Ligas Negras importam

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

Major League Baseball, a liga maior. Suas estatísticas são a referência de grandeza do beisebol, assim como suas marcas são os recordes que valem. Ligas de outros países até têm relevância local, mas esta é a única reconhecida mundialmente. Pois, a partir deste ano, essas estatísticas e marcas receberão o histórico das Ligas Negras que existiram na primeira metade do século 20. Alguns recordes terão de ser redefinidos e, como praticamente tudo no mundo de hoje, virou tema de debate, contestação e acusação de politização do esporte.

As Ligas Negras foram diversas competições realizadas principalmente na primeira metade do século 20 apenas por jogadores negros. E, por “negros”, entenda-se “negros e latino-americanos de pele um mais escura que a média entre americanos brancos”, de acordo com os critérios da época. Na época, esses jogadores eram barrados na MLB por um acordo não-escrito entre donos de clubes e tiveram de criar suas próprias ligas para poderem viver de seu talento. 

Com o início da integração racial, em 1947, as principais estrelas das Ligas Negras foram contratadas por times da MLB. Aos poucos, essas ligas perderam seus principais nomes, o público foi migrando para a Major League e elas acabaram extintas em alguns anos.

Jackie Robinson, primeiro jogador a sair das Ligas Negras para se tornar estrela da MLB
Jackie Robinson, primeiro jogador a sair das Ligas Negras para se tornar estrela da MLB Getty

A aceitação do legado das Ligas Negras foi gradual. Em 2006, foi criado um comitê para imortalizar seus principais nomes no Hall da Fama do Beisebol. O Hall da Fama das Ligas Negras se tornou mais conhecido e respeitado pela comunidade do esporte. Ainda assim, as façanhas técnicas em campo não eram equiparadas às da MLB. Suas marcas não valiam.

Quando a própria MLB anunciou que colocava as Ligas Negras no patamar de “Grande Liga”, uma parcela de torcedores reclamou, alegando que a liga pretendia apenas melhorar sua imagem diante da comunidade negra, pois não seria justo equiparar o nível técnico. Mas será que é tão injusto assim?

Há dois argumentos fundamentais nessa questão. Primeiro: até a integração racial ser realmente efetiva, e aí já falamos do meio de década de 1950 ou talvez a de 1960, não dá para cravar que a MLB representava o que de melhor havia no beisebol. Dá para dizer que era o melhor que havia no beisebol praticado por brancos. Por mais que o nível técnico fosse claramente alto, não dá para ignorar que atletas negros e latinos tinham talento para estar naquele cenário, eventualmente dificultando (jogando para baixo) algumas das estatísticas coletadas até aquele momento.

Então, se até a integração são consideradas as marcas do “melhor beisebol entre brancos”, por que não valerem também as estatísticas do “melhor beisebol entre negros e latinos”? Não é justo considerar as duas equivalentes, cada uma dentro da divisão racial existente na época (essa sim, injusta e inaceitável)?

Além disso, é preciso lembrar que as estatísticas aceitas como as das “Grandes Ligas” não se referem apenas à MLB, a união de Liga Nacional e Liga Americana. Há décadas, a Major League Baseball já reconhecia também o valor de ligas criadas nos primórdios do beisebol, algumas delas concorrentes da própria MLB: American Association (1882-1891), Union Association (1884), Players’ League (1890) e Federal League (1914-1915). De acordo com pesquisadores, apenas a AA e a UA tinham nível técnico realmente equivalente ao da Liga Nacional (a Liga Americana não havia sido fundada, então o que entendemos hoje por MLB era apenas a Liga Nacional). Ah, todas essas ligas eram brancas também.

Então, por que é aceito sem tanta contestação que as estatísticas da Liga dos Jogadores e da Liga Federal sejam computadas dentro do guardachuva da MLB, e a das Ligas Negras recebe contestação?

Dessa forma, a decisão de equiparar as Ligas Negras à MLB pode até causar um estranhamento pelo fato de que alguns recordes famosos mudarão de mãos, mas é justo. Justo e atrasado, diga-se.

Fonte: Ubiratan Leal

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Está difícil ser torcedor do Cincinnati Reds | Semana MLB

Ubiratan Leal
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O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

Uma das cenas mais famosas do filme “O Gênio Indomável” (Good Will Hunting), o doutor Sean Maguire (Robin Williams) conta a Will Hunting (Matt Damon) como foi a sensação de ver a vitória do Boston Red Sox sobre o Cincinnati Reds no jogo 6 da World Series de 1975. Foi um dos maiores jogos da história da World Series, decidido por um home run de Carlton Fisk na 12ª entrada. A jogada ocorreu há 47 anos e ainda é contada apaixonadamente por amantes do beiesbol.

Pois aquela foi a última vez que o torcedor dos Reds viu seu time perder uma partida de World Series. No jogo 7 da final daquele ano, o Cincinnati venceu os Red Sox e ficou com o título. No ano seguinte, mais uma decisão para a Big Red Machine, com varrida em cima do New York Yankees. A franquia voltou a disputar o título em 1990, e varreu um lendário Oakland Athletics de Rickey Henderson, José Canseco, Mark McGwire, Willie McGee e o técnico Tony LaRussa.

Barry Larkin, ídolo do Cincinnati Reds campeão de 1990 e ex-técnico da seleção brasileira de beisebol
Barry Larkin, ídolo do Cincinnati Reds campeão de 1990 e ex-técnico da seleção brasileira de beisebol Getty

Tempos de um clube que projetava Cincinnati como um dos grandes centros do beisebol nos Estados Unidos. Era a terra do primeiro time profissional da história da modalidade, o Cincinnati Red Stockings (fundado em 1869). Era a cidade que tinha o privilégio – tem até hoje – de sempre receber uma das partidas do Opening Day, com direito a parada pelo centro para celebrar a volta das grandes ligas. Era a casa do time que superava a limitação econômica imposta pelo seu mercado para estar entre os principais campeões da MLB.

Muita coisa mudou. Os Reds tiveram altos e baixos, mas ainda não retornaram à World Series. Isso nem é um grande problema, considerando que o time foi competitivo em algumas temporadas nesses 32 anos. No entanto, a franquia foi perdendo sua conexão especial com a cidade tanto que a média de público da temporada atual (cerca de 16.899) é bem pouco acima da metade da marca de dez temporadas atrás (31.151 em 2013). Para piorar, o atual comando da equipe que parece não se importar mais em trabalhar para manter a longa e íntima relação de Cincinnati com o beisebol.

Os Reds montaram uma base que parecia promissora. Chegou aos playoffs em 2020 e chegaram perto no ano passado (se os playoffs de 2021 já adotassem as regras da atual temporada, o Cincinnati teria uma vaga). Sinais de evolução após algumas temporada reconstruindo o elenco? Menos. Os donos da franquia não gostaram dos termos do novo acordo trabalhista e decidiram apertar os cintos. Desfizeram-se de alguns jogadores importantes, dando claros sinais de que a equipe daria passos para trás.

A torcida reclamou, criando uma campanha para pedir à família Castellini vender o clube. A resposta de Phil Castellini, presidente dos Reds, em entrevista no dia da estreia do time nesta temporada: “Bem para onde vocês vão? Vender o time para quem? Você quer ter esse debate? O que você faria com esse time para ter mais lucros, ganhar mais dinheiro e competir mais no atual sistema econômico da liga? Seria pegar tudo e se mudar para outro lugar”.

Todd Frazier e Brandon Phillips comemoram vitória dos Reds. Bons tempos de um passado recente
Todd Frazier e Brandon Phillips comemoram vitória dos Reds. Bons tempos de um passado recente Joe Robbins/Getty Images

Como imaginar uma Major League Baseball sem um time em Cincinnati? Inconcebível. Mas ele usou essa carta para ameaçar a própria torcida.

Já estava evidente que a temporada seria dolorosa para o torcedor dos Reds. Mas as coisas sempre podem piorar. O time foi prejudicado com uma tabela cruel nas primeiras semanas. Dos 23 primeiros jogos, apenas cinco foram contra equipes que não são consideradas candidatos aos playoffs, sendo que 11 das 13 partidas iniciais foram como visitante contra os fortes Atlanta Braves, Los Angeles Dodgers e San Diego Padres.

Dá para ser pior? Óbvio que dá!

Só no primeiro mês da temporada, os Reds perderam Joey Votto (melhor jogador da franquia neste século), Jonathan India (eleito estreante do ano em 2021) e Donovan Solano, entre outros nomes. Neste momento, são 14 jogadores no departamento médico do Cincinnati.

Não é de surpreender que os Reds tenham iniciado o ano como o pior time da MLB. Claro, apenas 3 vitórias em 23 jogos é de uma ruindade fora de escala, mas o retorno de alguns jogadores e a chegada de adversários mais acessíveis (estou falando de você, Pittsburgh Pirates) já permitiu ao Cincinnati vencer cinco dos últimos sete jogos. Ainda é a pior campanha da liga, mas os Vermelhos talvez evitem estabelecer novos recordes históricos de ruindade.

Mais difícil mesmo será retomar a relação com a torcida. Isso levará muito tempo. Ou exigirá um bilionário que pague uma quantidade significativa de dólares aos Castellini.

PERSONAGEM DA SEMANA

Reid Detmers? Sério? Salvo pessoas envolvidas diretamente no dia a dia do Los Angeles Angels — como torcedor ou como membro da mídia ligado à cobertura do clube –, ninguém merece condenação por estranhar o autor do mais recente no-hitter da história da MLB. Detmers já chegou a aparecer como uma promessa interessante entre os arremessadores dos Angels, mas parecia que ainda tinha um caminho maior a percorrer até se consolidar.

Há apenas dois anos, o abridor estava no beisebol universitário, brilhando no Louisville Cardinals (teve ERA de 1,23 em sua última temporada). Foi selecionado pelos Angels como a décima escolha geral do draft de 2020, e teve uma ascensão muito rápida no profissional. Em 2021, fez 12 partidas pelo Rocket City Trash Pandas (sim, é esse o nome do time) no nível AA, com ERA de 3,50, e mais duas no Salt Lake City Bees no nível AAA, com ERA de 1,13. Foi chamado pelos Angels rapidamente, abrindo cinco jogos na temporada passada.

O talento é evidente, assim como a dificuldade de adaptação ao nível das grandes ligas. Teve ERA de 7,40 em cinco jogos em 2021 e vinha com 5,32 após mais cinco jogos neste ano. Até que veio a partida contra o Tampa Bay Rays em Anaheim.

Foi um festival de controle e dominância, com nove entradas quase perfeitas (um walk e um erro defensivo afastaram o arremessador do jogo perfeito). Detmers deitou e rolou com seus arremessos secundários, forçando contatos ruins dos rebatedores dos Rays e completou a partida com apenas 108 arremessos e dois (sim, 2) strikeouts. Um no-hitter que pode simbolizar a entrada definitiva de Detmers ao nível de jogo da MLB. Potencial para isso ele já tinha mostrado.

O NÚMERO DA SEMANA

3. Rebater um ciclo – ter uma rebatida simples, uma dupla, uma tripla e um home run no mesmo jogo – é raro. Foram apenas 335 em cerca de 234 mil jogos na história da MLB (0,14%). Christian Yelich atingiu o terceiro de sua carreira na última quarta (dia 11). Apenas John Rilley e Trea Turner alcançaram esta marca. Mas o defensor externo do Milwaukee Brewers foi além: os três ciclos foram contra o mesmo time, o Cincinnati Reds.

VÍDEO DA SEMANA

Seu time está perdendo, aí você consegue um grand slam na nona entrada e força entradas extras. Na 11ª, você rebate um outro home run, agora de três corridas, e deixa seu time com a vitória na mão. Tudo isso contra um rival de divisão. Como celebrar o momento? Josh Naylor mostra:


O QUE VEM POR AÍ

Houston Astros e Boston Red Sox fizeram a final da Liga Americana na última temporada. Os confrontos foram quentes, e os torcedores dos Meias Vermelhas até agora não esquecem uma decisão da arbitragem que pode ter mudado o rumo da série, transformando no que poderia ser a terceira vitória do Boston na segunda do Houston, e transformando o embalo da decisão (terminou em 4 a 2 para os texanos). Nesta semana, as equipes voltam a se enfrentar em três jogos entre segunda e quarta. Os Red Sox precisam das vitórias para recuperar a confiança e entrar na briga pelos playoffs após um início de temporada bastante ruim. E a boa notícia: todos os jogos terão transmissão para o Brasil (veja abaixo). 

Justin Verlander, do Houston Astros
Justin Verlander, do Houston Astros Getty

PROGRAMAÇÃO #MLBnaESPN

Sexta, 13/mai
20h - Toronto Blue Jays x Tampa Bay Rays (ESPN 3 e Star+)

Sábado, 14/mai
20h - Boston Red Sox x Texas Rangers (Star+)

Domingo, 15/mai
20h - San Francisco Giants x St. Louis Cardinals (ESPN 3 e Star+)

Segunda, 16/mai
20h - Houston Astros x Boston Red Sox (Star+)

Terça, 17/mai
20h - Houston Astros x Boston Red Sox (Star+)

Quarta, 18/mai
19h - Houston Astros x Boston Red Sox (ESPN 3 e Star+)

Quinta, 19/mai
20h30 - Arizona Diamondbacks x Chicago Cubs (Star+)

Sexta, 20/mai
20h - Chicago White Sox x New York Yankees (Star+)

MAIS BEISEBOL E SOFTBOL NO STAR+

Sexta, 13/mai
21h30 - LMB: Mariachis de Guadalajara x Algodoneros de Unión Laguna
21h30 - LMB: Bravos de León x Generales de Durango

Sábado, 14/mai
13h - NCAA (beisebol): Kentucky x South Carolina
14h - NCAA (beisebol): Louisville x Virginia Tech
16h - NCAA (beisebol): Ole Miss x LSU
17h - NCAA (beisebol): Pittsburgh x Notre Dame
20 - LMB: Guerreros de Oaxaca x Águila de Veracruz
20h - NCAA (beisebol): Miami x Florida State
21h30 - LMB: Toros de Tijuana x Acereros de Monclova

Domingo, 15/mai
13h - NCAA (beisebol): Pittsburgh x Notre Dame
13h - NCAA (beisebol): Miami x Florida State
14h - NCAA (beisebol): Mississippi State x Texas A&M
16h - NCAA (beisebol): Clemson x Virginia
16h - NCAA (beisebol): Nebraska x Illinois
17h - NCAA (beisebol): Alabama x Auburn
19h - LMB: Bravos de León x Generales de Durango
20h - LMB: Mariachis de Guadalajara x Algodoneros de Unión Laguna

Segunda, 16/mai
21h30 - LMB: Leones de Yucatán x Tigres de Quintana Roo

Terça, 17/mai
21h30 - LMB: Diablos Rojos de México x Guerreros de Oaxaca
21h30 - LMB: Olmecas de Tabasco x Tigres de Quintana Roo

Quarta, 18/mai
21h30 - LMB: Leones de Yucatán x Pericos de Puebla
21h30 - LMB: Generales de Durango x Tecolotes de los Dos Laredos

Quinta, 19/mai
20h - NCAA (beisebol): Jogo a definir
20h - NCAA (beisebol): Notre Dame x Miami
21h - NCAA (beisebol): Jogo a definir
21h30 - LMB: Sultanes de Monterrey x Mariachis de Guadalajara
21h30 - LMB: Saraperos de Saltillo x Toros de Tijuana

Sexta, 20/mai
15h - NCAA (softbol): Jogo a definir
15h - NCAA (softbol): Jogo a definir
16h - NCAA (softbol): Jogo a definir
17h - NCAA (beisebol): Virginia x Louisville
18h - NCAA (softbol): Jogo a definir
19h - NCAA (softbol): Jogo a definir
20h - NCAA (beisebol): Notre Dame x Miami
20h - NCAA (softbol): Jogo a definir
20h - NCAA (softbol): Jogo a definir
21h - LMB: Piratas de Campeche x Diablos Rojos de México
21h - NCAA (beisebol): Jogo a definir
21h30 - LMB: Águila de Veracruz x Tigres de Quintana Roo
22h - NCAA (softbol): Jogo a definir
22h - NCAA (softbol): Jogo a definir
23h - NCAA (softbol): Jogo a definir

Obs.: Horários de Brasília. Grades sujeitas a alteração

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Está difícil ser torcedor do Cincinnati Reds | Semana MLB

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Por que a MLB estaria trabalhando para reduzir os home runs nas partidas | Semana MLB

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

Jackie Bradley Jr, do Boston Red Sox
Jackie Bradley Jr, do Boston Red Sox Getty

O primeiro mês da temporada 2022 da MLB foi fraco ofensivamente. Cada time anotou uma média de 4 corridas por partida, a pior marca de um mês desde 1981. O aproveitamento no bastão (23,1%) é o pior de um mês desde 1968, ano em que os arremessadores dominaram tanto que a liga decidiu mudar as regras – baixou o montinho e criou o rebatedor designado – para esquentar os bastões. A quantidade de home runs por jogo é igual à de 2015. Tudo isso em uma temporada em que os números deveriam subir pela adoção de rebatedor designado em todos os times. E, para muitos, a liga trabalhou para criar esse cenário. Mas… por que fariam isso?

Bem, há uma dose de teoria da conspiração nisso. Vamos primeiro ao que é fato:

- Por causa do locaute, a pré-temporada foi mais curta que o normal, prejudicando a preparação dos jogadores. Isso traz obviamente um efeito negativo no desempenho dos times nas primeiras semanas, mas a tendência é que os arremessadores sentissem mais esse problema (o que deveria aumentar a produção ofensiva);

- Abril geralmente é um mês ofensivamente mais fraco na MLB, devido ao frio. Com o ar mais denso e o clima mais seco, as bolas tendem a voar menos após o contato com o bastão. Ainda assim, os números ofensivos deste ano são inferiores aos de outros meses de abril;

- A MLB implementou umidificador em todos os estádios, fazendo que as bolas sejam armazenadas em ambiente controlado para serem mais parecidas de um jogo para o outro. Em uma época do ano mais seca, como a primavera, o umidificador deixa a bola mais úmida do que estaria normalmente. No verão, mais úmido, a bola ficaria mais seca que o normal e a produção ofensiva poderia melhorar;

- A MLB também reduziu a compactação das primeiras camadas da lã que envolve o núcleo de cortiça da bola, reduzindo o coeficiente de restituição (o quanto a bola vai viajar) após o contato.

Pelos dois últimos itens, sobretudo o último, dá realmente a entender que a liga quer que a bola voe menos após o contato. Isso reduz os home runs, e muita gente – jogadores, treinadores, jornalistas que cobrem o esporte e torcedores – têm observado que muitas rebatidas que pareciam dignas de home runs estão se transformando em rebatidas duplas ou eliminações por bola voadora.

Não é apenas impressão. A ESPN americana fez um levantamento, comparando rebatidas com velocidade de saída da bola acima de 103,6 milhas/hora e ângulo do contato entre 27 e 29º nos últimos anos e em 2022. Ah, e apenas contando jogos no American Family Field (Milwaukee) e Tropicana Field (St. Petersburg, região metropolitana de Tampa) por serem estádios climatizados, sem variação atmosférica. Foram identificados sete pares de rebatidas iguais. Nas do passado, seis foram home runs. Nas de 2022, apenas três. E todos os contatos deste ano viajaram menos que seus equivalentes do passado.

Kevin Kiermaier, dos Rays, faz defesa espetacular em rebatida perto do muro
Kevin Kiermaier, dos Rays, faz defesa espetacular em rebatida perto do muro Reprodução TV

Muitos acreditam que esse movimento é proposital, e, por mais que soe contra-intuitivo trabalhar para reduzir a força dos ataques, há argumentos para defender uma bola que voe menos. Nos últimos anos, a MLB se tornou uma liga com pouca bola colocada em jogo. Muitos duelos terminavam sem que a defesa trabalhasse e corredores fossem para as bases, pois eram concluídos com strikeouts, walks ou home runs (a liga bateu recordes nessas três estatísticas nos últimos anos). 

Vários fatores levaram a isso:

- A especialização cada vez maior do bullpen, com a quantidade crescente de arremessadores capazes de mandar bolas perto de 100 milhas/hora;

- O aperfeiçoamento do posicionamento dos defensores para cada cenário do jogo, aumentando a taxa de contatos no campo que se transformam em eliminação. Com isso, a quantidade de rebatidas simples e duplas diminuem, e buscar um home rum se torna mais prático como forma de anotar corridas;

- O treinamento dos rebatedores para mudar o ângulo de contato da bola, buscando rebatidas que subam mais e, com isso, tenham mais chance de atravessar todo o campo.

Apesar de a grande quantidade de home runs dos últimos anos ser um efeito positivo, a conta não fecha. No geral, isso não compensa a queda de rebatidas simples e duplas, de situações de roubo de base e de jogadas defensivas espetaculares que gerem eliminações em base, muito menos o aumento de walks e strikeouts. Por isso, a MLB tem motivos para querer um beisebol com mais bolas rebatidas para o campo, nem que isso tenha de reduzir os home runs.

Mais corredores em base e mais bolas colocadas em jogo aumentariam jogadas empolgantes como as divididas no home plate
Mais corredores em base e mais bolas colocadas em jogo aumentariam jogadas empolgantes como as divididas no home plate Reprodução

Em um primeiro momento, o resultado das medidas são ataques pouco produtivos e placares baixos. Mas isso pode mudar se a liga implementar o relógio para arremessos (reduzindo o tempo de descanso entre um arremesso e outro e, com isso, reduzindo a quantidade de torpedos de 100 milhas/hora), criar alguma limitação para o posicionamento das defesas e, claro, se os rebatedores se adaptarem e reaprenderem a arte do contato rasteiro ou em linha que busca brechas no campo. Confiar nisso, porém, é exercício de otimismo. Teoricamente faz sentido, mas só dá para cravar depois de essas mudanças ocorrerem. Se é que ocorrerão.

PERSONAGEM DA SEMANA

Houston Astros e Seattle Mariners se enfrentam 19 vezes todo ano, e o encontro da última terça (dia 3) deveria ser mais um desses jogos. Mas, com os 4 a 0 dos Astros, a partida acabou marcando a 2.000ª vitória da carreira de Dusty Baker. O técnico do Houston é o 12º com mais triunfos na história da MLB e, apesar de jamais ter conquistado uma World Series (pelo menos por enquanto), terá seu nome imortalizado no Hall da Fama do Beisebol em breve. Até porque, a despeito de suas limitações como gerenciador de bullpen, ele é tido como uma das figuras mais adoradas por todos no esporte e, com seu poder de liderança e experiência no jogo, sabe como poucos os caminhos para construir uma equipe vencedora.

O NÚMERO DA SEMANA

12. Um time muito ruim, daqueles que ficam marcados entre os piores de uma década, terminará a temporada regular da MLB com aproveitamento em torno de 33%. Isso seria o equivalente a 54 vitórias e 108 derrotas, uma campanha que já seria vista como escandalosamente fraca. Pois o Cincinnati Reds do começo de 2022 está destruindo qualquer parâmetro de fragilidade nas grandes ligas. Após 25 jogos, venceu apenas três, um aproveitamento de 12%, quase um terço do que já seria notavelmente ruim. Claro, a tendência é que melhore quando o time começar a jogar mais partidas em casa e alguns dos 15 (sim, já são 15) lesionados retornarem a campo. Mas dá uma noção de como a franquia está largada pelos seus dirigentes.

VÍDEO DA SEMANA

O New York Mets teve uma semana e tanto contra seu principal rival, o Philadelphia Phillies. Na última sexta, 29 de abril, o time nova-iorquino conseguiu o segundo no-hitter de sua história. Seis dias depois, chegou à nona entrada perdendo por 7 a 1. E fez isso:


O QUE VEM POR AÍ

Corbin Burnes é o último vencedor do Prêmio Cy Young da Liga Nacional, e começou 2022 disposto a justificar a honraria. Após cinco jogos, o ás do Milwaukee Brewers arremessou 32,2 entradas e cedeu apenas sete corridas, o que resulta em um ERA de 1,93. Max Fried, do Atlanta Braves, teve um ERA espetacular de 1,56 depois de 28 de julho na temporada passada e começou a atual com efetividade de apenas 3. São dois dos melhores arremessadores da MLB nos últimos dois anos, e se enfrentarão neste sábado em Atlanta. Um duelaço no montinho, que pode ser até prévia de encontro nos playoffs.

PROGRAMAÇÃO #MLBnaESPN

Sexta, 6/mai
20h - Texas Rangers x New York Yankees (ESPN 3 e Star+)

Sábado, 7/mai
22h - Washington Nationals x Los Angeles Angels (Star+)

Domingo, 8/mai
20h - Los Angeles Dodgers x Chicago Cubs (ESPN 2 e Star+)

Segunda, 9/mai
22h30 - Chicago Cubs x San Diego Padres (ESPN 3 e Star+)

Terça, 10/mai
20h - Toronto Blue Jays x New York Yankees (ESPN 3 e Star+)

Quarta, 11/mai
20h - Boston Red Sox x Atlanta Braves (Star+)

Quinta, 12/mai
23h - Philadelphia Phillies x Los Angeles Dodgers (ESPN 3 e Star+)

Sexta, 13/mai
20h - Toronto Blue Jays x Tampa Bay Rays (ESPN 3 e Star+)

MAIS BEISEBOL E SOFTBOL NO STAR+

Sexta, 6/mai
18h - NCAA (softbol): Louisville x Notre Dame
18h - NCAA (softbol): Northwestern x Minnesota
19h - NCAA (softbol): Auburn x Tennessee
20h - NCAA (softbol): Oklahoma State x Oklahoma
20h - NCAA (beisebol): Georgia Tech x Clemson
21h - NCAA (beisebol): Florida x Mississippi State
23h - NCAA (beisebol): UC Santa Barbara x UC Irvine
23h30 - LMB: Generales de Durango x Toros de Tijuana

Sábado, 7/mai
12h30 - NCAA (softbol): Auburn x Tennessee
13h - NCAA (softbol): Pittsburgh x Duke
14h30 - NCAA (softbol): Ole Miss x Georgia
15h - NCAA (beisebol): Florida State x Boston College
15h - NCAA (beisebol): North Carolina x NC State
16h30 - NCAA (softbol): Arkansas x Texas A&M
18h - NCAA (softbol): Oklahoma State x Oklahoma
18h30 - NCAA (beisebol): Arkansas x Auburn
19h - LMB: Diablos Rojos de México x Guerreros de Oaxaca
20h - LMB: Piratas de Campeche x Leones de Yucatán
20h30 - NCAA (beisebol): Florida x Mississippi State
21h30 - NCAA (beisebol): LSU x Alabama

Domingo, 8/mai
15h30 - LMB: Águila de Veracruz x Bravos de León
21h - LMB: Generales de Durango x Toros de Tijuana

Segunda, 9/mai
21h30 - LMB: Toros de Tijuana x Sultanes de Monterrey

Terça, 10/mai
21h30 - LMB: Mariachis de Guadalajara x Saraperos de Saltillo
21h30 - LMB: Pericos de Puebla x Águila de Veracruz

Quarta, 11/mai
21h30 - LMB: Tigres de Quintana Roo x Piratas de Campeche
21h30 - LMB: Diablos Rojos de México x Tecolotes de los Dos Laredos
21h30 - LMB: Bravos de León x Guerreros de Oaxaca

Quinta, 12/mai
21h30 - LMB: Acereros de Monclova x Rieleros de Aguascalientes
21h30 - LMB: Pericos de Puebla x Águila de Veracruz

Sexta, 13/mai
21h30 - LMB: Mariachis de Guadalajara x Algodoneros de Unión Laguna
21h30 - LMB: Bravos de León x Generales de Durango

Obs.: Horários de Brasília. Grades sujeitas a alteração

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Por que a MLB estaria trabalhando para reduzir os home runs nas partidas | Semana MLB

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Carta revela o esquema de roubo de sinais dos Yankees, mas sem grandes surpresas | Semana MLB

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal


O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

“A carta que a MLB e o New York Yankees querem esconder enfim virá a público.” Havia uma expectativa grande em cima da revelação do conteúdo da mensagem que a liga enviou aos Yankees em 2017, detalhando o resultado de investigações sobre como o clube usou tecnologia para roubar de sinais dos catchers adversários. Os dois lados queriam deixar a carta em sigilo, mas a Justiça americana determinou em abril de 2020 que o texto fosse levado a público dali dois anos. Ou seja, nesta semana.

A maneira como a MLB e os Yankees tentaram derrubar a decisão dava a entender que o conteúdo da carta, enviada pelo comissário Rob Manfred ao general manager Brian Cashman, seria bombástico. Não foi bem assim.

Aaron Judge, dos Yankees
Aaron Judge, dos Yankees Sean M. Haffey/Getty Images Sport

A liga descobriu que o time usava as câmeras para filmar os sinais dos catchers adversários. A partir daí, alguém no banco recebia a informação por telefone e a repassava a um eventual corredor em base, que tentaria sinalizar ao rebatedor qual tipo de arremesso viria. O esquema não se aplicaria a situações de jogo em que as bases estivessem vazias.

Roubo de base é algo que existe há décadas no beisebol, ainda mais com corredor em base eventualmente descobrindo o tipo de arremesso e informando seu companheiro no bastão. Isso sempre foi – e continua sendo – permitido se for apenas com base no olho apurado e na esperteza dos jogadores envolvidos. Quando há uso de tecnologia é ilegal. Ou seja, o que os Yankees fizeram é irregular, não há debate quanto a isso.

Então, por que a carta não caiu como uma bomba? 

Simples: não tinha nada do que o público não soubesse.

Em 2017, quando a carta foi enviada aos Yankees, a MLB multou a franquia em US$ 100 mil pelo uso de tecnologia para roubo de sinais. A multa foi anunciada, bem como o motivo dela. Ainda naquele ano, reportagens na imprensa revelaram a natureza do esquema empregado pelos Yankees. E era basicamente o que a carta dizia. Não veio nenhuma novidade bombástica, que colocasse o roubo de sinais dos nova-iorquinos em igualdade ao do Houston Astros naquele mesmo ano.

Obs.: Os Astros usavam um esquema mais elaborado, informando aos rebatedores qual tipo de arremesso viria em todos os momentos, não apenas com corredores em base. O Houston recebeu punição em multa (mais pesada que a recebida pelos Yankees), perda de escolhas no draft e suspensão de membros de sua comissão técnica, mas o título conquistado naquele ano foi mantido.

Houston Astros comemora vitória sobre o Los Angeles Dodgers na World Series de 2017
Houston Astros comemora vitória sobre o Los Angeles Dodgers na World Series de 2017 Getty

No final das contas, a mensagem revelada nesta semana apenas reforça o questionamento de torcedores do Boston Red Sox sobre o porquê de seu time ter recebido punição mais pesada por roubar sinais em 2018, sendo que o esquema era muito parecido com o dos Yankees. A MLB pode alegar que, após multar o time nova-iorquino, ela enviou comunicado a todas as franquias afirmando que reforçaria a fiscalização. Os Red Sox – que foram advertidos em 2017 – acabaram caindo nessa política reforçada em 18.

Esse argumento ainda soa como retórica, e a liga segue exposta a ataques de quem considera que foi muito branda com os Yankees. Talvez por isso a MLB e a franquia nova-iorquina tenham lutado tanto para impedir a revelação do conteúdo da carta de 2017. Porque, de novidade real, ela trouxe muito pouco.

Personagem da semana

Após meses renovando a licença de Trevor Bauer, a MLB enfim anunciou a punição ao arremessador do Los Angeles Dodgers por violar as regras da liga para casos de violência doméstica. O vencedor do Prêmio Cy Young de 2020 pegou um gancho de 324 partidas, o que equivale a duas temporadas cheias. Isso significa que ele está fora da temporada atual e da próxima, além de perder 19 jogos no início de 2024. 

Bauer não receberá salário durante esse período, mas já anunciou que vai apelar da decisão. O Semana MLB falou do caso aqui. Como atualização ao texto do link, a Justiça decidiu em fevereiro que não processaria Bauer criminalmente. Mas a MLB tem autonomia para realizar sua própria investigação e, de acordo com as informações em mãos, punir dentro da esfera esportiva, mesmo que o atleta não seja condenado pela Justiça comum.

Trevor Bauer durante jogo dos Dodgers
Trevor Bauer durante jogo dos Dodgers Sean M. Haffey/Getty Images

O número da semana

6. Número de strikeouts cantado pelo árbitro Ángel Hernández com o terceiro strike tendo menos de 50% de chance de ser marcado. Isso ocorreu na partida entre Milwaukee Brewers e Philadelphia Phillies no último dia 24. É o maior número de strikeouts cantados com menos de 50% de chance de marcação nos últimos anos.

Vídeo da semana

A reação de Kyle Schwarber, dos Phillies, no último strikeout cantado com bola fora da zona de strike no jogo citado logo acima. Todos (jogadores dos Phillies, dos Brewers e torcedores) se sentiram representados.

O que vem por aí

A próxima semana será repleta de confrontos diretos por times candidatos a conquistar suas divisões. Ou seja, alto potencial de partidas quentes e que terão peso na classificação dessas equipes. Ainda mais porque, em caso de igualdade ao final da temporada regular, não há mais jogo extra. Vai para o confronto direto. O torcedor poderá ver três dois duelos entre Los Angeles Dodgers e San Francisco Giants (terça e quarta em Los Angeles), três entre Toronto Blue Jays e New York Yankees (entre segunda e quarta em Toronto) e entre Seattle Mariners e Houston Astros (entre segunda e quarta em Houston), e quatro entre Atlanta Braves e New York Mets (entre segunda e quarta, com rodada dupla na terça, em Nova York). Três desses jogões terão transmissão na ESPN e/ou no Star+. Confira abaixo.

PROGRAMAÇÃO #MLBnaESPN

Sexta, 29/abr
20h - Houston Astros x Toronto Blue Jays (Star+)

Sábado, 30/abr
23h - Detroit Tigers x Los Angeles Dodgers (Star+)

Domingo, 1º/mai
20h - Philadelphia Phillies x New York Mets (ESPN 3 e Star +)

Segunda, 2/mai
20h - New York Yankees x Toronto Blue Jays (Star+)

Terça, 3/mai
23h - San Francisco Giants x Los Angeles Dodgers (ESPN 2 e Star+)

Quarta, 4/mai
23h - San Francisco Giants x Los Angeles Dodgers (Star+)

Quinta, 5/mai
21h - Detroit Tigers x Houston Astros (ESPN 3 e Star+)

Sexta, 6/mai
20h - Texas Rangers x New York Yankees (ESPN 3 e Star+)

MAIS BEISEBOL E SOFTBOL NO STAR+

Sexta, 29/abr
16h - NCAA (beisebol): Delaware State x Norfolk State
19h - NCAA (softbol): Oklahoma State x Florida State
20h - NCAA (beisebol): Auburn x Tennessee
21h - LMB: Algodoneros de Unión Laguna x Tecolotes de los Dos Laredos
21h - NCAA (beisebol): Dallas Baptist x Illinois State
21h - LMB: Piratas de Campeche x Olmecas de Tabasco

Sábado, 30/abr
13h - NCAA (softbol): Florida x LSU
14h - NCAA (beisebol): Boston College x Notre Dame
16h - NCAA (softbol): Mississippi State x Kentucky=
17h - NCAA (beisebol): Miami x Georgia Tech
17h - NCAA (softbol): Virginia x Louisville
18h - LMB: Rieleros de Aguascalientes x Diablor Rojos de México
18h - NCAA (softbol): Texas A&M x Missouri
19h - NCAA (beisebol): TCU x Florida State
20h - LMB: Acereros de Monclova x Saraperos de Saltillo
20h - NCAA (beisebol): Auburn x Tennessee
21h - NCAA (beisebol): Santa Clara x San Diego
21h - NCAA (beisebol): Ole Miss x Arkansas

Domingo, 1º/mai
15h - LMB: Bravos de León x Pericos de Puebla
19h - LMB: Sultanes de Monterrey x Generales de Durango

Segunda, 2/mai
21h30 - LMB: Diablos Rojos de México x Tigres de Quintana Roo

Terça, 3/mai
21h30 - LMB: Saraperos de Saltillo x Pericos de Puebla
21h30 - LMB: Diablos Rojos de México x Tigres de Quintana Roo

Quarta, 4/mai
21h30 - LMB: Diablos Rojos de México x Tigres de Quintana Roo
21h30 - LMB: Olmecas de Tabasco x Leones de Yucatán
21h30 - LMB: Generales de Durango x Sultanes de Monterrey

Quinta, 5/mai
21h - LMB: Saraperos de Saltillo x Pericos de Puebla
21h30 - LMB: Algodoneros de Unión Laguna x Acereros de Monclova

Sexta, 6/mai
18h - NCAA (softbol): Louisville x Notre Dame
18h - NCAA (softbol): Northwestern x Minnesota
19h - NCAA (softbol): Auburn x Tennessee
20h - NCAA (softbol): Oklahoma State x Oklahoma
20h - NCAA (beisebol): Georgia Tech x Clemson
21h - NCAA (beisebol): Florida x Mississippi State
23h - NCAA (beisebol): UC Santa Barbara x UC Irvine
23h30 - NCAA (beisebol): Generales de Durango x Toros de Tijuana

Obs.: Horários de Brasília. Grades sujeitas a alteração

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Carta revela o esquema de roubo de sinais dos Yankees, mas sem grandes surpresas | Semana MLB

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A’s parecem forçar um rompimento com seus próprios torcedores (efeito Las Vegas?) | Semana MLB

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

A temporada mal começou e o Oakland Athletics já bateu dois recordes. Mas não tem motivos para se orgulhar disso, ainda que tenha contribuído muito para isso. Na última terça, o time levou apenas 3.748 torcedores, a pior marca do clube em jogos sem restrição de público desde 1980. No dia seguinte, a marca foi superada: 2.703.

É fácil imaginar que o torcedor dos A’s se cansou do time após o início de mais um processo de reconstrução do elenco. A diretoria negociou três dos principais jogadores, Matt Olson, Matt Chapman e Sean Manaea, em troca de mais uma leva de jovens promissores. Nenhuma novidade. Os A’s são um dos vários times da MLB que vivem em curtas janelas de competitividade ensanduichadas por processos de reconstrução. Mas a direção do clube até merece crédito por abreviar o tempo dessa reformulação e ter relativo sucesso: o time nunca fica muitos anos longe dos playoffs. 

No entanto, a torcida nunca se alienou tanto. Sinal de que há algo mais profundo.

Oakland Coliseum sendo transformado em estádio de NFL para de MLB
Oakland Coliseum sendo transformado em estádio de NFL para de MLB Reprodução

O momento é diferente dos anteriores. Os Athletics buscam um novo estádio há décadas, mas o assunto nunca esteve tão perto de um novo passo, qualquer que seja ele. A franquia já entregou à prefeitura um projeto de revitalização de uma área próxima ao centro, que receberia o estádio e vários investimentos imobiliários. O poder público teria custo zero no empreendimento em si, mas teria de arcar com algumas obras de infraestrutura na região e ainda considerar se o tal projeto realmente é o melhor para a cidade. O debate ainda envolve o porto de Oakland, pois parte das instalações teriam seu fluxo afetado pela obra.

A ideia dos donos dos A’s não é enriquecer especificamente com o quanto de público a mais o time teria no novo estádio, mas com os negócios imobiliários permitidos em todo o projeto. Como os Braves fizeram ao se mudar do centro de Atlanta para Cobb County, um subúrbio de classe média-alta a noroeste da cidade.

Com tanta coisa na mesa, o projeto não recebe um “sim” ou “não” definitivo da prefeitura, o que fez a direção dos Athletics e a MLB a pressionarem por dois caminhos: reforçando a ideia de que o estádio atual, o Coliseu, é inviável para a a sustentabilidade da franquia e também flertando de maneira nada discreta com Las Vegas.

No ano passado, o presidente dos A’s, Dave Kaval, foi convidado para assistir a uma partida do Vegas Golden Knights nos playoffs da MLB. E ele fez questão de postar uma imagem em que se mostrava impressionado pelo envolvimento da torcida local.


O passo seguinte foi agir diretamente contra o torcedor. Mesmo em um ano de elenco enfraquecido por mais uma reformulação, a franquia decidiu aumentar o preço dos ingressos. Por exemplo, o estacionamento subiu para US$ 30 e o ingresso de terceiro anel (um dos piores lugares do estádio) foi para US$ 25 (outros clubes chegam a cobrar cerca de US$ 10 nos piores lugares da arquibancada).

A torcida não aceitou e decidiu se afastar. Até porque ela sente que está sendo usada para pressionar a prefeitura, com alto risco de, no final das contas, os Athletics seguirem Raiders e Warriors e acabarem trocando Oakland por algum mercado mais rico e glamoroso (os Raiders foram para Las Vegas e os Warriors, para São Francisco). Aí, o beisebol da cidade poderia se limitar a um time de ligas menores. Talvez como triple-A do Las Vegas Athletics, já que o atual triple-A do Oakland é justamente o Las Vegas Aviators, que teria de se mudar se a MLB chegar à cidade.

AVISO

A LMB, Liga Mexicana de Béisbol, está de volta. E, como já ocorreu em 2021, a competição terá transmissões exclusivas no Star+. Neste ano, três brasileiros devem disputar a liga, uma das mais fortes do mundo: Paulo Orlando, pela Águila de Veracruz, Leonardo Reginatto, dos Rieleros de Aguascalientes, e Tiago da Silva. dos Generales de Durango. Tiago está voltando de lesão e deve se integrar ao time apenas em junho. Veja que jogos terão transmissão na seção de programação aqui no Semana MLB.

PERSONAGEM DA SEMANA

O venezuelano Miguel Cabrera
O venezuelano Miguel Cabrera Getty Images

Miguel Cabrera vem de temporadas apagadas, sentindo uma queda natural de desempenho pela idade enquanto defende uma equipe que há muitos anos não briga por algo relevante. Ainda assim, o rebatedor designado do Detroit Tigers é um dos melhores rebatedores puros deste século, e chegará a 3 mil rebatidas na carreira. Na partida contra os Yankees na última quarta, o venezuelano conseguiu três rebatidas, chegando a 2.999. No dia seguinte, não rebateu nas três primeiras vezes que foi ao bastão. Na quarta chance, recebeu um walk intencional, tirando do torcedor a possibilidade de ver a 3.000ª rebatida. Mas ela fatalmente chegará, transformando Cabrera no 33º jogador com a marca na história da MLB.

NÚMERO DA SEMANA

Vinte minutos. É esse o tamanho do impacto da adoção do relógio de arremesso nas primeiras semanas de temporada nas ligas menores. A ferramenta tem sido testada em algumas partidas, e, mesmo com a amostragem ainda pequena, o impacto é grande. As partidas com limitação de tempo (14 segundos com bases vazias, 18 segundos com corredores em base), a duração média tem sido de 2h39. Os jogos das ligas menores sem relógio tiveram 2h59 de duração em 2021 e estão com 3h03 neste começo de 2022.

VÍDEO DA SEMANA


Não é futebol americano, mas parece. Josh Phillips rebateu dois home runs para a North Central Texas College na partida contra a Weatherford College. Nas duas oportunidades, ele falou coisas provocativas. Owen Woodward, o arremessador, acabou perdendo a cabeça e foi para um tackle violento. 

A partida foi suspensa. Woodward pegou quatro jogos de suspensão, mas acabou dispensado pela universidade. Phillips teve dois jogos de gancho.

O QUE VEM POR AÍ

Toronto Blue Jays e Houston Astros são tidos como dois dos favoritos ao título da Liga Americana. E, para quem está ansioso para ver as duas equipes medindo forças, é bom ficar ligado nos próximos dez dias. Canadenses e texanos medirão forças em duas séries de finais de semana: neste, em Houston, no próximo, em Toronto. E é isso. Blue Jays e Astros não se enfrentarão mais nesta temporada regular. Então, os confrontos serão as referências mais próximas para um eventual cruzamento em playoffs. Entre os duelos de arremessadores, poderemos ter Ross Stripling x Justin Verlander, Alek Manoah x José Urquidy e Kevin Gausman x Jake Odorizzi.

PROGRAMAÇÃO #MLBnaESPN

Sexta, 22/abr
20h - Boston Red Sox x Tampa Bay Rays (ESPN 3 e Star+)

Sábado, 23/abr
22h - Kansas City Royals x Seattle Mariners (Star+)

Domingo, 24/abr
20h - Milwaukee Brewers x Philadelphia Phillies (ESPN 3 e Star+)

Segunda, 25/abr
21h - Houston Astros x Texas Rangers (ESPN 3 e Star+)

Terça, 26/abr
20h30 - New York Mets x St. Louis Cardinals (ESPN 3 e Star+)

Quarta, 27/abr
22h30 - Cleveland Guardians x Los Angeles Angels (Star+)

Quinta, 28/abr
20h - Chicago Cubs x Atlanta Braves (ESPN 3 e Star+)

Sexta, 29/abr
20h - Houston Astros x Toronto Blue Jays (Star+)

MAIS BEISEBOL E SOFTBOL NO STAR+

Sexta, 22/abr
17h - NCAA (softbol): Pittsburgh x Virginia
19h - NCAA (softbol): Clemson x Florida State
19h30 - NCAA (softbol): Auburn x Mississippi State
21h - LMB: Mariachis de Guadalajara x Rieleros de Aguascalientes
21h - NCAA (beisebol): NC State x Louisville
21h - NCAA (softbol): Arkansas x Florida
21h30 - LMB: Tecolotes de los Dos Laredos x Sultanes de Monterrey
21h30 - NCAA (beisebol): Arkansas x Texas A&M

Sábado, 23/abr
13h - NCAA (beisebol): Vanderbilt x Kentucky
15h - NCAA (softbol): LSU x Georgia
15h - NCAA (softbol): Clemson x Florida State
15h30 - NCAA (softbol): Arkansas x Florida
16h - NCAA (softbol): Ole Miss x South Carolina
17h30 - NCAA (beisebol): Mississippi State x Ole Miss
18h - NCAA (softbol): Auburn x Mississippi State
19h - NCAA (beisebol): Jogo a definir
20h - NCAA (beisebol): Alabama x Texas A&M
20h30 - NCAA (softbol): Texas x Oklahoma
21h - LMB: Piratas de Campeche x Tigres de Quintana Roo
23h - LMB: Diablos Rojos de México x Toros de Tijuana

Domingo, 24/abr
13h - NCAA (softbol): Louisville x Virginia Tech
13h - NCAA (softbol): Ohio State x Michigan
13h - NCAA (softbol): LSU x Georgia
15h - NCAA (beisebol): North Carolina x Virginia
15h - NCAA (beisebol): Georgia x Alabama
15h - NCAA (beisebol): Duke x Virginia Tech
20h - LMB: Pericos de Puebla x Águila de Veracruz
20h - NCAA (softbol): Missouri x Kentucky
21h - LMB: Piratas de Campeche x Tigres de Quintana Roo

Segunda, 25/abr
20h - NCAA (softbol): Missouri x Kentucky

Terça, 26/abr
20h - NCAA (beisebol): East Carolina x NC State
21h - LMB: Toros de Tijuana x Rieleros de Aguascalientes
21h - LMB: Pericos de Puebla x Guerreros de Oaxaca

Quarta, 27/abr
17h - NCAA (softbol): UConn x Boston College
20h - NCAA (softbol): Lamar x Texas A&M
21h - LMB: Acereros de Monclova x Tecolotes de los Dos Laredos
21h30 - LMB: Sultanes de Monterrey x Algodoneros de Unión Laguna
22h - LMB: Leones de Yucatán x Piratas de Campeche

Quinta, 28/abr
20h - NCAA (beisebol): Alabama x South Carolina
20h - NCAA (softbol): Oklahoma State x Florida State
21h - LMB: Mariachis de Guadalajara x Diablos Rojos de México
21h - LMB: Pericos de Puebla x Guerreros de Oaxaca
21h - NCAA (beisebol): Texas A&M x Vanderbilt

Sexta, 29/abr
16h - NCAA (beisebol): Delaware State x Norfolk State
19h - NCAA (softbol): Oklahoma State x Florida State
20h - NCAA (beisebol): Auburn x Tennessee
21h - LMB: Algodoneros de Unión Laguna x Tecolotes de los Dos Laredos
21h - NCAA (beisebol): Dallas Baptist x Illinois State
21h - LMB: Piratas de Campeche x Olmecas de Tabasco

Obs.: Horários de Brasília. Grades sujeitas a alteração

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A’s parecem forçar um rompimento com seus próprios torcedores (efeito Las Vegas?) | Semana MLB

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Pré-temporada curta pode ter custado no-hitters e jogo perfeito | Semana MLB

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição

Yu Darvish estava dominante no montinho no último dia 7. Após seis entradas, o arremessador do San Diego Padres estava abrindo a temporada com quatro walks e nenhuma rebatida cedida ao Arizona Diamondbacks. Apesar do no-hitter em andamento, foi substituído na sétima entrada com 92 arremessos. Tim Hill entrou e cedeu uma rebatida.

No dia seguinte, ainda em Padres x Dbacks, foi a vez de Sean Manaea silenciar o ataque do Arizona. Dessa vez, foram sete entradas sem nenhuma rebatida cedida, apenas um walk. Deixou a partida com 88 arremessos. Hill entrou novamente, e novamente cedeu uma rebatida que acabou como no-hitter.

Clayton Kershaw
Clayton Kershaw Getty

Um cenário parecido ocorreu nesta quarta (13). Clayton Kershaw precisou de apenas 80 arremessos para fazer sete entradas perfeitas contra o Minnesota Twins. Uma atuação como o ás do Los Angeles Dodgers não tinha há anos. Ainda assim, foi tirado do montinho antes da oitava entrada. E o jogo perfeito acabou com uma rebatida de Gary Sánchez em cima de Alex Vesia.

Foram três quase no-hitters, um deles jogo perfeito, na primeira semana da temporada. E todos acabaram porque o arremessador titular foi retirado do montinho com menos de 100 arremessos e o bullpen não manteve o nível de dominância. Claro, torcedores reclamaram dos treinadores (Bob Melvin dos Padres e Dave Roberts dos Dodgers) pelas mexidas. Mas é compreensível dentro de um início de temporada incomum que estamos vivendo.

A pré-temporada da MLB costuma ter um mês e meio de partidas. É o considerado ideal para os jogadores se recuperarem fisicamente, afinarem seus fundamentos e ganharem ritmo de jogo. E, ainda assim, é normal faltar um pouco nas primeiras semanas da temporada regular.

Em 2022, devido ao atraso do retorno das atividades pelo locaute (greve patronal), o Spring Training foi abreviado. Jogadores fizeram uma preparação mais curta, e isso normalmente sacrifica mais os arremessadores. O pessoal do montinho é o que mais precisa de mais ritmo para ficar física e tecnicamente preparado para o rigor da temporada. Com poucas entradas no braço na pré-temporada, o risco de lesão é maior. O que justifica o excesso de zelo dos técnicos, mesmo que isso represente a perda de um no-hitter ou de um jogo perfeito. Ainda mais com jogadores que tiveram lesões graves, como Darvish, Manaea e Kershaw.

Se alguma dessas atuações poderia ter seguido, foi a do ás dos Dodgers. Primeiro, porque ele tinha menos arremessos na partida e talvez conseguisse terminar as nove entradas com menos de 100 arremessos. Segundo, porque era um jogo perfeito, algo muito mais precioso dentro da história da MLB (o próprio Kershaw já tem um no-hitter no currículo).

De qualquer maneira, não espere que treinadores sejam ousados na contagem de arremessos. A tendência é ser conservador e, em relação a carga de trabalho, transformar as primeiras semanas da temporada regular no que seriam as últimas do Spring Training: um final de preparação.

AVISO

A LMB, Liga Mexicana de Béisbol, está de volta. E, como já ocorreu em 2021, a competição terá transmissões exclusivas no Star+. Neste ano, três brasileiros devem disputar a liga, uma das mais fortes do mundo: Paulo Orlando, pela Águila de Veracruz, Leonardo Reginatto, dos Rieleros de Aguascalientes, e Tiago da Silva. dos Generales de Durango. Tiago está voltando de lesão e deve se integrar ao time apenas em junho. Veja que jogos terão transmissão na seção de programação aqui no Semana MLB.

Paulo Orlando foi campeão da MLB pelo Kansas City Royals em 2015
Paulo Orlando foi campeão da MLB pelo Kansas City Royals em 2015 Reprodução ESPN

Personagem da semana

Alyssa Nakken entrou na história da MLB no último dia 12. Ela se tornou a primeira mulher a trabalhar como treinadora de campo em uma partida da liga. Foi no jogo entre San Francisco Giants e San Diego Padres. A ex-jogadora de softbol da Sacramento State assumiu a posição de técnica de primeira base quando o titular da posição, Antoan Richardson, foi expulso. Nakken entrou nos Giants em 2014, como estagiária e foi crescendo dentro do clube até se tornar treinadora assistente em 2020.

O número da semana

116. Quantidade de arremessos recebidos pelo estreante Steven Kwan, do Cleveland Guardians, até ter seu primeiro swing no vazio da carreira. É a melhor marca de início de carreira neste século e a oitava melhor em um início de temporada na história da liga. Ele ainda chegou em base em 15 das primeiras 19 idas ao bastão na carreira.

Vídeo da semana

Randy Arozarena foi eleito o estreante do ano da Liga Americana em 2021, mas começou 2021 se embananando. O cubano se atrapalhou após uma rebatida trivial de Christian Pache, dando ao jogador do Oakland Athletics tempo suficiente para percorrer todas as bases. Oficialmente foi registrado como rebatida simples com erro defensivo, mas o resultado final foi semelhante ao de um inside-the-park home run. 


O que vem por aí

O atual campeão, contra o time apontado pela maioria como o melhor. E o melhor ficou ainda mais forte justamente por contratar o melhor jogador do time campeão. Nada mal esse encontro entre Atlanta Braves, o campeão, e o Los Angeles Dodgers, o melhor elenco da liga e nova casa de Freddie Freeman. As duas equipes se enfrentam em uma série de três jogos entre os dias 18 e 20 no Dodger Stadium. O duelo da terça, 19, terá transmissão do ESPN 3 e do Star+.

PROGRAMAÇÃO #MLBnaESPN

Sexta, 15/abr
20h - New York Yankees x Baltimore Orioles (ESPN 3 e Star+) 

Sábado, 16/abr
20h - New York Yankees x Baltimore Orioles (Star+)

Domingo, 17/abr
20h - Atlanta Braves x San Diego Padres (ESPN 2 e Star+)

Segunda, 18/abr
20h30 - Pittsburgh Pirates x Milwaukee Brewers (ESPN 2 e Star+)

Terça, 19/abr
23h - Atlanta Braves x Los Angeles Dodgers (ESPN 3 e Star+)

Quarta, 20/abr
20h - Toronto Blue Jays x Boston Red Sox (ESPN 3 e Star+)

Quinta, 21/abr
20h30 - Pittsburgh Pirates x Chicago Cubs (ESPN 3 e Star+)

Sexta, 22/abr
20h - Boston Red Sox x Tampa Bay Rays (ESPN 3 e Star+)

MAIS BEISEBOL E SOFTBOL NO STAR+

Sexta, 15/abr
12h - NCAA (softbol): North Carolina Central x Norfolk
14h - NCAA (softbol): Georgia x Missouri
14h - NCAA (softbol): Alabama State x Jackson State
18h - NCAA (beisebol): Michigan x Michigan State
18h - NCAA (softbol): Syracuse x Louisville
20h - NCAA (beisebol): LSU x Arkansas
20h - NCAA (beisebol): Clemson x Wake Forest
20h - NCAA (beisebol): Florida x Vanderbilt
21h - NCAA (softbol): Oregon x Arizona
23h - NCAA (beisebol): Stanford x UCLA
23h - NCAA (softbol): UC San Diego x Cal State Fullerton

Sábado, 16/abr
13h - NCAA (softbol): South Carolina x LSU
15h - NCAA (beisebol): Kentucky x Missouri
15h - NCAA (softbol): Texas A&M x Tennessee
18h - NCAA (softbol): Mississippi State x Alabama
19h - NCAA (softbol): Georgia x Missouri
20h - NCAA (beisebol): Florida x Vanderbilt
21h - NCAA (softbol): Kentucky x Arkansas

Domingo, 17/abr
12h - NCAA (softbol): Princeton x Yale
13h - NCAA (softbol): Syracuse x Louisville
14h - NCAA (beisebol): Florida x Vanderbilt
15h - NCAA (beisebol): Virginia x Pittsburgh
15h - NCAA (softbol): Kentucky x Arkansas
17h - NCAA (softbol): Texas A&M x Tennessee

Segunda, 18/abr
20h - NCAA (softbol): Texas A&M x Tennessee

Terça, 19/abr
18h - NCAA (beisebol): Kentucky x Louisville
20h - NCAA (beisebol): Dallas Baptist x Texas A&M
21h - NCAA (beisebol): Campbell x North Carolina

Quarta, 2o/abr
18h - NCAA (softbol): East Carolina x NC State
20h - NCAA (beisebol): UConn x Boston College
20h - NCAA (softbol): Virginia Tech x Tennessee

Quinta, 21/abr
20h - NCAA (beisebol): Mississippi State x Ole Miss
21h - NCAA (beisebol): Missouri x LSU
21h - NCAA (softbol): Clemson x Florida State
0h - LMB: Diablos Rojos de México x Toros de Tijuana

Sexta, 22/abr
17h - NCAA (softbol): Pittsburgh x Virginia
19h - NCAA (softbol): Clemson x Florida State
19h30 - NCAA (softbol): Auburn x Mississippi State
21h - LMB: Mariachis de Guadalajara x Rieleros de Aguascalientes
21h - NCAA (beisebol): NC State x Louisville
21h - NCAA (softbol): Arkansas x Florida
21h30 - LMB: Tecolotes de los Dos Laredos x Sultanes de Monterrey
21h30 - NCAA (beisebol): Arkansas x Texas A&M

Obs.: Horários de Brasília. Grades sujeitas a alteração

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Pré-temporada curta pode ter custado no-hitters e jogo perfeito | Semana MLB

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Guia da temporada 2022 da MLB | Semana MLB

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal


Yankees comemoram vitória
Yankees comemoram vitória ESPN

O Semana MLB é um post em forma de newsletter sobre os principais temas (e a programação de TV) da MLB. Toda sexta uma nova edição, apenas esta que foi publicada excepcionalmente na quinta

Demorou, mas chegou. A temporada 2022 da Major League Baseball esteve ameaçada por um locaute (greve patronal), que acabou durando 99 dias, cancelou partidas da pré-temporada e forçou o atraso dos jogos oficiais em uma semana. Ainda assim, a temporada será realizada em sua integridade, com 162 jogos. O que não significa que será uma temporada como as anteriores.

A MLB chega com diversas novidades. Como todo ano em que há mudança no acordo trabalhista, o mercado fica mais agitado que o normal. Além disso, há novidades no regulamento, da formação das equipes que entram em campo ao formato do campeonato. Para acompanhar tudo isso, confira um resumão do que rolará nesta temporada.

NOVAS REGRAS

Rebatedor designado universal

Os entusiastas de ataques poderosos podem comemorar: enfim, toda a MLB adotará a regra de rebatedor designado. Os arremessadores da Liga Nacional não serão mais obrigados a rebater, e agora é em definitivo (a regra foi adotada em 2020 apenas em caráter provisório por causa da pandemia). Além disso, há a “Regra Ohtani”: um jogador pode ser escalado como arremessador titular e como rebatedor designado ao mesmo tempo, sendo substituído em uma das funções e seguindo em campo na outra.

Playoffs maiores

O campeão de cada divisão se classifica para os mata-mata, isso segue igual. Mas, agora, são três times que levam um wildcard para também disputarem os playoffs. O formato muda: os dois campeões de divisão com melhor campanha vão direto para as séries divisionais (equivalente a semifinal de liga), enquanto que o pior campeão de divisão e o melhor time de wildcard têm vantagem do mando de campo em séries melhor-de três com os segundo e terceiro wildcards. Ah, outra novidade: não há mais jogo desempate. Se dois ou mais times terminarem empatados ao final da temporada regular, a classificação é definida por critérios de desempate (os dois primeiros são confrontos diretos entre os times e campanha contra os times da própria divisão). 

Fim dos sinais?

Os catcher poderão usar um aparelho eletrônico no braço para passar os sinais aos arremessadores. Assim, eles precisarão apenas apertar botões para enviar as sugestões de arremessos. O arremessador estará com um ponto eletrônico e poderá indicar se aceita ou não. O objetivo da medida é acabar com a paranoia sobre roubo de sinais e ainda acelerar o processo de escolha do arremesso. O uso do comunicador é facultativo, mas a aceitação foi boa entre quem experimentou a tecnologia na pré-temporada.

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5309982_WEB MLBLADODGERSXASTROS 291017 ESPN

Entradas extras

Como ocorreu em 2020, as entradas extras começarão com um corredor na segunda base.

Elencos maiores

Com a pré-temporada reduzida pelo locaute, a MLB permitirá que os times tenham 28 jogadores inscritos até 1º de maio. Assim, poderá rodar mais os jogadores, que não tiveram a preparação adequada. A partir de maio, os elencos voltarão aos 26 inscritos.

Bases maiores

As bases serão aumentadas de 15 in² (polegadas quadradas) para 18 in², ou de 38,1 cm² para 45,7 cm². O objetivo é aumentar reduzir os choques entre defensor e corredor na primeira base e aumentar ligeiramente a chance de roubo de base.

E as outras mudanças que eu estava esperando?

Um item importante do novo acordo trabalhista prevê que a MLB tenha mais autonomia para implementar mudanças de regras sem necessidade de tanta negociação com os jogadores. Por isso, é possível que várias regras novas sejam implementadas em 2023, como relógio para arremessos, utilização de arbitragem eletrônica para decidir bolas e strikes e proibição de shifts defensivos. No entanto, nada disso ainda é oficial.

TIME A TIME

LIGA AMERICANA LESTE

Baltimore Orioles

Um dos piores times da MLB, é favorito a pior campanha da temporada por estar em uma divisão muito forte. É uma equipe em reconstrução, e até tem alguns jogadores promissores (destaque para Cedric Mullins e Ryan Mountcastle), mas vai demorar ainda para ser competitiva.

Boston Red Sox

A equipe foi acima das expectativas quando chegou à final da Liga Americana na temporada passada, e ainda deixou o torcedor discutindo se um erro de arbitragem não teria tirado o time da World Series. No entanto, o time ainda tem fragilidades. O ataque é bom (JD Martínez, Trevor Story, Rafael Devers, Xander Bogaerts e Alex Verdugo formam um ótimo quinteto), o bullpen também (torcedor dos Red Sox não está muito acostumado a isso), mas a rotação depende demais de Chris Sale (que se lesiona com alguma frequência) e Nick Pivetta (vem de ótima temporada, mas ainda não se sabe se foi uma anomalia). 

Chris Sale, arremessador do Boston Red Sox
Chris Sale, arremessador do Boston Red Sox Getty

New York Yankees

Há anos os Yankees começam a temporada entre os favoritos da Liga Americana devido a um ataque poderoso (sobretudo Aaron Judge e Giancarlo Stanton), um bullpen eficiente e uma rotação com alguns ases (Gerrit Cole e Luis Severino, já de volta de lesão) e alguns jogadores promissores. E há anos fica sempre a sensação de que “falta algo” para avançar mais nos playoffs. Para esta temporada, abriu mão de Gary Sánchez e Gio Urshela para pegar o terceira base Josh Donaldson, o shortstop Isiah Kiner-Falefa e o catcher Ben Rortvedt. A torcida esperava algo mais bombástico, como Carlos Correa, mas o time segue candidato forte ao título da Liga Americana. Mas será que enfim achou o tal “algo mais”?

Tampa Bay Rays

Nunca subestime os Rays, pois eles são capazes de encontrar meios inusitados de montar equipes competitivas. No entanto, a sensação é que o time da Flórida deve perder um pouco de terreno em relação ao grupo que conquistou a divisão nos últimos dois anos. Ainda há muito talento, mas a rotação é muito jovem e não parece ter tantas opções como antes. Mesmo assim, deve estar no pelotão que briga por vaga nos playoffs e não seria surpreendente se beliscasse um dos wildcards.

Toronto Blue Jays

É tratado como o principal favorito da Liga Americana. Nas casas de apostas, aparece como o segundo mais cotado para levar a World Series, atrás apenas do Los Angeles Dodgers. Por que tanto otimismo? Porque o excelente ataque (liderado por Vladimir Guerrero Jr, melhor rebatedor da MLB em 2021) teve o reforço de Matt Chapman. Porque o bullpen segue forte. E porque a rotação – que perdeu o Cy Young da temporada passada, Robbie Ray – recebeu o reforço de Kevin Gausman e Yusei Kikuchi e manteve José Berríos e Alek Manoah. 

LIGA AMERICANA CENTRAL

Chicago White Sox

Já foi assim em 2021, continua agora: é, com alguma folga, o time mais talentoso da divisão. Há grandes jogadores na rotação (Lucas Giolito e Dallas Keuchel, ainda que Carlos Rodón tenha ido embora), no bullpen (Liam Hendricks, Michael Kopech) e, principalmente, no ataque (José Abreu, Tim Anderson, Luis Robert, AJ Pollock, Andrew Vaughn). Na temporada passada, ficou uma sensação de que esse time até perdeu referência competitiva pela facilidade de classificação e acabou sendo presa fácil para o Houston Astros nos playoffs. Mas é um time que pode até sonhar com World Series.

Carlos Rodón fará falta ao Chicago White Sox
Carlos Rodón fará falta ao Chicago White Sox Getty Images

Cleveland Guardians

Os Indians aparecem de cara nova, mas não conseguiram montar uma equipe competitiva para estrear o novo nome. Shane Bieber é um arremessador espetacular, José Ramírez é craque, Triston McKenzie ainda pode evoluir e… fica por aí. É uma equipe em reconstrução e não deve brigar por muita coisa.

Detroit Tigers

É uma equipe que vale a pena ficar de olho. Depois de muitos anos de reconstrução (e irrelevância na briga por qualquer coisa), os Tigers começaram a evoluir. Na temporada passada, um primeiro mês muito ruim ofuscou uma campanha bastante sólida no restante do ano. E a tendência é dar mais um passo adiante, com a contratação de Javier Báez (ex-Cubs e Mets) e o amadurecimento de jovens como Akil Baddoo e Casey Mize. Não deve ser suficiente para conquistar uma vaga nos playoffs, mas pode fazer uma graça.

Kansas City Royals

Situação parecida com a dos Tigers, mas talvez um passo atrás na escalada. Zack Greinke foi contratado para encerrar a carreira no clube que o revelou, e pode ajudar bastante a ser um braço confiável na rotação. Salvador Pérez e Whit Merrifield são forças no ataque, mas ainda é pouco para brigar no topo. Ainda assim, é um time capaz de aprontar algumas surpresas ao longo da temporada.

Minnesota Twins

Taí uma das incógnitas da temporada. A franquia parecia rumar à reconstrução de elenco após a base que conquistou duas vezes a divisão dar sinais de esgotamento. Mas a direção investiu pesado na contratação de Carlos Correa e Sonny Gray e, se alguns jovens da rotação mostrarem serviço e Alex Kiriloff e Byron Buxton evitarem as lesões, é uma equipe que pode até brigar por uma vaga nos playoffs.

LIGA AMERICANA OESTE

Houston Astros

Todo ano os Astros perdem algum jogador importante do time campeão de 2017 (desta vez, quem saiu foi Carlos Correa) e parece que, enfim, o time texano começará sua queda gradual. E isso simplesmente ainda não aconteceu, e nem deve ser agora. Verdade, Correa foi uma perda importante, mas o time ainda tem José Altuve, Justin Verlander (renovou contrato) e Alex Bregman, um ótimo bullpen, e jovens como Luis García, Kyle Tucker e Yordan Álvarez. A rotação merece alguma atenção pela instabilidade de alguns nomes, mas é o favorito ao título da divisão mais uma vez.

Los Angeles Angels

É até perigoso falar isso dos Angels, mas parece um time que realmente pode brigar por uma vaga nos playoffs. A equipe investiu bem para melhorar seu ponto fraco, o montinho. A rotação teve o reforço de Noah Syndergaard e provavelmente Michael Lorenzen (reliever nos Reds, mas deve ser abridor em LA), enquanto que o bullpen tem Aaron Loup, Raisel Iglesias e Archie Bradley. Se os arremessadores segurarem bem os ataques adversários, os Angels têm rebatedores capazes de ganhar muitos jogos, a começar por Mike Trout (melhor jogador do mundo) e Shohei Ohtani (MVP da temporada passada e que seguirá como abridor e rebatedor designado), mas também com alguma contribuição de Anthony Rendón e David Fletcher.

Shohei Ohtani arremessando no All-Star Game de 2021
Shohei Ohtani arremessando no All-Star Game de 2021 Getty Images

Oakland Athletics

Os A’s entraram em mais uma fase de reconstrução. Elas não costumam demorar tanto em Oakland, mas isso é sinal de que o time realmente deu passos para trás. Negociou Matt Chapman e Matt Olson, seus dois melhores jogadores, e dificilmente fará algo além de tentar dar rodagem para as promessas que estiverem mais perto de subir ao time principal.

Seattle Mariners

Os Mariners ficaram a duas vitórias dos playoffs na temporada passada, e houve um bom trabalho para reforçar o time. O que dá esperanças à torcida de retornar ao mata-mata após 21 anos de jejum (o maior das quatro principais ligas da América do Norte). Entre os recém-chegados, destacam-se Robbie Ray (Cy Young da Liga Americana em 2021) e Adam Frazier. Além disso, há muita expectativa pela chegada das promessas Julio Rodríguez e Matt Brash à MLB. 

Texas Rangers

Foi um surpreendente protagonista do mercado de intertemporada, sobretudo pela contratação de Marcus Semien e Corey Seager. A torcida ficou animada, mas ainda é cedo para pensar em voos tão altos. É uma equipe em ascensão, mas ainda precisa de mais tempo para chegar ao nível de Astros e Mariners.

LIGA NACIONAL LESTE

Atlanta Braves

Freddie Freeman era um símbolo da franquia por mais de uma década, MVP em 2020 e líder do time campeão da World Series de 2021. Perder um jogador desse calibre causa impacto a qualquer equipe. Mas os Braves trabalharam bem para contornar essa perda, e talvez até venham mais fortes do que quando conquistaram o título. Freeman será substituído pelo ótimo Matt Olson. Além disso, Ronald Acuña Jr está de volta (perdeu a segunda metade da temporada passada por lesão) e Kenley Jensen reforça um bullpen que já foi fundamental nos playoffs do ano passado. É uma equipe ainda jovem e com muito talento, que talvez tenha na rotação o único motivo de alguma preocupação. Mas é candidato a título novamente.

Miami Marlins

Alguns jogadores de talento (Jazz Chisholm, Jorge Soler, Joey Wendle e Sandy Alcántara) devem fazer dos Marlins uma equipe bastante divertida. Não é um elenco parrudo o suficiente para brigar por vaga nos playoffs, mas pode dar sinais de evolução e ajudar a alimentar os clipes de jogadas mais espetaculares da rodada. Com um trabalho mais ambicioso, até pode ser um princípio de um time realmente competitivo em alguns anos. O problema aí é esperar ambição dos Marlins.

New York Mets

Os Mets já tinham Jacob deGrom, para muitos o melhor arremessador do mundo no momento. Max Scherzer é outro candidato a esse posto, e o time de Nova York aproveitou e contratou o abridor que estava nos Dodgers para formar uma dupla de arremessadores sem igual na MLB. No entanto, continua sendo uma verdade que “há coisas que só acontecem com os Mets” (não deve ser coincidência que John Textor, dono da SAF do Botafogo, seja torcedor dos Mets) e os dois se contundiram na pré-temporada. Ainda assim, é uma equipe com um dono bilionário que não tem pudor em investir no elenco, que tem jogadores como Pete Alonso, Francisco Lindor e Starlin Marté. É candidato forte a um lugar nos playoffs, e, se a zica ficar longe do distrito do Queens, dá para pensar em voos mais altos.

Max Scherzer na época em que arremessava pelo Washington Nationals
Max Scherzer na época em que arremessava pelo Washington Nationals Getty

Philadelphia Phillies

Pouca gente tem apostado nos Phillies em uma divisão que tem Braves e Mets, mas o time da Filadélfia merece atenção. O ataque segue poderoso, com Bryce Harper, JT Realmuto e Kyle Schwarber. A rotação tem os ótimos Zack Wheeler e Aaron Nola. O problema, como nas últimas temporadas, é o bullpen. A direção trabalhou para dar mais força nesse setor, mas ainda há dúvidas se é bom o suficiente para alcançar o Atlanta e o New York. Mas é plausível imaginar os Phillies disputando uma vaga nos playoffs via wildcard.

Washington Nationals

Stephen Strasburg volta de lesão, Juan Soto é um dos rebatedores mais talentosos da MLB e Nelson Cruz foi contratado para rebater algumas dezenas de home runs. Os jogos dos Nationals devem ficar nisso: o destaque pontual desses três talentos e só. O time campeão de 2019 não existe mais, e é momento de reconstrução na capital americana.

LIGA NACIONAL CENTRAL

Chicago Cubs

Uma boa surpresa da intertemporada. Após negociar muitos jogadores marcantes do time campeão de 2016 (Kris Bryant, Javier Báez e Anthony Rizzo), os Cubs davam a sensação de que iriam sucatear o elenco para iniciar uma reconstrução. Não foi o que aconteceu. O time investiu em jogadores como Marcus Stroman e a sensação japonesa Seiya Suzuki, além de bons coadjuvantes como Wade Miley e o brasileiro Yan Gomes. Não dá pinta de time que briga por playoff, mas deve ser um adversário incômodo para quem estiver no topo da tabela.

O brasileiro Yan Gomes defenderá os Cubs em 2022
O brasileiro Yan Gomes defenderá os Cubs em 2022 Getty

Cincinnati Reds

A torcida dos Reds tem motivo para estar decepcionada com a diretoria. Após anos reconstruindo o elenco, o Cincinnati conseguiu uma vaga nos playoffs em 2020 e teria conquistado em 2021 se o terceiro wildcard já estivesse em vigor. Era um time capaz de pensar em mata-mata, mas a decisão do recesso foi reduzir a folha salarial. Ainda há bons jogadores na equipe, sobretudo Joey Votto e o estreante do ano passado Jonathan India. Mas a sensação é de que o time deu um passo para trás em relação às duas últimas temporadas.

Milwaukee Brewers

Anotar corridas contra os Brewers será uma tarefa dura para os adversários. A rotação conta com um ótimo trio em Corbin Burnes (Cy Young da Liga Nacional em 2021), Brandon Woodruff e Freddy Peralta. O bullpen é ainda mais intimidador, com a dupla Devon Williams e Josh Hader fechando a porta nas entradas finais. O problema do time é o ataque. Não que seja fraco, mas é sujeito a eventuais apagões, inclusive com Christian Yelich (MVP em 2018). Mas isso deve ser mais problemático nos playoffs. Para a temporada regular, é o favorito ao título da divisão.

Pittsburgh Pirates

Candidato mais forte a pior time da Liga Nacional, talvez brigue pela pior campanha no geral. A franquia está em plena reconstrução, e o momento é de pouco investimento em reforços. A esperança de algo diferente é se alguns dos jovens que devem ganhar oportunidade se mostrarem melhores do que o esperado. Ainda assim, seria mais para dar algumas alegrias pontuais ao torcedor.

St. Louis Cardinals

Os Cardinals tiveram uma arrancada espetacular para conseguir uma vaga nos playoffs em 2021, e agora a torcida ainda fica animada com o retorno do veterano Albert Pujols (o dominicano, um dos melhores jogadores da MLB neste século, fará uma última temporada pela equipe que o revelou antes de se aposentar). Mas o cenário não é tão animador assim para o St. Louis. Jogadores importantes está perto do final da carreira – além de Pujols, Yadier Molina e Adam Wainwright também se aproximam da aposentadoria – e é perigoso depender demais de jogadores tão veteranos. Ainda assim, com Nolan Arenado, Paul Goldschmidt e Tyler O’Neill ajudando, os Cardinals devem brigar por vaga nos playoffs.

LIGA NACIONAL OESTE

Arizona Diamondbacks

Uma equipe que não deve chamar a atenção de muita gente, até porque será ofuscada pelas potências californianas de sua divisão, mas pode trazer algumas boas notícias. A chance de playoffs das Serpentes é muito pequena, mas há um grupo de promessas que devem ser lançadas na atual temporada e dar o tom de uma equipe que crescerá nos próximos anos.

Colorado Rockies

Candidato a lanterna da divisão, talvez da Liga Nacional como um todo. Mas surpreendeu muita gente quando anunciou a contratação de Kris Bryant. De fato, foi um negócio que não parece fazer muito sentido para os dois lados, até porque não mudará o fato de que os Rockies continuarão com um time pouco competitivo no geral.

Los Angeles Dodgers

No papel, é o melhor time da MLB com alguma sobra. O ataque é assustador, ainda mais com a contratação de Freddie Freeman. A rotação perdeu Max Scherzer, mas ainda tem Walker Buehler, Clayton Kershaw e Julio Urías. E o bullpen conta com Brusdar Graterol, Blake Treinen e Craig Kimbrel, esse último contratado para ocupar o espaço deixado por Kenley Jansen. É o principal favorito ao título.

San Diego Padres

A temporada passada começou promissora, mas os Padres soçobraram na reta final após lesões e queda de rendimento de jogadores importantes. A tendência é que alguns deles tenham uma temporada melhor, ainda que a lesão de Fernando Tatís Jr. nas férias (machucou o punho em acidente de moto) preocupe. Entre ataque, rotação e bullpen, há talento suficiente para estruturar um time que pense até em chegar à World Series.

San Francisco Giants

Foi a grande surpresa de 2021, quando terminou com a melhor campanha de toda a MLB na temporada regular. Mas é realista imaginar uma queda de rendimento neste ano. Buster Posey se aposentou, tirando dos Giants um de seus melhores rebatedores e um líder no vestiário. Kevin Gausman saiu, mas até que a contratação de Carlos Rodón pode compensar. Aí, é questão de contar que alguns veteranos, como Brandon Crawford e Brandon Belt, repitam o ótimo desempenho da temporada passada e a gestão de bullpen do técnico Gabe Kapler continue afiada. É uma equipe que briga por vaga no playoff, só que talvez não o faça de maneira tão gloriosa quanto no ano passado.

Brandon Crawford, shorstop dos Giants
Brandon Crawford, shorstop dos Giants Getty Images

PROGRAMAÇÃO: MLB NA ESPN

Quinta, 07/abr
20h - New York Mets x Washington Nationals (Star+)
21h - Cincinnati Reds x Atlanta Braves (ESPN 2)

Sexta, 08/abr
20h - Texas Rangers x Toronto Blue Jays (Star+)

Sábado, 09/abr
21h - Los Angeles Dodgers x Colorado Rockies (Star+)

Domingo, 10/abr
20h - Boston Red Sox x New York Yankees (ESPN 2)

Segunda, 11/abr
20h - Toronto Blue Jays x New York Yankees (ESPN 2)

Terça, 12/abr
20h - Miami Marlins x Los Angeles Angels (Star+)

Quarta, 13/abr
20h - Toronto Blue Jays x New York Yankees (ESPN 3)

Quinta, 14/abr
21h - Atlanta Braves x San Diego Padres (ESPN 2)

*Os jogos dos canais ESPN também estarão disponíveis ao vivo no Star+

MAIS BEISEBOL E SOFTBOL NO STAR+

Sexta, 08/abr
15h30 - NCAA (softbol): NC State x South Carolina
18h - NCAA (softbol): Clemson x Pittsburgh
19h - NCAA (softbol): Ole Miss x Kentucky
20h - NCAA (beisebol): Virginia x Miami
21h - NCAA (beisebol): LSU x Mississippi State
23h - NCAA (softbol): Arizona State x Oregon

Sábado, 09/abr
13h - NCAA (softbol): Ole Miss x Kentucky
15h - NCAA (softbol): Auburn x Arkansas
16h - NCAA (softbol): Alabama x Florida
17h - NCAA (beisebol): Kentucky x Texas A&M
19h - NCAA (beisebol): TCU x Texas
20h - NCAA (beisebol): Missouri x Tennessee
22h - NCAA (beisebol): Oklahoma x Oklahoma State

Domingo, 10/abr
13h - NCAA (beisebol): Georgia x South Carolina
13h - NCAA (softbol): Virginia Tech x Florida State
14h - NCAA (beisebol): TCU x Texas
14h30 - NCAA (softbol): Tennessee x Georgia
15h - NCAA (beisebol): Florida State x Georgia Tech
16h - NCAA (beisebol): Alabama x Ole Miss
17h - NCAA (softbol): Arizona State x Oregon
17h - NCAA (softbol): Alabama x Florida

Segunda, 11/abr
20h - NCAA (softbol): Alabama x Florida

Terça, 12/abr
20h - NCAA (beisebol): Florida x Florida State
20h - NCAA (softbol): Clemson x South Carolina

Quinta, 14/abr
19h - NCAA (softbol): Mississippi State x Alabama
21h - NCAA (beisebol): Kentucky x Missouri
21h - NCAA (beisebol): Auburn x Mississippi State
21h - NCAA (softbol): Oregon x Arizona

Obs.: Horários de Brasília. Grades sujeitas a alteração

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Guia da temporada 2022 da MLB | Semana MLB

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Qual o grupo da morte da Copa? E as favoritas? Última Copa de Messi, CR7 e Ney? | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal
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Tela Futebol No Mundo
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Saíram os grupos da Copa do Mundo. Agora já começa oficialmente a temporada de planejar bolões com os amigos, projetar resultados e marcar jogadores para acompanhar em seus clubes pensando no que podem fazer no Catar. Para dar o pontapé inicial a essa fase de espera pelo Mundial, o podcast Futebol No Mundo fez uma edição especial analisando cada um dos grupos e até projetando o desenrolar da competição.

Para acompanhar esta edição do podcast, clique aqui, vá a seu agregador preferido ou veja a versão em vídeo abaixo. Para ver todas as edições, clique aqui (áudio) ou aqui (vídeo).

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As eliminadas da Copa e uma simulação do sorteio! | Podcast Futebol No Mundo

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Jã temos 29 das 32 seleções que disputarão a Copa do Mundo. A janela deste meio de semana definiu os classificados da África, mais dois da Concacaf, dois da Europa e quais os representantes de Ásia, Concacaf, América do Sul e Oceania na repescagem intercontinental de junho. O podcast Futebol No Mundo desta quinta analisou as classificadas da semana, além de simular o sorteio de grupos da Copa como forma de explicar as regras do evento.

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Brasil visto como favorito só pelos outros? | Podcast Futebol No Mundo

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A seleção brasileira dá sinais claros de evolução, mas parte da torcida ainda desconfia das possibilidades da equipe comandada por Tite. Por que é difícil ter um parâmetro para o estágio real do Brasil e onde dá para colocar a Seleção na comparação com as principais forças da Europa? Esse foi o tema principal do podcast Futebol No Mundo desta segunda.

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"El Turco" Mohamed foi uma boa escolha para o Atlético-MG? | Tá com o Livro!

Ubiratan Leal
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Tá com o Livro
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O Atlético Mineiro anunciou a contratação do técnico argentino Antonio Mohamed. O perfil de "El Turco" se encaixa nas necessidades do clube para a continuidade do bom trabalho que Cuca fazia, mas a dificuldade do Galo em encontrar um nome mostra como os clubes brasileiros, agora que muitos fazem questão de terem técnicos estrangeiros, precisam fazer um mapeamento mais detalhado desse mercado no futuro. Esse foi o tema do "Tá com o Livro!" desta sexta. Veja abaixo.

Obs.: para ver todos os episódios do quadro "Tá com o Livro!", clique aqui.

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Real Madrid supera um Barcelona melhor que o esperado | Podcast Futebol No Mundo

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Uma quarta de grandes jogos deu o tom do Futebol No Mundo desta quinta. Na Espan... Arábia Saudita, o Real Madrid bateu o Barcelona na Supercopa da Espanha em um jogo que foi mais equilibrado do que muitos imaginavam (o que dá bons sinais sobre o Barça). Na Itália, a Internazionale também confirmou seu favoritismo e venceu a Juventus, mas também precisou da prorrogação. E, na Inglaterra, o Chelsea voltou a vencer o Tottenham pela Copa da Liga.

Para acompanhar esta edição do podcast, clique aqui, vá a seu agregador preferido ou veja a versão em vídeo abaixo. Para ver todas as edições, clique aqui (áudio) ou aqui (vídeo).


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O que esperar do Botafogo com John Textor? | Tá com o Livro!

Ubiratan Leal
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O Botafogo enfim virou um clube-empresa. O clube estudava há anos um projeto para sair do modelo de associação e, com isso, recuperar as finanças e a competitividade de seu futebol (e, por consequência, a instituição como um todo). O norte-americano John Textor é o investidor que decidiu apostar no Alvinegro. 

A chegada do empresário, também dono do Crystal Palace, é o tema do Tá com o Livro! desta sexta. Confira no vídeo abaixo.

Obs.: para ver todos os episódios do quadro "Tá com o Livro!", clique aqui.

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Real Madrid x Barcelona na quarta: qual o tamanho da diferença? | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal
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Mais uma edição do podcast Futebol No Mundo no ar. Na semana de um Real Madrid x Barcelona (semifinal da Supercopa da Espanha), é natural que o clássico espanhol seja o principal assunto. Mas também falamos da incrível virada que a Roma sofreu da Juventus, do retorno da Bundesliga (com derrota do Bayern) e do início da Copa Africana de Nações.

Para acompanhar o podcast, clique aqui, vá a seu agregador preferido ou veja a versão em vídeo abaixo.

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"Cruzeiro virou empresa, mas não pode esquecer de dar satisfação ao torcedor" | Tá com o Livro!

Ubiratan Leal
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A torcida do Cruzeiro ficou animada com a chegada de um investidor para a recuperação do clube. No entanto, as primeiras semanas não foram como muitos cruzeirenses imaginaram, com notícias sobre cortes no elenco e a não renovação de contrato com o ídolo Fábio. O "Tá com o Livro!" desta sexta comenta o caso. Confira no vídeo abaixo.

Obs.: para ver todos os episódios do quadro "Tá com o Livro!", clique aqui.

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Covid volta a bagunçar as grandes ligas. Como ficam os jogos? | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal
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O surgimento da variante ômicron fez o mundo voltar a ver notícias como explosão de casos de covid-19 e redução da circulação de pessoas pelo mundo. Não foi diferente no futebol, que voltou a ter jogos com arquibancadas total ou parcialmente vazias e adiamento de partidas. Vários jogos foram adiados em Inglaterra, Itália e Espanha por surtos de covid nas equipes. Esse foi o tema da edição desta quinta do podcast Futebol No Mundo.

Para acompanhar esta edição do podcast, clique aqui, vá a seu agregador preferido ou veja a versão em vídeo abaixo. Para ver todas as edições, clique aqui (áudio) ou aqui (vídeo).


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Covid volta a bagunçar as grandes ligas. Como ficam os jogos? | Podcast Futebol No Mundo

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Por que o inchaço de clubes é fundamental para a Copinha | Tá com o Livro!

Ubiratan Leal
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Uma das principais críticas que se faz à Copa São Paulo é o excesso de clubes. Torneios com mais de 100 participantes, e alguns deles com nível técnico bastante inferior aos demais. Ainda que seja ruim ter times pouco competitivos, o inchaço é importante para a Copinha manter sua vocação de torneio revelador. Expliquei no "Tá com o Livro!" desta terça. Confira no vídeo abaixo.

Obs.: para ver todos os episódios do quadro "Tá com o Livro!", clique aqui.

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Por que o inchaço de clubes é fundamental para a Copinha | Tá com o Livro!

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Domínio! Premier League virou a "Bundesliga" de Guardiola? | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal
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O Manchester City começa a abrir vantagem na Premier League, passando a impressão de que conquistará mais uma vez o título. A naturalidade com que o time de Guardiola domina o futebol inglês começa a parecer com o que o Bayern de Munique, time anterior do técnico catalão, faz na Bundesliga. Esse foi o tema principal da do podcast Futebol No Mundo, que também tratou da crise entre Lukaku e Thomas Tuchel no Chelsea e dos surtos de covid-19 em La Liga.

Para acompanhar esta edição do podcast, clique aqui, vá a seu agregador preferido ou veja a versão em vídeo abaixo. Para ver todas as edições, clique aqui (áudio) ou aqui (vídeo).


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'Mais que comparar JJ e Paulo Sousa, Fla precisa ver o que ele mudou desde 2019' | Tá com o Livro!

Ubiratan Leal
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Jorge Jesus era a prioridade da diretoria do Flamengo para comentar a equipe na temporada 2022. Então, é natural que a torcida e a imprensa usem o trabalho de JJ em 2019 como referência sobre o trabalho de Paulo Sousa. Mas não é apenas o técnico português que mudou de 2019 para 2022. O próprio Flamengo mudou, e o clube precisa ter consciência disso. Esse é o tema do "Tá com o Livro!" que fecha o ano. Confira no vídeo abaixo.

Obs.: para ver todos os episódios do quadro "Tá com o Livro!", clique aqui.

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'Mais que comparar JJ e Paulo Sousa, Fla precisa ver o que ele mudou desde 2019' | Tá com o Livro!

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Especial de final de ano com as lembranças de 2021 | Podcast Futebol No Mundo

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal
Tela Futebol No Mundo
Tela Futebol No Mundo []

No último Futebol No Mundo de 2021, conversamos com Natalie Gedra para contar bastidores de coberturas e fazer um apanhado do que aconteceu no ano. Para acompanhar esta edição do podcast, clique aqui, vá a seu agregador preferido ou veja a versão em vídeo abaixo. Para ver todas as edições, clique aqui (áudio) ou aqui (vídeo).


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O que esperar de Alexander Medina no comando do Inter? | Tá com o Livro!

Ubiratan Leal
Ubiratan Leal

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O Internacional apostou no Alexander "Cacique" Medina para comandar a equipe na próxima tempodada. O uruguaio ainda está em início de carreira como treinador, mas fez um bom trabalho no Talleres, que chegou a liderar o Campeonato Argentino. As possibilidades do Colorado em seu quarto técnico estrangeiro em dois anos é o tema do "Tá com o Livro!" desta terça. Confira no vídeo abaixo.

Obs.: para ver todos os episódios do quadro "Tá com o Livro!", clique aqui.

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