VÍDEOS: O movimento que mudou a torcida do Flu bem antes do título

Mauro Cezar Pereira
Mauro Cezar Pereira


A presença maciça das torcidas de Flamengo e Atlético Mineiro nos jogos de seus times durante o campeonato brasileiro de 2009 não surpreendeu, afinal, o apoio pesado que ambas dão aos seus times é antigo. Mas no ano passado as arquibancadas apresentaram uma novidade, que este blogueiro ressaltou algumas vezes na programação da ESPN Brasil, o comportamento dos torcedores do Fluminense, mais participativo e fiel.

Chamados de acomodados pelos rivais, muitas vezes ausentes, os tricolores mudaram seu comportamento, a ponto de alterarem o ambiente nos jogos do time. Por isso, após a conquista do título brasileiro, o blog abre espaço para que uma das pessoas que redescobriram o prazer de frequentar o Maracanã e agora o Engenhão. O prazer de torcer em meio aos que só querem incentivar seu clube de coração.

por Vitor Gouveia*

"Para mim, tudo começou num já longínquo Fluminense x Cruzeiro. Nós dependíamos desesperadamente da vitória para escapar do rebaixamento, que rondava. Ao final do primeiro tempo, a torcida tricolor em peso fez a tradicional virada, que consiste em contornar todo o anel do Maracanã para tomar posição atrás do gol onde o Fluminense ataca.

Quando acabo de escolher meu lugar na arquibancada já cheia, sobem alguns rapazes cantando alucinadamente músicas que jamais ouvira no Maracanã. Até aí normal. Entretanto, as músicas não cessaram durante todo o segundo tempo de jogo. O Flu jogou mal, mas aquilo não perecia fazer a menor diferença para aqueles caras. Como algumas eram bastante simples, por algumas vezes, a arquibancada chegou a empolgar ao som daqueles tricolores.

Ao sair do jogo com a vitória suada, vi um menino chegar para um deles e perguntar: 'Como faço para ter uma camisa da torcida de vocês?'. Então, o rapaz prontamente respondeu: 'Tá vendo essa aí que você tá usando – era uma do Fluminense? Essa é a tua camisa'.

Saí do Maracanã extremamente intrigado e comecei a procurar na internet algo que pudesse dar uma pista sobre aquele fato novo na torcida. Descobri que esses rapazes faziam parte de um movimento, que tinha até estatuto. Dentre os itens mais marcantes, que devia-se cantar o jogo todo pelo Fluminense; sem vaias, e que não se exalta o nome do movimento, além da uniformização, a qual tomei conhecimento ainda no estádio.

Passei a seguir, da forma mais anônima possível, os passos daqueles tricolores pra lá de diferentes, sempre com os dois pés atrás. Não levava fé em nada que surgisse na arquibancada de uma torcida de futebol. Posso afirmar que esse era o pensamento de uma torcida quase inteira.

E lá nas arquibancadas amarelas do Maracanã, fui chegando e acabei ficando, ainda bastante ressabiado. Cantava, e muito. Já era 2007, e aqueles 12 indivíduos, que numa reunião criaram esse movimento, já não eram mais uma dúzia. Não eram muito mais que isso, mas a curiosidade das pessoas aumentava. Quem chegava era recebido com algumas informações básicas, aquelas do estatuto. E a cantoria começava lá fora, na pista de skate, e terminava bem depois do jogo terminado.

E eu, que achava os argentinos loucos, movidos pelas mais pesadas drogas para cantar tanto, vi que aquelas minhas hipóteses eram uma besteira só. Bastava materializar o amor pelo Fluminense, tornar aquilo palpável, e toda aquela loucura e paixão são perfeitamente exequíveis.

Aquele grupo de malucos foi crescendo e, novamente num Fluminense e Cruzeiro, começa a tomar forma uma canção, feita na Grécia, mas que parece ter sido composta para nós, tricolores. Uma coreografia complicada, um cântico totalmente diferente do que se via nas bancadas brasileiras. De novo, ao virar de arquibancada para apoiar o time, estava eu diante da gênese do que seria essa espetacular torcida que encanta a todos. Como num passe de mágica, milhares de pessoas, desconhecidos, soltam a voz numa catarse inesperada.



O Fluminense ganha de forma emocionante a Copa do Brasil, mesmo num Maracanã bastante silencioso. Aquele espírito do jogar junto com time ainda era pouco difundido, assim como as novas músicas. No segundo jogo da final, em Florianópolis, a torcida já mostrava que estava em um franco processo de transformação. Muitas das músicas recém criadas ecoavam a todo instante pelos microfones que captavam o áudio do jogo.

Campeão, o Fluminense passaria por um semestre inteiro 'de férias', sem disputar qualquer coisa mais palpável. Mas o que aconteceu nos meses seguintes foi uma explosão de amor ao Tricolor. Dessa vez contra o Palmeiras, a torcida presenciaria o surgimento de um hino. No intervalo, os loucos que não paravam de cantar resolvem puxar uma nova música. Sem bateria, só no gogó. A música foi ecoando e ninguém parava. A cada passagem da música, mais alta ela ficava. O som se propagava.

Depois de uns cinco minutos cantando a música, torcedores de todos os cantos do estádio desciam pelos túneis de acesso até chegar àquela aglomeração em êxtase. O sucesso foi instantâneo. Eu vi pessoas chorando; velhos, meninas cantando uma letra curta. Uma letra que não pedia nada em troca nem dos jogadores, nem do Fluminense. Ali, naqueles quinze minutos de intervalo, todos só queriam cantar o orgulho de ser tricolor — talvez por isso a música tenha tomado volume num intervalo de jogo.




O ano seguiu e, com ele muitos tricolores vinham sedentos para o estádio na tentativa de ver e fazer parte dessa festa. Já podia-se ver que a atitude da torcida, mesmo longe daqueles malucos cada vez mais numerosos, havia mudado. Cantar feito louco pelo Fluminense já não era mais coisa de retardado - quantas vezes já não me pegara sendo encarado assim, por outros torcedores do meu time, quando torcia, antes de 2006! Aquilo rapidamente ia virando hábito.

Num jogo que não valia rigorosamente nada para o Fluminense, sua torcida proporcionou o mais belo espetáculo nos estádios do Brasil naquele ano. Milhares de bandeiras foram confeccionadas na tentativa de reviver o clima espetacular da nossa torcida em décadas passadas, onde cada torcedor era responsável pela festa, levando suas bandeiras tricolores no braço. Tudo isso mediante a um comovente mutirão que envolveu a confecção das bandeirinhas e a doação maciça de recursos financeiros pela torcida, fundamentalmente os tricolores da cidade de São Paulo.

Além das bandeiras, uma cascata de papel na entrada do time. Parecia festa de time na ponteira do campeonato. Nada disso. Era, somente, uma torcida ávida por demonstrar sua paixão por um clube futebol. Éramos 45 mil aficcionados e privilegiados, por participar do renascimento da torcida mais linda do planeta.



Chega 2008 e com ele a tão sonhada Copa Libertadores. O Estadual passa, e com ele mais algumas lindas festas e manifestações de amor da torcida. Mas foi na estreia da competição continental que o passado veio dar um abraço no presente. Depois de um ocaso de nove anos, o pó-de-arroz, símbolo da torcida, retorna as arquibancadas, matando a curiosidade dos mais novos e enchendo de emoção aqueles que por muitos anos foram privados de parte importante da identidade da torcida tricolor.

Depois de dezenas de negativas, dois advogados tricolores - tendo em vista a mobilização da torcida como um todo - ajuizaram demanda para a liberação do material, o que foi conseguido minutos antes da partida contra o Arsenal de Sarandí, depois de travada uma bela batalha judicial com a Procuradoria Municipal do Rio de Janeiro.

A Libertadores representou a retomada do orgulho tricolor, mesmo com a derrota que até hoje nos tira o sono, por muitas vezes. As novas músicas ecoavam pelo Maracanã e pelas ruas da cidade; nos estádios a torcida jogava junto e as festas... ah, as festas. Surgem os painéis compostos por sinalizadores. Na final da Libertadores, uma recepção jamais vista na história do futebol. Uma emoção genuína emanou de mais de 90.000 pessoas.



Com a perda da Libertadores, os problemas eclodem. Confusões na arquibancada e uma torcida dividida. O péssimo rendimento do clube se reflete na nova territorialidade das arquibancadas tricolores: o conflito da nova maneira de torcer com a antiga. Uma ferida aberta que teimava em não sarar. Os que queriam protestar não entenderam direito o propósito de quem achava que, naqueles noventa minutos, só nos resta apoiar o time e exaltar o nome do clube.

E mais uma vez, depois do êxtase vivido no primeiro semestre, estávamos nós relegados ao desconforto da luta contra o rebaixamento, fruto de uma administração calamitosa por parte dos dirigentes. Mas, a confirmação da mudança do perfil do torcedor tricolor veio justamente nesse momento de desespero.

O Fluminense jogou a reta de final de campeonato com casa cheia a uma torcida inflamada. Livramo-nos do inferno! A medida da paixão tricolor pôde ser tomada quando, na última rodada do campeonato, sem postular nada e livre do rebaixamento, mais de 55.000 tricolores foram ao maior do mundo. O maior público da última e derradeira rodada do campeonato foi estabelecido num jogo que valia rigorosamente nada. Tudo isso para a despedida do nosso monstro da camisa três, Thiago Silva, que hoje ironicamente, desfila todo seu imenso talento por um rubro-negro, o Milan.



Chega 2009, mas o bom futebol fica bem longe das Laranjeiras. Um time de futebol pobre via, diante de si, uma torcida cada vez mais mobilizada e apaixonada. Na semifinal da taça Guanabara, uma surpresa, guardada a sete chaves, financiada — como sempre, é bom grifar — pelo próprio torcedor do Fluminense. Do meio de uma fumaça branca, o pó-de-arroz, surge lentamente um mosaico de mais de 7000 peças, exibindo uma bandeira tricolor. Mesmo jogando mal, sem convencer em qualquer momento, a torcida tricolor, nas quartas-de-final da Copa do Brasil, faz outro lindo mosaico. Dessa vez, bem maior.

Um espetáculo deslumbrante que, mais uma vez, gerou comoção entre os presentes. Nesse dia, precisávamos de quatro gols nos últimos 45 minutos. Não paramos de cantar mesmo assim. Impossível não recordar dos anos anteriores e daqueles poucos doidos varridos - aqueles mesmos, daquele jogo contra o Cruzeiro. Lembro perfeitamente de ter pensado, logo depois da eliminação frente ao Corinthians: há dois anos vínhamos jogando bem e a final contra o Figueirense foi um silêncio só. Hoje, jogando nada há meses, precisando de quatro gols, cantamos feito loucos!



O ano segue sem títulos. Muito pior que isso: iríamos lutar novamente contra o rebaixamento. Não só, mais uma vez, lutar contra o rebaixamento, mas lutar contra o indelével: o Fluminense iria jogar a segunda divisão novamente. Matemáticos, jornalistas, rivais, pais-de-santo, todos! Isso mesmo, todos afirmavam que Laranjeiras iria submergir novamente. Mas, essa torcida que mudou radicalmente nos últimos anos não deixaria isso barato; ela jamais abandonaria seu clube no momento em que ele mais necessitava.

A luz no fim do túnel foi acesa pela união da torcida. As mais diferentes Organizadas, mais o movimento Popular, uniram-se fisicamente no estádio. O resultado foi medido em decibéis. Contra o Avaí mais de 20 mil almas cantaram o mais alto possível que o Fluminense não estava sozinho. Ao final do jogo e da vitória, um time cheio de garotos, recém-formado, veio até a torcida agradecer a impressionante manifestação de apoio prestada pela torcida do Fluminense. Surgia o "Time de Guerreiros".

A cada rodada, o barulho aumentava, a torcida cantava mais alto como se fosse o último jogo da vida de cada torcedor presente, em mais um capítulo daquela missão impossível. Então, quando tudo parecia perdido, uma virada estonteante aconteceu. Voltamos de Minas Gerais vivos. A resposta àquela epopeia não poderia ser mais impactante.



Em paralelo à fuga do descenso, havia a copa sulamericana. Depois de eliminar com uma boa dose de drama o Cerro, enfrentaríamos a Liga de Quito mais uma vez. Perdemos por 5 a 1 na altitude. Mas a torcida tricolor já não era mais a mesma. O comprometimento e a paixão transbordavam. Era hora de fazer valer o bordão 'O Fluminense Somos nós' mais uma vez. O Galeão virou Maracanã.

Continuamos lutando, cantando, unidos. Chegamos à última rodada fora da zona de rebaixamento. Disputamos a final da sulamericana. Ganhamos, mas não levamos. A torcida foi espetacular, inexorável frente à derrota e ao pessimismo. Foi o maior espetáculo que já presenciei dentro de um estádio de futebol. Alguns dias depois, escapamos da degola. Jogaremos a série A nesse ano de 2010.

O ano foi marcado por muitos desenganos, mais especificamente no primeiro semestre, quando o time perdeu o estadual e a Copa do Brasil jogando muito mal, despejando um balde de água fria na valente torcida que encantara o Brasil no ano anterior. Veio Muricy Ramalho; renovaram-se as esperanças. O Maracanã seguiu sendo palco de festas memoráveis e da maior média de público do Campeonato Brasileiro.






O fechamento até hoje mal explicado do Maracanã nos deixou sem casa. A torcida se dividiu novamente, como se o encanto houvesse se quebrado. Mas, tão logo o Engenhão foi se afeiçoando à torcida e nós a ele, o povo tricolor voltou a fazer sua festa e mostrar seu amor incotinente, mesmo diante das situações mais adversas. Para qualquer torcida tão carente de conquistas, o segundo turno do campeonato brasileiro representaria o silêncio nas arquibancadas, o motivo para a arrefecida da fé. Entretanto, a torcida do Flumiennse já se reinventara antes.



O título, inverossimil há meses atrás, se acerca. Um nova festa se anuncia; a recompensa merecida - o brasileirão - assoma para quem levou o pavilhão de mais de cem anos de glórias sozinho enquanto usurpavam o clube e maldiziam nosso futuro.

Todas essas manifestações de carinho e apoio eclodem a todo momento das arquibancadas. Elas não são mais exclusividade de um grupo pequeno, e sim, são a marca maior da torcida do Fluminense. É a prova de que o amor irradia e contamina a todos, quando existem milhões de corações apaixonados por um clube de futebol e por toda magia juvenil que o envolve. Todos nós, tricolores, levamos no fundo do peito a certeza de que, se depender de nós, o Fluminense seguirá em frente, sempre; nos braços do seu povo que tanto o ama e que à ele devota parte importante de sua vida.



E aqueles doze indivíduos que acenderam a chama, eu serei eternamente grato. Mesmo sem saber, mudaram o rumo da história do clube mais tradicional do país, o campeão brasileiro de 2010.

Essa é a história da torcida do Fluminense a partir da criação do Movimento Popular Legião Tricolor.


* Vitor Gouveia, 30 anos, professor e músico, é tricolor e frequenta os jogos do Fluminense desde 1987


Fonte: Mauro Cezar Pereira, blogueiro do ESPN.com.br

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