A ESPN divulgou seu terceiro “World Fame 100”, que ranqueia os cem atletas mais famosos do planeta, e o espnW tem muito para celebrar. Porque afinal, quem não pensa em brilho, glamour e holofotes quando a fama vem em mente? E mais importante: o que é uma celebração do “espnW World Fame” sem algumas mulheres incríveis?
Usamos a fórmula adotada pela ESPN, que define sua classificação por meio do Google Trend, quanto ganham e seguidores nas mídias sociais, para encontrar as 25 atletas mais famosas do mundo. As doze primeiras aparecem no "World Fame 100" completo. Alguns nomes você vai reconhecer, outros talvez seja uma surpresa.
Então, pegue uma garrafa de champanhe caríssima, estenda seu tapete vermelho e confira nosso ranking de 25 atletas mais famosas do mundo.
(Vá até o final)
1. Serena Willams
Estados Unidos, tênis
Nos 14 meses entre sua última partida de 2017 (quando ela conquistou seu 23º título de Grand Slam) e seu retorno para a WTA depois de sua licença maternidade em março de 2018, Serena Williams, que está em 12º no World Fame 100, permanece como a atleta de tênis de maior visibilidade. Classificada como número 1 do mundo pela 319ª semana de sua carreira antes de se despedir, ela apareceu em capas da Vanity Fair (nua e grávida), Brides (em dois ou três – sim, três – vestidos de casamento) e Vogue (com sua filha Olympia), conversou com Gayle King no TED em Vancouver, redigiu um artigo sobre a diferença salarial entre homens e mulheres para Fortune, gravou um documentário pela HBO que será lançado em maio e casou-se com um dos fundadores da Reddit, Alexis Ohanian em Nova Orleans num casamento para bater de frente com o casamento real. E sua próxima ação: ganhar mais dois Grand Slams e terminar seu conto de fadas.
2. Maria Sharapova
Rússia, tênis
Em abril de 2017, Maria Sharapova voltou para o tênis profissional – graças a grandes torneios em Stuttgart, Madrid e Roma – depois de ficar 15 meses suspensa por doping. Enquanto seus pares reclamaram publicamente que a cinco vezes campeã de Grand Slam e ex número 1 do mundo não devia poder fazer parte novamente de torneios principais, Sharapova, 21ª colocada do World Fame 100, não desistiu, dizendo que preferia dar um passo de cada vez. No outono, depois de ganhar seu primeiro Grand Slam em 19 meses, contra a número 2 Simona Halep no US Open, ela lançou um livro que alcançou a 7ª colocação na lista de best-sellers do New York Times. Em novembro, a russa de 30 anos viajou para Porto Rico para ajudar as vítimas do furacão Maria que devastou a ilha e doou a receita de sua empresa de doces, Sugarpova, para um fundo de socorro. Chamo isso de um ano de reconstrução de marca.
3. Venus Williams
Estados Unidos, tênis
Apesar de jogar de “dama de honra” em 2017 no Australian Open, Wimbledon e finais da WTA – e no casamento da irmã mais nova, Serena, em novembro – Venus Williams experimentou um ressurgimento na quadra, jogando um dos melhores tênis de sua carreira. Aos 37 anos, ela é número 8 do ranking mundial e a mulher americana mais bem classificada em tours. Sua vitória sobre Serena na terceira rodada de Indian Wells em março foi imperdível para a TV, bem como sua derrota chocante nas semifinais. A cada vitória, a Venus, número 48 da World Fame 100, derrota mais que campeãs de Grand Slam – ela está conquistando tempo e expectativas, enquanto dirige uma marca de roupas esportivas (EleVen) e uma empresa de design. Só não espere como Williams pode explicar como faz tudo isso.
4. Saina Nehwal
Índia, badminton
Saina Nehwal é tão boa no badminton que nem uma lesão no joelho ameaça sua carreira – uma que ela sofreu nas Olimpíadas do Rio, em 2016 e não conseguiu impedi-la de dominar. Poucos meses depois de cirurgias frequentes, ela ganhou o segundo bronze consecutivo no campeonato mundial de 2017. E seu joelho melhorou, assim como seus resultados. Nehwal, 50ª colocada no World Fame 100, venceu a número 3 do mundo, Sindhu, no campeonato nacional indiano de badminton em novembro. Então, nos jogos de Commonwealth de 2018, ela conquistou o ouro no evento individual de badminton e ajudou a Índia a vencer seu primeiro evento de equipe. Tão grande é sua contribuição para o esporte indiano, que uma cinebiografia está sendo feia – uma honra que ela compartilha com as lendas do críquete Sachin Tendulkar e MS Dhoni, entre outras.
5. Caroline Wozniacki
Dinamarca, tênis
Quarenta e três. Esse é o número de Grand Slams para a atual número dois do mundo até conquistar o troféu do Australian Open, que ela conseguiu em janeiro, tornando-se a primeira jogadora dinamarquesa a vencer um título de Grand Slam e voltando ao número 1 do mundo pela primeira vez em seis anos. Wozniack voltou a classificação para Simona Halep quatro semanas depois, mas não antes de se tornar a quarta jogadora da história da WTA a passar a marca de 30 milhões de dólares ganhos na carreira. Depois de sofrer contusões durante os anos de 2016 e 2017, Wozniacki, de 27 anos e 66º lugar no World Fame 100, está de volta para vencer. Noiva do ex jogador da NBA David Lee, uma “tia” para dar uma melhor amiga a filha de Serena, Alexis Olympia, e em março, foi eleita a 8ª mulher mais poderosa do esporte internacional segundo a Forbes.
6. Simona Halep
Romênia, tênis
A 25ª mulher a ocupar o primeiro lugar do ranking mundial – que Simona Halep conquistou em outubro de 2017 – ainda está procurando por seu primeiro Grand Slam. Ela chegou perto, fazendo a final do Roland Garros pela segunda vez em junho do ano passado e jogando contra Caroline Wozniacki no Australian Open em janeiro. Armada com um saque muito melhor do que antes, Halep, 77ª do World Fame 100, ficou duas semifinais sem jogar sem um patrocinador em Melbourne – e fechou com a Nike em fevereiro. A favorita dos fãs e duas vezes jogadora mais popular ao ano da WTA, a atleta de 26 anos tem muita energia para jogar em casa, onde seu crescente portfólio imobiliário inclui um hotel quatro estrelas e hotéis em Constanta, Brasov e Mamaia.
7. Alex Morgan
Estados Unidos, futebol
O futebol feminino dos Estados Unidos teve sucesso no exterior no ano passado, na Copa Feminina da França e na UEFA Women’s Champions League nas temporadas 2016-17. A atacante de 28 anos, que provavelmente se tornará a sétima mulher americana (e a 17ª mulher de todos os tempos) a marcar cem gols, fechou o ano de 2017 marcando sete gols em 14 jogos pela equipe americana. Enquanto Alex Morgan, que é número 88 do World Fame 100, foi manchete por sua atuação eletrizante em campo. O império de Morgan está apenas sendo construído. Em abril, foi anunciado que ela estrelará um filme de futebol chamado “Alex e eu”, que será lançado em junho.
8. Fu Yuanhui
China, natação
Depois de ganhar fama nas Olimpíadas do Rio através de seu comportamento sincero e não ortodoxo, Fu Yuanhui teve um 2017 humilde nas piscinas, perdendo por pouco o título de 50 metros costas por um centésimo de segundo e não conseguindo chegar à final dos 100 metros no campeonato Mundial da FINA em Budapeste. Fu, que tem 22 anos e é 89ª colocada no World Fame 100, tornou-se uma sensação da internet no Rio de Janeiro, dando entrevistas e deixando escapar frases que causaram muita surpresa. Os fãs a amavam por ser ela mesma, um desafio à antiga imagem de atletas chineses diante do mundo.
9. Lindsey Vonn
Estados Unidos, esqui
Não havia assento sobressalente no auditório Pyeongchang quando Lindsey Vonn conduziu sua primeira coletiva de imprensa nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2018. Ela foi até lá, segurando seu cachorro, Lucy. Vonn, 95ª colocada do World Fame 100, foi uma das estrelas dos jogos nesse ano e a esquiadora mais talentosa de sua geração, beliscando um bronze na descida, tendo sofrido muitas quebras, fraturas e lágrimas desde que venceu o ouro em 2010. Foi uma Olimpíada impulsionada pela pressão para terminar em alta, mas também muita emoção após a morte de seu avô três meses antes. Seus jogos terminaram com propriedade, espalhando algumas das cinzas de seu avô em uma pedra perto das descidas, onde ela colocou junto suas medalhas de bronze.
10. Michelle Wie
Estados Unidos, golfe
Para Michelle Wie de 28 anos, a maior parte de sua vida foi investida no centro das atenções do golfe. Desde que foi considerada um fenômeno adolescente e com potencial para concorrer o PGA Tour com 13 anos, a fama de Wie não é estranha (ela é 97ª colocada no World Fame 100). Seis dias antes de seu aniversário de 16 anos, Wie mudou seu status de amadora para profissional, instantaneamente tornando-se a jogadora de golfe mais bem paga do mundo. Desde que passou a fazer parte do LPGA Tour em 2009, a havaiana conquistou cinco vitórias no LPGA, incluindo o US Women’s Open de 2014. Mas Wie lutou depois de sua grande vitória e não conseguiu o primeiro prêmio até o seu primeiro Campeonato Mundial Feminino em 2018. Apesar de seus altos e baixos na tour, uma coisa permaneceu constante: seu patrocinador lucrativo e de longa data, a Nike. Sem mencionar que Wie e seus amigos de LPGA estão dando a Fowler e sua equipe Spring Break uma corrida pelo dinheiro.
11. Victoria Azarenka
Bielorrússia, tênis
Victoria Azarenka, uma nova mãe cheia de motivação e com profundo senso de responsabilidade, estava ansiosa em como seria ir para a quadra de grama na temporada 2017. Mas uma ordem judicial resultante de uma batalha de custódia com o pai de seu filho recém-nascido, parou a bielorrussa em seu caminho depois de dois eventos (ela foi de 4 a 2, com duas vitórias em Wimbledon). Incapaz de viajar com o filho Leo, Azarenka optou por ficar. O caso de custódia está em andamento. Azarenka, 28 anos e 98ª colocada no World Fame 100, juntou-se a Serena Williams para fazer lobby junto às autoridades do tênis, a fim de oferecer maior apoio à maternidade no caminho de rankings.
12. Saina Nehwal
Índia, badminton
Sania Mirza foi vista no lado bom e mau da fama. Quando ela começou, estava se esforçando para se tornar a primeira mulher muçulmana a jogar tênis profissionalmente na Índia. Isso significa lidar com críticas implacáveis: sua saia de jogo era muito curta, ela usava muita maquiagem, e era muito orientada para seguir sua carreira. Apesar de tudo, ela conseguiu. No tribunal e fora dele. Mirza, completando o World Fame 100 na 100ª colocação, foi nomeada a Embaixadora da Boa Vontade das Mulheres na ONU para o Sul da Ásia e, em 2016, teve seu nome na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo. Mirza está atraindo mais atenção do que nunca com o anúncio de sua gravidez com o marido e ex-capitão paquistanês de críquete Shoaib Malik.
13. Garbine Muguruza
Espanha, Tênis
A campeã de Wimbledon e 3ª melhor jogadora do mundo é a única representante espanhola na lista de 25 atletas mais famosas do espnW. Muguruza derrubou Venus Williams no ano passado na final do Wimbledon, vencendo seu segundo Grand Slam, depois de vencer o Open da França em 2016. Seu sucesso na quadra se converteu em aparências de um alto perfil e conquistas fora da quadra: ela caminhou pelo tapete vermelho no Oscar 2018 vestida pelo estilista espanhol Hannibal Laguna, tornou-se o rosto inspiração da linha de tênis adidas retrô de 2017, do vencedor do Grammy, Pharell Williams, para a Adidasand, ao lado de Caroline Wozniacki e Angelique Kerber, assinado como uma das líderes do esporte feminino da Rolex.
14. Danica Patrick
Estados Unidos, automobilismo
A fama dentro e fora da pista de Danica Patrick, a única mulher a vencer uma IndyCar Series, foi muito bem documentada na última década. Agora, como sua carreira de motorista está chegando ao fim – ela vai se aposentar depois de sua última Indi 500 Race esse mês – Patrick está mergulhada de cabeça em sua nova marca. Seu novo livro, “Pretty Intense”, que detalha seu “90 dias no plano de mente, corpo e comida”, lançado em dezembro, e ela disse que gostaria de se concentrar na sua marca de vinhos (Somnium) e sua marca de roupas (Warrior) e iniciar um programa de culinária na aposentadoria.
15. Ding Ning
China, tênis de mesa
Alguns não são tão familiarizados com Ding Ning, mas deixe-nos introduzir: ela era membro o time de tênis de mesa campeão da China nas Olímpiadas de 2012 em Londres, onde ela voltou para casa com prata no individual. Ela venceu o Campeonato Mundial de Tênis de Mesa (individual) em 2011, 2015 e 2017, bem como a Copa do Mundo de 2011 e 2014. (A contagem de suas medalhas torna-se difícil quando se envolve os campeonatos em equipe). E de acordo com o ranking da ESPN, ela é a mulher mais famosa do tênis de mesa na China, com mais de 2 milhões de seguidores no Weibo, uma das maiores plataformas de mídias sociais da China.
16. Tessa Virtue
Canadá, patinação artística
Com seu parceiro Scott Moir, a canadense dançarina do gelo Tessa Virtue tornou-se uma das maiores figuras Olímpicas depois de conquistar duas medalhas de ouro nos jogos de Pyeongchang. Sua performance de tirar o fôlego para “Moulin Rouge” incendiou a internet com especulações se eles dois eram um casal na vida real, uma pergunta que a Ellen DeGeneres fez em uma entrevista no seu programa. (Desculpa, mundo, eles disseram que não). Desde as Olimpíadas, Virtue and Moir tem curtindo sua vitória no Canadá, em turnê com Stars O|n Ice, saindo com Drake em jogo dos Raptors e fazendo planos para o futuro. Vamos esperar que estejam um com o outro!
17. Simone Biles
Estados Unidos, ginasta
Simone Biles estreou no World Fame 100 no ano passado, em 48º lugar – sem surpresas, levando em consideração que a ginasta havia conquistado ouro no salto, no solo e todas as provas gerais das Olimpíadas do Rio de Janeiro nove meses antes. (Ela também ajudou o time dos Estados Unidos chegar ao ouro). Embora ela tenha saído do top 100 em 2018, ela fez parceria com a Target e a Always para se tornar uma porta-voz da Girls on the Run, uma organização sem fins lucrativos que ajuda jovens meninas a ganhar confiança e habilidades para a vida através da corrida. Ela deu a si mesma um ano de descanso depois do Rio (“nem a menos e nem a mais”, ela disse à Alyssa Roenigk, do espnW) e contratou um novo treinador (“a mudança é boa”). Agora, sua visão está voltada para Tóquio 2020.
18. P.V. Sindhu
Índia, badminton
No país onde Saina Nehwal é tratada como rainha do badminton, é fácil para uma jovem jogadora se perder neste processo. Mas a número três do mundo P.V. Sindhu, de 22 anos, estamos tendo certeza de que isso não está acontecendo. Sua contagem de medalhas fala por si: prata nas Olimpíadas do Rio, prata no Campeonato Mundial de 2017 e ouro e prata nos jogos de Commonwealth em 2017. O governo indiano a concedeu alguns dos maiores prêmios esportivos e civis (Prêmio Arjuna, Padma Shri e Rajiv Gandhi Khel Ratna) na história do país. E ela está fazendo cabeças se desligarem da quadra, também. Como em 2017, ela foi número dois do ranking na lista das atletas indianas mais bem pagas – apenas atrás da capitã de críquete Virat Kohli, que é 11º lugar no World Fame 100 – ganhando cerca de 7.3 milhões de dólares de acordo com o Economic Times.
19. Angelique Kerber
Alemanha, tênis
2017 foi um ano muito duro para a até então líder do ranking alemão, que chocou na primeira rodada no Aberto da França e no US Open (ela saiu do top 10 um tempo depois). Mas depois da última temporada, ela contratou um novo treinador, o belga Wim Fissette e está mudando tudo. Ela chegou a semifinal do Australian Open, trilhando seu caminho de volta para o top 10. E apesar de sua queda, ela ainda era uma das tenistas mais bem pagas do mundo em 2017, com US$12,6 milhões em ganhos totais e US$7,6 milhões em prêmios em dinheiro, segundo a Forbes. Patrocinada pela Adidas e Yonex, Kerber assinou com a Rolex em 2017 e foi nomeada uma das embaixadoras da UNICEF.
20. Aline Zagitova
Rússia, patinação artística
Falando sobre um momento olímpico: a russa de 16 anos Alina Zagitova tornou-se a mais jovem patinadora artística desde que Tara Lipinski ganhou ouro treinando com seu parceiro Evgenia Medyedeva em Pyeongchang. Seus pais tinham seu futuro em mente quando eles deram a ela o nome de Alina Kabaeva, a ginasta russa que venceu ouro em Atenas. (Nota: há rumores de que Kabaeva é namorada de Vladimir Putin). Zagitova, desde então, conheceu Putin, que lhe concedeu a Ordem de Amizade por suas conquistas na Coreia.
21. Agnieszka Radwanska
Polônia, tênis
Agnieszka Radwanska, de 29 anos não teve sua melhor temporada na quadra em 2017, sofrendo por lesões no pé durante boa parte do ano. Com um record 25-18, ela finalizou a temporada na 28ª colocação, sua pior performance desde 2006. Apesar de seu desempenho mediano em quadra (ela teve um início lento em 2018 depois de uma lesão nas costas no Aberto da França), ela tem tido uma vida ocupada fora das quadras. Ela casou com seu parceiro de longa data e jogador de tênis Dawid Celt em uma igreja da Polônia no último ano, com suas amigas próximas presentes: Caroline Wozniack e Angelique Kerber.
22. Evgenia Medvedeva
Rússia, patinadora artística
As expectativas eram tão altas para a russa de 18 anos, que uma prata em Pyeongchang só poderia ter sido vista como uma decepção. Evgenia Medvedeva foi invicta em competições internacionais por mais de dois anos até sofrer uma lesão no pé apenas dois meses antes dos jogos olímpicos. Quando ela perdeu a medalha de ouro para sua jovem parceira de treino Alina Zagitova, então com 15 anos, Medvedeva pareceu brava. Mas em maio, ela anunciou que estava se separando de seu antigo técnico, o mesmo que treina Zagitova. Fora do gelo, Medvedeva é grande fã de anime e k-pop: ela patinou com uma roupa de Sailor Moon, faz tweets sobre seus programas favoritos – incluindo a série “Yuri on Ice” – e, o mais importante para ela: conheceu a Banda K-pop EXO nas cerimônias de encerramento.
23. Aly Raisman
Estados Unidos, ginasta
Aly Raisman é nada mais nada menos do que seis vezes medalhista de ouro nas olimpíadas e capitã do time americano de ginastas de 2012 e 2016. Desde novembro, quando ela apareceu no “60 Minutos” da CBS para revelar que ela foi vítima do criminoso sexual Larry Nassar, Raisman tornou-se porta voz das ginastas que sofreram abuso nas mãos dele. “Esse grupo de mulheres que você abusou com tanta crueldade por um longo período de tempo são agora uma força, e você não é nada” – disse ela à Nassar em sua audiência em janeiro. Ela não parou por aqui. Em março, Raisman processou o Comitê Olímpico dos Estados Unidos e de ginastas, alegando que ambas as organizações “sabiam ou deviam saber” sobre o abuso do ex médico da antiga equipe, que agora está preso. “Eu me recuso a esperar que essas organizações façam a coisa certa”, disse Raisman em um comunicado na época. “É minha esperança que o processo legal os responsabilize e permita a mudança que é tão desesperadamente necessária”. Raisman está encontrando a sua voz... E contando.
24. Paige VanZant
Estados Unidos, MMA
Antes de uma noite de luta do UFC em dezembro de 2016, Paige VanZant não estava discutindo sua próxima luta com Michelle Waterson. Em vez disso, a peso-mosca foi questionada principalmente sobre sua recente aparição em "Dancing with the Stars". "Ninguém perguntou a Antonio Brown ou Von Miller se eles estavam voltando para a NFL [depois de estar no DWTS]", disse ela à ESPN, na época, Brett Okamoto. "Talvez seja uma coisa estereotipada, porque eu sou uma garota em algo que eu não necessariamente pertenço? Eu aceito isso como um elogio. Eu pertenço a Hollywood, mas eu também pertenço ao UFC." VanZant é 7-4 após duas derrotas consecutivas - um para Waterson, e a próxima por decisão unânime para Jessica-Rose Clark, em janeiro de 2018. (VanZant quebrou o braço na primeira rodada da luta... e ainda voltou para terminar a luta de três rounds.) Fora do octógono, VanZant tem promovido seu livro: "Rise: sobrevivendo à luta da minha vida", onde ela diz que foi sexualmente agredida quando tinha 14 anos de idade.
25. Jwala Gutta
Índia, badminton
Jwala Gutta, 34 anos, tem representado a Índia na arena internacional por mais de 15 anos. Ela conquistou medalhas de ouro pela Índia nos campeonatos Mundiais e Asiáticos e fez o país se importar o dobro com o badminton. Mas isso só fez sentido quando, em 2017, ela decidiu assumir um outro papel: ela foi nomeada pela Associação de Badminton da India (BAI) para ser treinadora das duplas femininas. Ela ainda não se aposentou, mas ela diz que já está pensando em maneiras de melhorar o status do badminton de duplas na Índia. Fora do badminton, Gutta é conhecida por seus comentários sinceros - ela chamou a atenção do governo da BAI e da Índia por discriminação e, quando ela não está lutando por seus direitos, ela luta pelos direitos das mulheres e pelos dos animais.
