ano, Serena Williams fez uma publicação em seu Twitter dizendo que a USADA estava em sua casa novamente, pela segunda vez na semana. O post dizia: “E... Assim o antidoping está aqui... Novamente... Pela segunda vez nessa semana. Orgulho em participar para continuar mantendo o esporte limpo. Mesmo que eles estejam me testando com minha 454 colocação no mundo. Duas vezes toda semana”.
And...... just like that anti doping is here ....again... second time this week. proud to participate to keep the sport clean. Even if they do test me at my current ranking of 454 in the world. Two times every week #BeingSerena
— Serena Williams (@serenawilliams) 21 de maio de 2018
Na ocasião, Serena teria se negado a fazer a se testar, mas segundo a regra, o atleta deve ser notificado sessenta minutos antes que será submetido ao teste para avisar do seu paradeiro e a atleta, neste caso, não teria sido avisada e o fato de ela se negar não seria dado como teste perdido.
Embora a publicação de Williams no Twitter tenha sido há mais de um mês, o que tornou o caso público foi o fato de que, no aeroporto de San Francisco, Califórnia, Steve Simon, chefe da WTA, foi ouvido discutindo em seu celular sobre o ocorrido e alguém encaminhou para o site Deadspin, que escreveu sobre na noite de quarta-feira (29).
De acordo com a base de dados da USADA, a ex número um do mundo teria sido testada cinco vezes no ano de 2018. Isso faz com que ela tenha sido submetida aos testes cinco vezes mais do que os outros atletas, inclusive sua irmã, Venus Williams, que foi testada apenas duas vezes. Outros atletas ainda nem foram testados.
Embora a atleta tenha um porte físico diferente das outras atletas e seja perceptivelmente mais forte, em 23 anos de carreira, ela nunca testou positivo no doping, segundo um porta-voz relatou ao site Deadspin.
O time de Serena acredita que o teste está sendo feito de forma invasiva para a atleta e a USADA, por sua vez, não ofereceu nenhuma explicação ao ocorrido. Estaria Williams sendo perseguida?
