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Olimpíadas: Conheça os seis países que reescreveram suas histórias nos Jogos de Tóquio

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Depois de dias intensos de disputas e recordes quebrados, as Olimpíadas de Tóquio terminam neste domingo (8) com seis países reescrevendo suas histórias no esporte.

No total, 93 nações subiram ao pódio de 33 esportes e 50 modalidades, um recorde em Jogos Olímpicos. Mas para seis atletas, colocar uma medalha no peito representou entrar para um lugar na história de que jamais sairão.

San Marino, Turcomenistão e Burkina Faso entraram para lista de medalhistas olímpicos, enquanto Catar, Filipinas e Bermudas conquistaram pela primeira vez uma medalha de ouro.

Uma das menores nações de todo o mundo, San Marino garantiu a medalha de bronze com Alessandra Perilli, no tiro esportivo esportivo. Ela ficou atrás apenas de Zuzana Stefecekova, da Eslováquia, e Kayle Browning, dos Estados Unidos.

Já a primeira conquista olímpica do Turcomenistão foi a prata com Polina Guryeva no levantamento de peso feminino. Na sétima participação do país nos Jogos ela ficou atrás de Kuo Hsing-Chun, de Taipei, e na frente da japonesa Mikiko Andoh, que ficou com o bronze.

Um pouco menor que o estado do Tocantins e com população bem próxima da de Minas Gerais, Burkina Faso garantiu sua primeira medalha com o bronze de Hugues Fabrice Zango que conseguiu 17,47m no salto triplo. Ele foi superado pelo português Pedro Pichard, ouro com 17,98m, e pelo chinês Zhu Yaming, prata com o salto de 17,57m.

Primeiro ouro

Também foi em Tóquio que Filipinas garantiu sua primeira medalha de ouro na história. Ela veio com Hidilyn Diaz, no levantamento de peso feminino. Ela venceu na categoria até 55kg ao quebrar o recorde olímpico e somar 224kg levantados no total.

Pela conquista inédita, a filipina vai receber mais de 600 mil dólares em dinheiro (aproximadamente R$ 3,1 milhões), além de duas casas, sendo uma num condomínio de luxo – presente do bilionário Andrew Lim Tam.

Foi no triatlo feminino que Flora Duffy garantiu o primeiro ouro para Bermudas. Depois de nadar, pedalar e correr, ela cruzou a linha de chegada da prova em 1:55:36. Completam o pódio a britânica Georgia Taylor-Brown (+1:14) e Katie Zaferes (+1:27), dos Estados Unidos.

O Catar foi outro país que chegou pela primeira vez ao lugar mais alto do pódio no Japão. E ele veio junto com o raríssimo empate na final do salto em altura.

Representante do país do Oriente Médio, Essa Barshim saltou os mesmos 2,37 m do italiano Gianmarco Tamberi, com quem dividiu a medalha de ouro. O bronze ficou com Maksim Nedasekau, de Belarus.