Xavi Hernández, atual comandante do Al-Sadd, do Catar, recusou proposta da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para ser auxiliar do técnico Tite na seleção brasileira.
A informação foi publicada inicialmente pelo jornal As, da Espanha, e confirmada pela ESPN Brasil com fontes ligadas à CBF. O ex-jogador do Barcelona trabalharia como "braço direito" de Tite durante as eliminatórias e até a Copa do Mundo de 2022, no Catar.
Ao final do torneio, de acordo com o diário espanhol, Xavi assumiria o cargo de treinador principal do Brasil. O As afirma que o ex-meia ficou "surpreso" com a oferta, mas preferiu recusá-la. A CBF não confirma essa informação.
"É verdadeira a notícia que aconteceram conversas preliminares entre a CBF e o ex-jogador e atual treinador Xavi para assumir o posto de auxiliar técnico da seleção principal", explicou a Confederação, em nota.
"Nenhum detalhe de maior profundidade como valores, prazos de contrato nem garantias sobre seu futuro profissional foram negociados".
Segundo Pedro Ivo Almeida, comentarista dos canais ESPN, a sondagem não é de agora e aconteceu há meses, quando a CBF debatia mais uma vaga de auxiliar técnico. À época, o ex-volante César Sampaio foi efetivado na comissão de Tite.
Recentemente, Xavi renovou com o Al-Sadd até 2023. Ele está no clube desde 2019 e já soma seis títulos conquistados desde que assumiu o cargo.
No entanto, de acordo com a imprensa espanhola, seu contrato tem uma cláusula que o libera caso ele receba uma proposta do Barcelona.
O Barça ainda não decidiu se Ronald Koeman seguirá como técnico na próxima temporada, e Xavi aparece como principal opção para assumir caso o holandês saia.
Na última segunda-feira, aliás, o ídolo blaugrana desembarcou em Barcelona com 22 malas, o que iniciou especulações sobre seu destino.
Xavi, porém, despistou e disse que estava apenas chegando à capital da Catalunha para passar férias.
