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Atletismo: Christian Coleman é liberado pela Usada para disputar Mundial e Olimpíada

O norte-americano Christian Coleman estava ameaçado de não disputar o Mundial de atletismo deste mês e também os Jogos Olímpicos de Tóquio de 2020.

O velocista, apelidado de "Novo Bolt", deixou de aparecer em três testes antidoping em 12 meses e a Usada (Agência Antidoping dos Estados Unidos) havia aberto uma ação contra Coleman.

Nesta segunda-feira, a ação foi retirada e Christian está liberado para disputar tanto o Mundial quanto as Olimpíadas.

"A USADA anuncia que retirou as acusações de que o atleta americano Christian Coleman havia cometido uma violação das regras após receber um comunicado da WADA (Agência Mundial Antidoping)", diz o comunicado.

O norte-americano – dono de um contrato de milhões com a Nike – ficou com a prata nos 100m rasos no Mundial em Londres há dois anos (perdeu para Justin Gatlin, que já deu positivo para doping) e se tornou o sétimo homem mais rápido da história com o tempo de 9s79.

Com isso, aparece como favorito ao título no próximo Mundial no Catar em setembro e também na Olimpíada de Tóquio no próximo ano.

Confira, na íntegra, a nota oficial da Usada:

A USADA anuncia que retirou as acusações de que o atleta americano Christian Coleman havia cometido uma violação das regras após receber um comunicado da WADA (Agência Mundial Antidoping) na interpretação dos atuais Padrões Internacionais de Testes e Investigações dizendo respeito a data da qual uma atualização da situação do atleta deveria ter acontecido.

Como resultado desta interpretação, não é considerado que Coleman falhou três vezes e não cometeu uma violação da regra anti-doping. Três falhas em um período de 12 meses é considerado uma violação da regra anti-doping sob o Artigo 2.4 do Código Mundial Anti-Doping.